ホーム / Romance / Amor em Alto-Mar / Capítulo 125 — O Legado

共有

Capítulo 125 — O Legado

last update 公開日: 2026-06-26 00:44:02

A capa do terceiro livro era uma declaração de vitória silenciosa. Onde os anteriores haviam carregado tons sombrios e incertos, este exibia uma aquarela em dourados e azuis profundos — cores que lembravam amanheceres sobre o oceano, promessas cumpridas, horizontes que finalmente se revelavam alcançáveis. O título, gravado em letras manuscritas como uma confissão íntima, era simples e revolucion&aacu

この本を無料で読み続ける
コードをスキャンしてアプリをダウンロード
ロックされたチャプター

最新チャプター

  • Amor em Alto-Mar   Capítulo 8 (133) – O Dia Seguinte

    Eu não consigo dormir.Passei a noite no sofá do escritório, no andar de baixo, a cabeça apoiada nas mãos, o gosto dela ainda na boca. Cada vez que fechava os olhos, via o corpo de Elara se contraindo em volta dos meus dedos. Ouvia o gemido que ela tentou engolir. Via as lágrimas de raiva e prazer escorrendo.Agora são quase nove da manhã.Eu subo as escadas com a bandeja na mão. Café preto, torradas, ovos, uma maçã cortada. Comida simples. Necessária. Quando abro a porta do quarto, ela está sentada no canto da cama, abraçando os joelhos, ainda só de calcinha. A camisa que eu tirei ontem está jogada no chão. O pescoço dela carrega a marca roxa que eu fiz. Os olhos estão inchados.Ela me olha como se eu fosse veneno.— Sai — murmura, a voz rouca.Eu entro mesmo assim e fecho a porta com o pé. Coloco a bandeja na cômoda.— Você precisa comer.— Eu não quero nada de você.Eu caminho até a cama e me sento na beira, longe o suficiente para não assustá-la de imediato, perto o suficiente par

  • Amor em Alto-Mar   Capítulo 7 (132) – O Que Eu Não Consigo Controlar

    O dia inteiro eu a deixo trancada.Não por crueldade.Por controle.Eu preciso me afastar. Preciso lembrar quem eu sou e o que jurei nunca me tornar. Mas, cada vez que fechava os olhos, via o corpo dela embaixo do meu. O pescoço marcado. Os olhos verdes, cheios de ódio e desejo. O jeito que ela tremia quando minha boca desceu pela pele.Agora é noite.Eu subo as escadas com passos lentos. A chave gira na fechadura. Quando abro a porta, a encontro sentada na beira da cama, ainda vestindo minha camisa preta. Os cabelos estão bagunçados. Os olhos, vermelhos. Ela não dormiu direito. Eu também não.— Você voltou — ela diz, a voz rouca de tanto gritar sozinha.— Eu nunca saí de verdade — respondo, fechando a porta atrás de mim. — Só te dei espaço para odiar com mais força.Ela ri, sem humor.— Que generoso.Eu caminho até ela. Devagar. Cada passo é calculado. Quando paro na frente dela, ela precisa levantar o rosto para me olhar. Eu gosto dessa posição. Gosto de vê-la pequena embaixo de mim

  • Amor em Alto-Mar   Capítulo 6 (131) – O Peso da Posse

    Eu a carrego de volta para o quarto como se ela pesasse nada.Ela luta o caminho inteiro. Unhas tentando rasgar a minha camisa, dentes buscando qualquer pedaço de pele que consigam alcançar, pernas chutando o ar com força. Eu não solto. Meu braço está firme em volta da cintura dela, o outro segurando os dois pulsos contra o peito. O cheiro dela sobe — raiva, sabonete caro, e aquele desejo que ela odeia admitir. Cada movimento do corpo dela contra o meu só me deixa mais tenso.— Solta, seu filho da puta! — ela grita, a voz rouca de tanto xingar.Eu não respondo. Apenas subo as escadas com passos firmes, sentindo o coração bater forte no peito. Quando chegamos ao quarto, eu a jogo na cama. O corpo dela quica no colchão macio e imediatamente ela tenta se levantar. Eu subo em cima dela antes que consiga. Joelhos de cada lado do quadril, mãos prendendo os pulsos acima da cabeça com força o suficiente para marcar. O peso do meu corpo a imobiliza completamente.— Pare de lutar — digo, ofegan

  • Amor em Alto-Mar   Capítulo 5 (130) – A Tentativa

    O silêncio depois da ligação da Maeve pesa no quarto.Elara ainda está algemada pelo pulso direito à cabeceira. A camisola fina marca o corpo dela de um jeito que me faz apertar a mandíbula. Eu fico de pé ao lado da cama, olhando para ela. Ela me devolve o olhar com a mesma fúria de sempre, mas agora tem algo diferente. Curiosidade. Medo. E aquela raiva queimando por baixo.— Sua mãe sabe que você é um sequestrador? — ela pergunta, a voz rouca de tanto gritar ontem.— Ela sabe que eu faço o que preciso para proteger o que é meu — respondo.Me aproximo e solto a algema. Elara imediatamente se senta e esfrega o pulso vermelho. Eu espero o golpe. Ele vem. Ela tenta me bater no rosto com a mão livre. Eu seguro o pulso no ar e a puxo para a beira da cama, obrigando-a a ficar de joelhos no colchão, de frente para mim.— Continua tentando — murmuro, inclinando o rosto perto do dela. — Cada vez que você me ataca, eu lembro do quanto você ainda tem fogo. E eu gosto de fogo.Ela cospe perto do

  • Amor em Alto-Mar   Capítulo 4 (129) – A Ligação

    Acordo com a luz fraca do amanhecer entrando pelas cortinas pesadas.O corpo ainda está tenso. Passei a noite inteira no sofá, de olhos semiabertos, ouvindo cada respiração dela. Elara dormiu mal. Ouvi quando ela puxava as algemas, quando soluçava baixinho e quando finalmente o silêncio se instalou.Agora ela está acordada.Sinto o olhar dela em mim antes mesmo de me mexer. Quando abro os olhos, a encontro encarando. Os cabelos pretos bagunçados, a camisola fina grudada no corpo, os pulsos ainda presos acima da cabeça. Há raiva nos olhos verdes… e algo cansado por baixo.— Bom dia, pequena — digo, voz rouca de quem não dormiu.Ela cospe no meu nome.— Solta essas porras de algemas. Eu preciso ir ao banheiro.Eu me levanto devagar. Meu corpo dói de tanto ficar no sofá. Caminho até a cama e me inclino sobre ela. O cheiro dela — sabonete, pele quente e aquele ódio constante — sobe até mim. Seguro o queixo dela com firmeza.— Peça direito.— Vai se foder — ela rosna.Eu quase sorrio. Em v

  • Amor em Alto-Mar   Capítulo 3 (128) – A Primeira Noite

    Eu a ouço gritar do outro lado da casa.A funcionária que contratei, uma mulher mais velha chamada Marta, está tentando arrastar Elara para o banheiro. Os xingamentos ecoam pelos corredores: “Me solta, sua velha puta!”, “Eu não vou tomar banho debaixo das suas ordens!”, “Aquele filho da puta vai se arrepender de me comprar!”.Eu fico parado no corredor escuro, encostado na parede, ouvindo tudo. Meu lábio ainda arde onde ela me mordeu. O gosto de sangue ainda está na minha língua. E, porra, eu gosto.Minutos depois, a porta do banheiro se fecha com força. Ouço o barulho da água correndo. Marta sai alguns minutos depois, o rosto cansado.— Ela está lá dentro, senhor. Algemas só nos pulsos agora. Tirei as dos pés. Mas… ela está muito agressiva.— Deixe-a — respondo baixo. — Vá dormir. Eu cuido do resto.Quando a casa finalmente silencia, eu caminho até a porta do banheiro. Não bato. Apenas abro.Elara está de pé debaixo do chuveiro quente, de costas para mim. A água escorre pelo corpo de

  • Amor em Alto-Mar   Capítulo 3 – A Espera que Queima

    Capítulo 3 – A Espera que QueimaO tempo dentro dessa suíte se transforma em algo viscoso e cruel.Minutos se esticam como horas. Não sei mais se passaram trinta minutos ou três horas desde que a porta se fechou com aquele clique definitivo. O relógio digital na mesinha marca 23:47, mas o mar negro

  • Amor em Alto-Mar   Capítulo 2 – Fúria e Solidão

    Capítulo 2 – Fúria e SolidãoEu puxo as cordas de seda preta com toda a força que consigo reunir, sentindo-as morderem meus pulsos como dentes afiados. Meu coração bate tão forte que parece querer escapar do peito. Estou nua. Completamente exposta. Cercada pelos três homens que eu mais amo e mais o

  • Amor em Alto-Mar   Capítulo 5 – Tempestade no Convés

    Capítulo 5 – Tempestade no ConvésO sol do Caribe bate forte no meu rosto enquanto caminhamos pelo convés principal. O robe de seda preta que Zion me deu mal esconde o que aconteceu nas últimas horas. Meus pulsos ainda estão marcados, vermelhos sob as mangas largas. Cada passo me lembra que estou a

  • Amor em Alto-Mar   Capítulo 4 – Migalhas de Luxo

    Capítulo 4 – Migalhas de LuxoZion continua deslizando o morango gelado pelo meu mamilo, circulando lentamente, provocando. Elias mantém dois dedos pressionados contra minha entrada encharcada, abrindo-me, mas sem penetrar, apenas sentindo o quanto estou molhada e desesperada.— Diga — repete Elias

続きを読む
無料で面白い小説を探して読んでみましょう
GoodNovel アプリで人気小説に無料で!お好きな本をダウンロードして、いつでもどこでも読みましょう!
アプリで無料で本を読む
コードをスキャンしてアプリで読む
DMCA.com Protection Status