INICIAR SESIÓNEle não parou quando ela gozou. Tirou o pau brilhando de creme, virou-a de bruços com brutalidade e ergueu a bunda dela. Deu três tapas fortes, deixando a pele branca das nádegas vermelha e ardida. Depois enfiou novamente, agora por trás, ainda mais fundo.— Diz de novo.— Essa buceta é sua… só sua, Rafe… por favor… mais devagar…— Mais devagar uma merda.Ele segurou os quadris largos dela com força bruta, dedos afundando na carne, e começou a arrombar com estocadas curtas e violentas, batendo o osso pélvico contra a bunda dela. O quarto cheirava a sexo, suor e o incenso que ainda impregnava o véu dela.Raffaele pegou o crucifixo do terço e, sem tirar o pau de dentro dela, pressionou o metal frio contra o cuzinho franzido.— Hoje eu vou marcar tudo. Cada buraco. Cada pedaço de pele.Ele cuspiu no crucifixo e começou a enfiar devagar enquanto continuava fodendo a buceta. Clara soluçava de prazer e dor misturados.— Não… os dois ao mesmo tempo… eu vou rasgar…— Você aguenta. Você aguent
A chegada do padre Lucas ao convento foi anunciada durante o café da manhã com uma voz doce demais para o gosto de Raffaele.— Irmãs, recebam com alegria o padre Lucas Almeida, enviado pela diocese para nos auxiliar nas missas, nos retiros espirituais e na confissão das noviças. Ele é jovem, mas já possui grande reputação de piedade e sabedoria — anunciou a madre superiora, sorrindo.Clara estava sentada na ponta da longa mesa do refeitório, o véu branco impecável, as mãos cruzadas sobre o hábito preto. Ela sentiu o olhar de Raffaele queimando-a do outro lado do salão antes mesmo de levantar os olhos. Ele estava disfarçado de jardineiro, como sempre, os braços musculosos sujos de terra, a barba bem aparada. Mas o maxilar travado e os olhos escuros diziam tudo.Padre Lucas era tudo que Raffaele não era em aparência. Tinha uns 28 anos, rosto limpo, traços suaves e ao mesmo tempo masculinos, cabelos castanhos ondulados e um sorriso que parecia iluminar o refeitório. Alto, mas não imponen
Ele a virou de bruços sobre a mesa. Os seios pesados foram esmagados contra a madeira fria. A bunda redonda e branca empinou, o buraco da buceta piscando, molhado, e o cuzinho franzido logo acima. Raffaele puxou o rosário que estava no pescoço dela, usando as contas como rédea. A cabeça dela foi puxada para trás, o véu quase saindo.— Agora você vai rezar o terço inteiro. Cada Ave-Maria. Cada mistério. Enquanto eu te fodo como um animal. Se errar, eu paro e te faço chupar o crucifixo até engasgar.Clara começou, a voz trêmula, já rouca:— Ave Maria, cheia de graça… o Senhor é convosco…Raffaele cuspiu na palma da mão, passou no pau grosso e empurrou. A cabeça grossa abriu os lábios inchados e ele meteu até o fundo de uma única estocada violenta. A mesa rangeu alto. Clara gritou, interrompendo a oração.— Continua! — rosnou ele, puxando o rosário com mais força, começando a meter em um ritmo brutal, profundo, as bolas pesadas batendo contra o clitóris dela a cada estocada.— … bendita
A madrugada já avançava quando Raffaele decidiu que a capela não era mais suficiente.O relógio antigo no corredor marcava quase três da manhã. O silêncio do convento era tão profundo que cada passo parecia uma profanação por si só. Raffaele, com seus quase dois metros de altura, corpo musculoso marcado por tatuagens que ele escondia sob roupas civis durante o dia, segurava o véu branco de Clara como se fosse uma coleira de cachorro. O tecido fino esticava contra o pescoço dela, forçando-a a manter a cabeça baixa enquanto tropeçava atrás dele pelos corredores frios de pedra.Clara tremia. Não era só de medo. O corpo dela carregava as marcas dos últimos nove dias de pecado. A buceta ainda inchada e sensível dos encontros anteriores latejava a cada passo. As coxas grossas e macias estavam cobertas de chupões roxos, mordidas e hematomas na forma dos dedos dele. Os mamilos, escondidos agora sob o hábito preto, ardiam. A boca ainda tinha o gosto salgado e amargo da porra que ele havia obri
O orgasmo dela veio como um tsunami. As pernas tremeram violentamente. A buceta apertou o pau dele em espasmos fortes, squirting um pouco de líquido quente que escorreu pelas coxas dele e pingou no chão de madeira do confessionário.— Eu sou… a puta… de Raffaele Moretti! — ela gritou, a voz falhando, rouca, completamente quebrada. — Eu sou a puta dele! Eu sou a puta dele!Raffaele não parou. Ele continuou metendo através do orgasmo dela, prolongando-o até ela estar chorando de tanto prazer, o corpo mole, sustentado apenas pelas mãos dele no véu e pelo pau enterrado fundo dentro dela.— Isso, porra… aperta assim… ordenha meu caralho, sua santa safada.Ele puxou o véu com força, forçando a cabeça dela para trás enquanto acelerava as estocadas, fodendo-a com violência animalesca. O confessionário inteiro rangia. As velas tremiam com o impacto.Depois de longos minutos de estocadas brutais, ele rosnou no ouvido dela:— Agora você vai receber sua penitência. Vou encher essa bucetinha de po
A capela estava envolta em um silêncio tão denso que parecia capaz de sufocar. Apenas o crepitar suave das velas e o vento uivando contra as vitrais antigas quebravam a quietude. Irmã Clara estava de joelhos no lado dos penitentes do confessionário, as mãos trêmulas unidas em oração, o véu branco caindo sobre os ombros como um manto de culpa que já não conseguia esconder nada.Seus lábios se moviam quase sem som.— Perdoai-me, Pai… porque eu pequei… Eu pequei tanto…As palavras saíam rasgadas. Como confessar o que realmente acontecia dentro dela? Como admitir que, nos últimos dias, o corpo que ela havia consagrado a Deus agora se molhava só de ouvir os passos daquele homem? Raffaele Moretti havia transformado o convento em seu bordel particular. E o pior não era o que ele fazia com ela. Era o quanto ela precisava que ele fizesse.Sua buceta ainda latejava da foda violenta da noite anterior, no altar. Ainda sentia o gozo dele escorrendo lentamente por dentro das coxas, mesmo depois de







