Existe Explicação Científica Sobre Quem Criou Deus?
2026-03-16 16:11:50
183
Folgen13
Teilen
SoniaFala
Apaixonado
Piloto
ABO-Persönlichkeitstest
Mach einen kurzen Test und finde heraus, ob du Alpha, Beta oder Omega bist.
Duft
Persönlichkeit
Ideales Liebesmuster
Geheimes Verlangen
Deine dunkle Seite
Test starten
4 Antworten
Rowan
Comentador
Fisioterapeuta
Navegando por livros e documentários sobre cosmologia, sempre me deparo com essa dúvida. A ciência trabalha com hipóteses testáveis, e a existência de um criador não é algo que possa ser medido em um laboratório. Algumas teorias, como a do multiverso, tentam explicar a origem de tudo sem apelar para uma entidade divina.
Mas há cientistas que veem padrões matemáticos perfeitos no cosmos como indícios de um 'arquiteto'. Roger Penrose, por exemplo, fala em ciclos infinitos de universos, enquanto outros citam o ajuste fino das constantes físicas como evidência de design. Claro, isso não prova nada, só mostra como a fronteira entre ciência e metafísica é tênue. No meu caso, prefiro achar graça nessa busca sem fim por respostas.
2026-03-17 14:14:31
5
Violet
Comentador
Artista
Tenho um fascínio enorme por temas que mesclam ciência e filosofia, e essa questão é uma das mais complexas. A ciência busca explicações baseadas em evidências e leis naturais, mas Deus, por definição, está além do universo físico. Muitos cientistas e teólogos discutem se a pergunta em si faz sentido, já que a criação de Deus pressupõe um conceito que transcende tempo e espaço.
Stephen Hawking, por exemplo, argumentava que o universo pode ter surgido sem um criador, baseado em leis da física. Já outros, como o físico teórico Michio Kaku, exploram a ideia de um 'campo cósmico' que poderia ser a base de tudo. Mas no fim, a resposta depende muito da sua perspectiva: fé, razão ou uma combinação das duas. Acho que o mistério em si é parte do que torna o debate tão cativante.
2026-03-19 03:08:44
2
Hugo
Leitor
Massagista
Cresci ouvindo debates sobre religião e ciência, e essa pergunta sempre mexe com a cabeça. A ciência explica o 'como' das coisas, mas o 'porquê' muitas vezes fica na filosofia ou na teologia. Alguns pensadores tentam conciliar as duas áreas, como o argumento do 'Deus dos espaços vazios', que sugere que o que a ciência ainda não explica seria obra divina. Mas a verdade é que a ideia de um criador está além do método científico.
Einstein falava em um 'Deus' que se revela na harmonia do universo, mas não no sentido religioso. Já Richard Dawkins diria que a pergunta é irrelevante, pois Deus seria uma ilusão. No meio disso tudo, fico pensando se a busca por uma resposta científica não é, no fundo, uma tentativa humana de controlar o incontrolável.
2026-03-21 20:29:43
5
Mateo
Leitor útil
Policial
Uma vez li um mangá que explorava a ideia de deuses como criações humanas, e isso me fez refletir. A ciência não pode explicar quem criou Deus porque a pergunta parte de um pressuposto religioso. Filósofos como Kant já diziam que a razão tem limites, e Deus estaria além deles.
Hoje, até mesmo teólogos admitem que a fé não precisa de comprovação científica. Mas é curioso como a física quântica e a teoria do Big Bang às vezes são usadas para sugerir um 'começo' que remete a uma causa primeira. No fim, acho que cada um encontra seu próprio caminho entre o que sabe e o que acredita.
2026-03-22 00:50:18
2
Alle Antworten anzeigen
Code scannen, um die App herunterzuladen
Verwandte Bücher
Quando a Eternidade se Torna Uma Mentira
Cocojam
10
2.2K
A guerra entre vampiros e lobisomens se arrasta há séculos. Mas Dorian, o príncipe vampiro, quebrou todas as regras e se uniu a mim — uma lobisomem.
Os Anciões o puniram por isso.
Então, ele foi acorrentado com prata sagrada por dias seguidos. Foi forçado a beber sangue de bestas. Quase morreu em um batismo de água benta.
Mas, quando me viu novamente, seus olhos estavam vermelhos de sangue enquanto ele beijava minhas lágrimas.
— No momento em que nos unimos, fiz um juramento — ele sussurrou. — Você é minha companheira eterna. Nunca vou abandoná-la.
Por fim, sua família — os Valkyries — concordou. Mas havia uma condição.
Ele poderia deixar o mundo dos vampiros comigo. Mas precisava dar à família um novo e poderoso herdeiro com Liliana, a nobre puro-sangue.
Dorian me abraçou, com a voz de desespero.
— Por favor, Freya. Espere só mais um pouco. Mais alguns anos, e poderemos ir para o mundo humano. Poderemos ter nossa eternidade.
Eu esperei. Noite após noite, ele ia para a cama dela. Cem noites de traição se passaram antes que ela finalmente engravidasse.
Mas a filha deles, Aria, nasceu sem a marca correta da linhagem. Não podia ser a herdeira. Eles precisavam ter outro filho.
Suportei mais duzentas noites de traição. Liliana estava grávida outra vez.
Mas, um dia, a luz do sol de alguma forma inundou o quarto de Aria. Ela estava morrendo.
Todos acharam que fui eu.
Fui trancada em um porão revestido de prata. O rosto de Dorian era uma máscara de dor e exaustão quando ele me confrontou.
— Eu disse que poderíamos partir depois que a próxima criança nascesse. Você é a única aqui imune ao sol. Por que machucaria minha filha?!
Lágrimas escorriam pelo meu rosto inchado enquanto eu tentava negar, mas o veneno da prata, queimando meus ossos, já havia roubado minha voz.
Quando a porta se abriu novamente, a minha loba estava desaparecendo.
Forcei-me a ficar de pé e caminhei em direção aos Anciões Valkyrie. O vínculo eterno que ele prometeu? Eu cheguei ao limite.
Sou uma lobisomem, grávida de oito meses do filho híbrido do meu companheiro vampiro.
Quando as contrações começaram, meu companheiro vampiro, Justin, me trancou dentro de um caixão de gelo talhado com runas destinadas a impedir o parto.
Eu gritei. Eu implorei. Ele apenas disse:
— Espere.
Mas tudo aquilo era por causa da sua paixão de infância, Isolde.
A vampira de sangue puro havia usado magia negra de sangue para conceber o herdeiro puro de Justin sem sequer ter relações com ele.
Uma antiga profecia assombrava o clã.
O primeiro filho vampiro nascido em mil anos receberia a bênção suprema do Progenitor.
Ele purificaria a linhagem. Quebraria uma maldição que vinha sendo carregada por gerações.
— Essa honra pertence ao filho de Isolde — disse Justin, com a voz fria como gelo.
— Você já tem o meu amor, Gracie. Este caixão só garante que você dê à luz depois dela.
A dor das contrações rasgava meu corpo. Implorei para que ele me levasse ao Santuário da Fonte de Sangue.
Justin se inclinou. Seus dedos gelados agarraram meu queixo. Seus lábios ficaram tão próximos dos meus que seu sussurro soou como uma ameaça.
— Pare com essa encenação. Eu deveria ter percebido antes. Você nunca me amou. Era uma excluída no mundo dos lobisomens. Só queria meu poder e meu título.
— Está tão desesperada que arriscaria a vida do nosso filho com seus truques selvagens de loba só para arruinar a bênção de um sangue-puro... Você é venenosa.
Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Eu tremia, minha voz se partindo.
— O bebê está vindo... eu não consigo impedir. Por favor... faço um juramento de sangue! Eu não me importo com a bênção. Eu só quero você!
Ele soltou um riso de desprezo, embora um traço de mágoa traída atravessasse seus olhos.
— Se você me amasse, não teria corrido para minha mãe. Não teria envenenado a mente dela contra Isolde.
— Voltarei depois que ela receber a bênção. Afinal, a criança que você carrega também é minha.
Ele ficou de guarda do lado de fora do santuário onde o ritual de Isolde acontecia.
Não pensou mais em mim. Não até ver o halo da bênção coroar Isolde.
Então ordenou ao seu servo de sangue que me libertasse. Mas a voz do servo tremia de terror.
— Meu senhor... senhora Gracie e a criança... os sinais de vida... desapareceram.
Naquele instante, o mundo de Justin se despedaçou.
O terceiro filho da chave dos dois mundos, irá nascer para desbloquear um dos pilares do universo e fazer a substituição do representante, será o guerreiro mais perfeito do universo, será a criatura mais perfeitamente feita para o seu destino. A sua metade será a mistura perfeita de uma fada e um bruxo e juntos iram trilhar o destino deles. o terceiro filho da chave dos dois mundos só conseguirá cumprir o seu destino assim que encontrar a sua companheira.
Klaus Vodmont, terceiro filho de Sky e Kayvrel Vodmont. Ele irá mostrar que até à perfeição é imperfeita.
Quem é Klaus Vodmont?
Tenha a certeza que essa pergunta é feita por diversos seres de todo o universo.
Ele é considerado o Vodmont mais complexo.
Ele é tão diferente e ao mesmo tempo igual aos outros.
Ele é perfeito e imperfeito ao mesmo tempo.
Ele é uma confusão de bom e mau.
Ele é pode ser um Anjo como pode ser um Demónio.
Ele pode ser o seu sorriso, como pode ser suas lágrimas.
Ele pode te abraçar e no segundo seguinte te enforcar.
Ele é inconstante...
Ninguém sabe o que esperar dele, ninguém sabe porra nenhuma sobre ele.
Ele é um completo mistério...
Ele é incompreensível...
A pergunta é
Você está disposto a desvenda-lo?
Você está disposto a comprender Klaus Vodmont?
Klaus não é para qualquer um...
Só os fortes vão aguentar...
Aquele que Eu Escolher Vai Virar o Grande Padrinho
uni
0
2.2K
Meu pai era o Don da família Moretti e o padrinho que mandava em todo o império da máfia. Minha mãe era a chefe da família Carter e a presidente do Conselho da Corporação Multinacional Carter.
Eles tinham escolhido dois noivos para mim.
Um era Damian, o CEO mundialmente famoso da Corporação Aegis.
O outro era Caesar, uma figura temível que controlava todo o comércio clandestino de armas.
No dia do banquete do meu vigésimo aniversário, aquele com quem eu escolhesse me casar se tornaria o padrinho que governaria todo o império da máfia.
Todo mundo ficou em choque quando eu escolhi Caesar, sem hesitar.
Eu tinha amado Damian profundamente desde a infância e, um dia, tinha jurado que só me casaria com ele.
Mas eles não faziam ideia de que eu tinha regressado do futuro.
No passado, eu me casei com Damian, como sempre quis. Só que, na nossa noite de núpcias, ele me traiu com a minha criada.
Depois, minha família descobriu e demitiu a criada. Eles a expulsaram de casa.
Damian me odiou por causa disso. Quando eu engravidei, ele levou mulheres diferentes para casa todas as noites e dormiu com elas bem na minha frente.
E, no dia em que tive um trabalho de parto difícil, ele desviou todos os recursos médicos. Ignorando minhas súplicas, ele fez com que eu e meu filho, que ainda não tinha nascido, sofrêssemos… e morrêssemos em agonia.
Ao voltar ao passado, eu decidi dar a ele a liberdade que ele tanto parecia querer. Sem pensar duas vezes, eu escolhi Caesar para ser o meu noivo.
Mas eu nunca imaginei que Damian também tinha renascido…
Eu fui forçada a trocar meu coração com o primeiro amor do meu marido. Depois disso, morri no corredor do hospital particular que ele mesmo criou.
Antes de eu morrer, meu filho de seis anos, Otávio Júnior, chorou e implorou a pai dele três vezes.
Na primeira vez, Otávio segurou a mão daquele homem e disse que eu estava vomitando sangue.
Ele riu com desprezo:
— Dessa vez ela finalmente aprendeu algo, até ensinou você a mentir.
Em seguida, ele mandou os seguranças expulsarem Otávio do quarto.
Na segunda vez, Otávio agarrou a manga de sua camisa e disse que eu estava delirando de dor.
Ele franziu a testa:
— É só uma troca de coração. Os médicos já disseram que ela não vai morrer.
Mais uma vez, os seguranças puxaram Otávio para fora.
Na terceira vez, Otávio se jogou no chão, segurou firme a barra da calça dele e chorou dizendo que eu já estava inconsciente.
Dessa vez, ele perdeu a paciência. Ele agarrou Otávio pelo pescoço e o jogou para fora do quarto:
— Eu já disse que Heloísa Dias não vai morrer. Se você vier aqui incomodar o descanso da Bianca Nunes de novo, eu juro que vou expulsar vocês dois deste hospital.
Desesperado para me salvar, Otávio penhorou seu escapulário, algo que ele considerava um tesouro, para uma enfermeira:
— Tia, eu não quero viver cem anos. Só quero que minha mamãe continue viva.
A enfermeira aceitou o escapulário e se preparou para me transferir para o último quarto disponível. Mas o primeiro amor do meu marido, Bianca, bloqueou a porta com seu cachorro no colo e disse:
— Sinto muito, garotinho. Seu pai está preocupado que eu me sinta sozinha sem o meu cachorro. Este quarto foi reservado para meu cachorro.
Meu corpo amadureceu mais rápido que o das outras meninas da minha idade.
Quando fiz dezoito anos, meu irmão superprotetor teve medo de que eu fosse enganada ou que alguém se aproveitasse de mim, então pediu para que o melhor amigo dele tomasse conta de mim.
Mas, desde a primeira vez em que nos conhecemos, aquele homem não conseguia tirar os olhos do meu corpo.
Quando terminei a faculdade, ele começou a ultrapassar os limites, repetidas vezes.
Durante o dia, ele era meu chefe. À noite, eu era sua "assistente pessoal".
Por quatro anos, mantivemos nosso caso em segredo.
Ele me moldou exatamente do jeito que ele gostava. E a pior parte? Eu deixei.
Foi assim até o dia em que sua ex-noiva voltou do exterior. Ele saiu da minha cama no meio da noite e correu direto ao aeroporto para buscá-la.
Humilhada, mas ainda incapaz de desistir, eu corri atrás dele, apenas para vê-lo acariciar com delicadeza o cabelo de outra mulher bem na minha frente.
Ele se virou e disse:
— Jennifer Huckabee, quatro anos atrás, você se aproveitou de que eu estava bêbado e se arrastou até a minha cama. O jeito que você está agindo agora... é definitivamente patético.
Ele olhava para ela com carinho e gentileza, enquanto eu, só recebia um olhar gelado e debochado.
Naquele instante, eu entendi: desde o começo, aquilo nunca foi amor.
Então, abaixei minha cabeça e enviei uma mensagem para meu irmão, aceitando a proposta de casamento da família Sinclair. Depois disso, me virei para aquele homem e disse com um sorriso no rosto:
— Tudo bem, então. Adeus.
Essa pergunta sempre me faz mergulhar em reflexões profundas sobre fé e lógica. Quando li 'O Gene Egoísta' de Richard Dawkins, ele argumenta que a ideia de um criador infinitamente complexo apenas empurra o problema da origem para trás. Mas minha avó, com sua sabedoria simples, me disse uma vez: 'Se o universo precisa de uma causa, Deus é a resposta que não precisa ser causada'.
Estudiosos como Tomás de Aquino defendiam que Deus é o 'Ato Puro', existindo além da cadeia de causas. É como tentar explicar a cor do vento – nossa linguagem e conceitos talvez não capturem algo que transcende tempo e matéria. A beleza está justamente no mistério que nos convida a pensar além do óbvio.
Essa pergunta me fez mergulhar numa reflexão profunda sobre as narrativas cosmogônicas. A Bíblia, no livro de Gênesis, apresenta Deus como existente desde sempre, sem origem – 'Eu sou o que sou'. Diferente de mitologias como a grega, onde Zeus surge de Cronos, o conceito judaico-cristão é de um ser incriado. Nas religiões abraâmicas, tentar definir a origem de Deus seria como querer encontrar o início do infinito.
Já no hinduísmo, Brahma (o criador) emerge de Vishnu, mas há ciclos cósmicos que transcendem até esses deuses. A beleza está na diversidade: enquanto algumas tradições buscam lógica causal, outras abraçam o mistério. Meus debates com amigos sobre isso sempre terminam em risadas, porque no fim, cada religião oferece um mapa diferente para o mesmo território desconhecido.
Lembro de uma noite de inverno quando meu avô apontou para o céu e me contou sobre a Estrela de Belém. Ele era um astrônomo amador e adorava misturar ciência com histórias. A explicação mais fascinante que ele me deu foi sobre uma conjunção planetária entre Júpiter e Saturno. No ano 7 a.C., esses dois planetas se alinharam três vezes em uma curta período, criando um ponto de luz intensa no céu.
Outra teoria envolve um cometa brilhante, como o Halley, que teria sido visível naquela época. Mas o que mais me encanta é como a ciência tenta decifrar um evento que, para muitos, transcende a explicação racional. Mesmo com todas as hipóteses, parte de mim prefere a magia da narrativa bíblica.