Existe Uma Continuação Para 'Natal Fora Do Tempo'?
2026-04-02 15:15:10
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NeneSol
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4 Respostas
Clara
Booklover
Policial
Sai notícia esses dias que o autor estava no estúdio de uma produtora famosa. Será que é sinal? 'Natal Fora do Tempo' tem tudo para virar uma série ou até mesmo uma franquia. A narrativa é visual demais! Se não for uma sequência, pelo menos uma graphic novel seria um sonho. Mal posso esperar para saber.
2026-04-05 00:52:05
16
Henry
Radar literário
Taxista
Meu lado fã de ficção histórica adoraria uma continuação! A ambientação da era vitoriana combinada com elementos sobrenaturais foi brilhante. Já vi teorias online sugerindo que o autor pode estar trabalhando em algo, mas nada concreto. Enquanto isso, recomendo 'Os Livros de Peculiar' para quem curtiu a atmosfera. A espera pode ser longa, mas histórias assim sempre valem o tempo.
2026-04-06 07:33:35
14
Brooke
Leitor atento
Violinista
Cara, que pergunta boa! 'Natal Fora do Tempo' é daqueles livros que ficam na cabeça mesmo depois de fechar a última página. Até onde sei, não tem sequência confirmada, mas não duvido nada que o autor esteja planejando algo. O final deixou um espaço enorme para continuar, principalmente se explorar o destino da protagonista depois daquela viagem no tempo. Fiquei tão investido na jornada dela que qualquer novidade seria um prêmio.
2026-04-06 12:50:24
8
Zachary
Grande leitor
Recepcionista
Lembro que quando terminei de ler 'Natal Fora do Tempo', fiquei com aquela sensação de quero mais. A história tinha um clima tão único, misturando fantasia e nostalgia, que seria incrível ver uma continuação. Pesquisei bastante e descobri que o autor ainda não anunciou nada oficialmente, mas há fãs especulando sobre possíveis spin-offs ou até mesmo uma adaptação para outras mídias. Acho que o universo criado tem tanto potencial para explorar outros períodos históricos ou até mesmo focar em personagens secundários.
Enquanto esperamos, sempre dá para reler o livro ou buscar histórias com uma vibe parecida. 'O Orfanato da Srta. Peregrine' tem um pouco dessa mistura de melancolia e magia, embora o tom seja mais sombrio. De qualquer forma, torcer para que o autor surpreenda a gente no futuro!
2026-04-07 03:03:18
10
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Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
Na Alcateia da Coroa Lunar, a lei não admite exceções: toda loba que completa vinte e nove anos sem selar um vínculo de companheiros deve voltar ao território para o Ritual da Escolha Lunar, no qual o próprio Alfa escolherá um companheiro para ela.
Quando coloquei a convocação da alcateia diante de Gabriel, ele apenas riu.
— Seu povo ainda vive no século passado? Eu vou cumprir minha palavra, mas não tente me pressionar com essas leis absurdas.
Então, tirou do bolso a caixinha que eu sonhava em receber havia tanto tempo e a lançou, sem cerimônia, para Isadora Nogueira, sua jovem secretária.
A jovem loba se atrapalhou para pegar a caixinha, e as pontas de suas orelhas ficaram vermelhas no mesmo instante.
— Eu pretendia assumir você oficialmente esta noite. Mas parece que o título importa mais para você do que o nosso sentimento. Talvez seja melhor darmos um tempo. — Disse ele.
Gabriel saiu sem olhar para trás.
O escritório mergulhou num silêncio assustador.
Fiquei encarando a caixinha do anel, sem conseguir entender de imediato o que acabara de acontecer.
O anel do vínculo, símbolo de tudo o que eu havia esperado durante anos, agora estava nas mãos de outra loba.
Isadora tentou devolvê-lo.
— Lívia... estou devolvendo isto a você. Afinal, o presidente Gabriel comprou o anel para você.
Não aceitei.
— Ele deu a você. Fique com ele.
Em seguida, peguei a convocação e abriu a porta.
— Diga ao Gabriel que, no dia do Ritual da Escolha Lunar, não vou mais esperar por ele.
Passei toda a minha vida vivendo à sombra da minha irmã, Juliana, a mulher que todos no círculo dos herdeiros da máfia adoravam e protegiam.
Ela não fazia ideia de que eu havia renascido.
Assim como na minha vida anterior, ela sorriu de forma doce e gentil, insistindo para que eu escolhesse meu noivo primeiro, fingindo ser atenciosa e generosa.
Mas, desta vez, eu recusei.
Na minha vida passada, acreditei ingenuamente que ela tinha boas intenções.
Casei-me com o homem que ela recomendou, Chester Kane, um herdeiro que diziam estar paralisado após uma emboscada.
Abandonei meu direito de herança para me tornar sua cuidadora, seu apoio e remédio contra a solidão.
No entanto, não importava a quantidade de carinho que eu desse, o coração dele permanecia congelado.
A verdade só veio à tona durante a celebração da gravidez da minha irmã.
Quando um assassino de uma família rival apontou a arma para a barriga dela, o homem que não se levantava havia anos subitamente ficou de pé.
Ele me empurrou direto para frente do cano.
As sete balas atravessaram meu útero.
Enquanto eu caía, vi-o puxar minha irmã para seus braços, protegendo-a com o próprio corpo e tomando o último tiro por ela.
Só então entendi.
Ele nunca esteve paralisado. Sua família nunca o havia abandonado.
Ele fingiu estar doente porque o coração de Juliana pertencia a outro homem, e ele se recusava a ficar preso a mim.
— Desculpe, Tania. — Ele disse.
— Eu menti para você. Mas eu não podia deixar Juliana perder o herdeiro que ela carrega. Vou pagar o que te devo na próxima vida.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta ao dia em que meu pai pediu que escolhêssemos nossos parceiros de casamento.
Desta vez, eu não escolhi ninguém.
Mas, naquela época, eram eles que imploravam pelo meu amor.
A guerra entre vampiros e lobisomens se arrasta há séculos. Mas Dorian, o príncipe vampiro, quebrou todas as regras e se uniu a mim — uma lobisomem.
Os Anciões o puniram por isso.
Então, ele foi acorrentado com prata sagrada por dias seguidos. Foi forçado a beber sangue de bestas. Quase morreu em um batismo de água benta.
Mas, quando me viu novamente, seus olhos estavam vermelhos de sangue enquanto ele beijava minhas lágrimas.
— No momento em que nos unimos, fiz um juramento — ele sussurrou. — Você é minha companheira eterna. Nunca vou abandoná-la.
Por fim, sua família — os Valkyries — concordou. Mas havia uma condição.
Ele poderia deixar o mundo dos vampiros comigo. Mas precisava dar à família um novo e poderoso herdeiro com Liliana, a nobre puro-sangue.
Dorian me abraçou, com a voz de desespero.
— Por favor, Freya. Espere só mais um pouco. Mais alguns anos, e poderemos ir para o mundo humano. Poderemos ter nossa eternidade.
Eu esperei. Noite após noite, ele ia para a cama dela. Cem noites de traição se passaram antes que ela finalmente engravidasse.
Mas a filha deles, Aria, nasceu sem a marca correta da linhagem. Não podia ser a herdeira. Eles precisavam ter outro filho.
Suportei mais duzentas noites de traição. Liliana estava grávida outra vez.
Mas, um dia, a luz do sol de alguma forma inundou o quarto de Aria. Ela estava morrendo.
Todos acharam que fui eu.
Fui trancada em um porão revestido de prata. O rosto de Dorian era uma máscara de dor e exaustão quando ele me confrontou.
— Eu disse que poderíamos partir depois que a próxima criança nascesse. Você é a única aqui imune ao sol. Por que machucaria minha filha?!
Lágrimas escorriam pelo meu rosto inchado enquanto eu tentava negar, mas o veneno da prata, queimando meus ossos, já havia roubado minha voz.
Quando a porta se abriu novamente, a minha loba estava desaparecendo.
Forcei-me a ficar de pé e caminhei em direção aos Anciões Valkyrie. O vínculo eterno que ele prometeu? Eu cheguei ao limite.
Ao renascer, decidi preencher o nome da minha irmã no pedido de casamento.
Desta vez, realizarei o desejo de Rafael Loureiro.
Nesta vida, fui mais rápida que ele ao vestir o vestido de noiva na minha irmã e colocar o anel de noivado no dedo dela.
Eu mesma orquestrei cada encontro entre ele e minha irmã.
Quando ele levou minha irmã para São Paulo, não hesitei e fui para o sul, estudar na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Tudo porque, na minha vida passada, quando eu já estava na meia-idade, ele e nosso filho ainda me imploravam pelo divórcio.
Assim, concretizarei o último laço amoroso entre ele e minha irmã.
Nesta nova vida, só quero alçar voo, livre de paixões.
Bruno Sampaio adiou nosso casamento por uma semana, alegando que precisava viajar ao exterior para resolver um projeto urgente.
Eu tentei ser compreensiva, e disse:
— O projeto é muito importante. Volte logo, amor.
No primeiro dia após sua partida, Carolina Vicente, a gerente de projetos internacionais da empresa, enviou-me uma fotografia.
Nela, Bruno a beijava sob as deslumbrantes luzes da aurora boreal, na Islândia.
Não telefonei para confrontá-lo.
Apenas cancelei, em silêncio, o salão e o banquete do casamento que já estavam reservados há meses.
No segundo dia, Bruno se ajoelhou diante de Carolina em uma romântica praia de areia escura e colocou em seu dedo um anel de noivado com um diamante de três quilates.
Sem dizer uma única palavra, fui ao hospital e interrompi a gravidez.
No terceiro dia, Bruno e Carolina se entregaram a jogos íntimos em uma pousada à beira-mar.
Então, procurei a mãe dele.
— Não pretendo mais me casar com o Bruno.
Descobri 'Natal Entre Vizinhos' durante uma maratona de filmes de fim de ano e fiquei completamente apaixonado pela atmosfera aconchegante que ele cria. A história tem esse charme simples, mas profundo, sobre conexões humanas. Até agora, não há sinal de uma sequência oficial, o que me deixa dividido. Por um lado, adoraria revisitar aqueles personagens, mas por outro, o final fechado tem sua própria beleza. Talvez o melhor seja deixar a magia desse universo intacta, como um presente que só desembrulhamos uma vez por ano.
Mas cá entre nós, se um dia anunciarem 'Natal Entre Vizinhos 2', você me encontra na primeira fila do cinema com um copo de chocolate quente. Enquanto isso, recomendo explorar filmes similares como 'Love Actually' ou 'O Presente' – eles capturam um pouco da mesma essência calorosa que fez o original tão especial.
Descobri 'Natal Foro do Tempo' quase por acidente, numa dessas tardes chuvosas em que a livraria virou meu refúgio. A capa vintage me fisgou, e a sinopse prometia uma mistura de realismo mágico com saudade – e acertou em cheio. A história acompanha um relojoeiro solitário que, ao consertar um antigo relógio de carrilhão, acaba transportado para Natais passados de sua própria vida, revisitando memórias perdidas e segredos familiares. O que mais me pegou foi como o autor constrói essa jornada temporal com delicadeza, usando cada engrenagem do relógio como metáfora para ciclos de perdão e redenção.
Li tudo em uma sentada, com aquela sensação de que o livro foi escrito sob medida para quem já sonhou em consertar pedaços do próprio passado. A cena em que o protagonista encontra a mãe jovem, antes de ela adoecer, me fez chorar feito criança – e olha que nem sou de lacrimejar fácil com ficção. O final aberto, entre o sonho e a realidade, ainda me dá arrepios toda vez que releio em dezembro.
Lembro que quando assisti 'Contra o Tempo' pela primeira vez, fiquei completamente vidrado naquela premissa de tempo sendo usado como moeda. A tensão constante, a corrida contra o relógio... tudo isso me fez pensar muito sobre como valorizamos nosso tempo. Desde então, fico de olho em qualquer notícia sobre uma possível sequência. Até agora, nada confirmado, mas rolam rumores desde 2011 sobre um roteiro em desenvolvimento. O diretor Andrew Niccol mencionou em entrevistas que tem ideias, mas parece que o projeto está em algum limbo criativo.
Ainda assim, a esperança nunca morre. O final do primeiro filme deixou espaço para mais histórias, especialmente com aquele universo distópico tão rico. Seria incrível explorar mais aquela sociedade desigual, talvez até expandir para outras cidades ou mostrar o que aconteceu com os personagens depois. Enquanto isso, recomendo 'In Time' (título internacional) para quem não conhece – é o mesmo filme com nome diferente em alguns países!