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Odorat
Personnalité
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Désir secret
Ton côté obscur
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2 Réponses
Sadie
Colaborador
Terapeuta
Tem um ditado antigo que diz 'grilo cantando no verão, calor pra dedéu'. E faz todo sentido! Esses bichinhos são termômetros naturais. Quando o termômetro dispara, a sinfonia deles aumenta junto. Já experimentei ficar numa varanda em noites quentes de janeiro contando quantos grilos diferentes conseguia identificar pelo som. Cada um tem seu tom próprio, alguns mais agudos, outros mais graves. Essa variedade sonora some quando o frio chega, deixando as noites de inverno estranhamente silenciosas. A natureza é mesmo sábia em seus ciclos.
2026-06-14 22:11:30
3
Violet
Leitor ativo
Designer
Lembro de uma noite de verão quando eu estava acampando com uns amigos. O calor estava insuportável durante o dia, mas à noite, quando a temperatura baixava um pouco, era como se os grilos tivessem uma festa. O som deles ecoava por todo o campo, criando uma trilha sonora perfeita para aquelas horas de conversa sob as estrelas. Acho fascinante como esses insetos parecem sincronizar seus cantos, quase como uma orquestra invisível. Pesquisando depois, descobri que os grilos realmente são mais ativos no verão porque as temperaturas mais altas aceleram seu metabolismo, fazendo com que cantem mais para atrair parceiros. É incrível como a natureza tem esses pequenos ritmos que muitas vezes passam despercebidos no nosso dia a dia.
Além disso, já percebi que no outono o canto dos grilos diminui bastante. Acho que é porque eles sabem que o frio está chegando e precisam economizar energia. Mas no verão? É como se eles soubessem que é a hora de brilhar. Às vezes fico imaginando como seria se os humanos tivéssemos essa mesma sensibilidade às estações do ano, talvez seríamos menos resistentes às mudanças e mais conectados com os ciclos naturais.
2026-06-16 04:54:44
2
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Meu pai nos levou ao mercado negro para escolher um par de gêmeos como nossos guarda-costas.
Minha mana escolheu primeiro o irmão mais velho, alto e forte, e me deixou com o caçula, o "mudo" que mal respirava.
Com pena dele, acabei deixando que ficasse ao meu lado.
Ele não falava, então eu o levava para procurar médicos e remédios.
Ele tinha uma mania séria de limpeza, então eu mantinha distância.
Eu achava que ele só tinha passado por algum trauma para ficar daquele jeito.
Até que os inimigos do meu pai sequestraram a mim e à minha mana.
E ele me largou para trás, escolhendo sem hesitar morrer bloqueando a bala pela minha mana.
Antes de morrer, ele falou pela primeira vez, com os olhos vermelhos, olhando para ela:
— Finalmente você pode me ver.
E, para mim, ele disse:
— Na próxima vida... por favor, não me escolha.
Só então percebi que ele não era mudo, nem tinha mania de limpeza.
Esse "mudo" e essa "mania" eram só para mim e mais ninguém.
Quando abri os olhos de novo, voltei ao dia em que fomos escolher os guarda-costas.
Desta vez, fiz exatamente como ele queria.
A velha amiga de infância de Valentim Leal, Dalila Travassos, voltou a ocupar o banco do carona.
Dessa vez, não fiz escândalo. Fui direto pro banco de trás, sentando ao lado do melhor amigo dele, Guilherme Novaes.
Com o carro sacolejando na estrada, meu joelho roçou na coxa firme e tensa do Guilherme.
Não tirei. Ele também não se mexeu.
Na parada do posto, Dalila arrastou o Valentim pro banheiro.
Assim que as portas se fecharam, Guilherme segurou minha nuca e me beijou.
Perdida naquele beijo quente e confuso, pensei:
Desconfiar dos homens. Entender os homens. Virar um deles. Essa é a grande verdade.
Após oito anos de casamento, finalmente engravidei do filho de Claude Frey.
Essa é minha sexta tentativa de fertilização in vitro e também a última. O médico disse que meu corpo não suportaria passar por isso outra vez.
Estou radiante, pronta para contar a ele a notícia.
Mas, uma semana antes do nosso aniversário de casamento, recebo pelo correio uma foto anônima.
Nela, Claude está abaixado, beijando a barriga grávida de outra mulher.
Ela é a namorada de infância dele, aquela que a família viu crescer. Gentil, educada… o tipo de nora com que qualquer família sonha.
O mais irônico é que todos já sabem da gravidez dela.
Todos, menos eu.
Sou apenas a piada no meio de todos eles.
Então percebo que o casamento que venho sustentando, apesar de todas as dores e feridas, nunca passou de uma mentira cuidadosamente construída.
Tudo bem.
Eu não quero mais Claude.
E nunca permitiria que meu filho nascesse em um mundo erguido sobre mentiras.
Reservo minha passagem para ir embora no dia do nosso oitavo aniversário de casamento.
Também seria o dia em que ele finalmente me levaria para ver o mar de rosas.
Antes de nos casarmos, Claude prometeu criar um mar de flores só para mim.
Mas, em vez disso, eu o encontro diante do jardim de rosas, beijando sua namorada de infância grávida.
Depois que vou embora, ele começa a me procurar desesperadamente.
— Não vai embora, por favor… — ele implora. — Eu estava errado. Por favor, não me deixa.
Só então ele se lembra da promessa que me fez e planta as rosas mais bonitas do mundo naquele jardim.
Mas eu já não preciso mais delas.
Minha irmã era autista. Os médicos chamavam isso de "sobrecarga sensorial severa". A regra era simples: nada de barulhos repentinos. Nunca.
Então, minha vida inteira foi vivida em silêncio.
Eu nunca usava salto alto. Nunca levantava a voz. Nem sequer tinha permissão para rir. Tudo isso para evitar que ela tivesse uma crise.
Meu pai, Victor, o Don da família Castellano, segurava meu ombro.
Seu rosto era uma máscara de culpa.
— Sera, você é minha boa menina. Proteger sua irmã é nosso dever. Você é saudável e forte. Pode fazer um pequeno sacrifício por ela, não pode?
Naquele dia, eu estava na varanda do segundo andar e, sem querer, derrubei um vaso de rosas brancas.
O barulho do vaso se estilhaçando fez minha irmã, que tomava sol no jardim lá embaixo, entrar em uma crise.
Pela primeira vez, Victor olhou para mim como se eu fosse a inimiga. Ele gritou:
— Você não consegue simplesmente ficar em silêncio? Quer deixá-la louca?
Minha irmã recuou, apavorada, até bater em uma mesa de vidro, soltando um grito agudo.
Victor passou correndo por mim, tomado pela raiva e pelo pânico. Ele esbarrou em mim na escada quando eu estava descendo para ajudá-la.
Perdi o equilíbrio e bati o peito com força contra a ponta afiada de um poste do corrimão de ferro forjado.
Uma dor intensa explodiu no meu peito. Abri a boca para gritar, mas nenhum som saiu.
Minha família inteira correu para cercar minha irmã, que gritava desesperadamente. Ninguém sequer olhou para mim.
Meus pulmões se encheram de sangue. Eu estava me afogando no chão.
Todos achavam que minha irmã, a autista, era quem precisava do conforto da família. Achavam que eu apenas tinha caído. Que eu podia esperar.
Eles estavam errados.
Estou prestes a firmar um vínculo de sangue com outro lorde vampiro.
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Ele está ocupado demais se aproximando da nova assistente humana dele, Sylvia.
Eles passam noites inteiras no escritório, sob o pretexto de "pesquisar sangue sintético".
Ele até transformou o nosso aniversário de cem anos na festa de aniversário dela.
Diante de todos, Kaelan apresentou a ela um bolo Floresta Negra decorado com Sinos de Prata.
Eles riam, passando glacê um no outro. Até esqueceram que aquelas flores são um veneno mortal para mim.
Meu poder se despedaçou. A agonia me rasgou por dentro enquanto sombras se agitavam, incontroláveis. Os guardas da minha família tiveram que arrastar meu corpo convulsionando para longe. E, enquanto eu me recuperava sozinha no caixão frio e escuro, Kaelan ainda estava na festa, se banhando nos aplausos para ele e Sylvia.
O sangue em minhas veias virou gelo. Um século de amor e esperanças virou cinzas.
Naquele momento, eu aceitei o acordo da minha família. Sem hesitar.
Uma união com o lorde do Trono de Obsidiana — um vampiro que dizem ser a própria encarnação do poder.
Esperei por três horas na festa de aniversário do meu namorado, Dário Montenegro.
Ele deveria ser o centro das atenções, chegar com elegância, de mãos dadas comigo.
Mas não.
Foi a “eterna paixão” dele, Evelina Fernandes, quem ligou — dizendo que torceu o tornozelo — e o chamou direto pro hospital.
Lá, ela gravou um vídeo deles se beijando.
Na cena, Dário, que sempre disse estar com as pernas paralisadas, se levanta, empurra Evelina contra a porta e se entrega ao momento.
— Dário, por que você nunca contou pra Lívia que suas pernas já estavam boas?
E ele, com a voz mansa e melada:
— Se ela souber, vai insistir pra eu casar com ela. Lívia Vale? Ela não é nada. Só uma babá grátis. E acha que merece virar minha esposa?
Logo depois, ele e Evelina continuam se beijando com força.
Ela veste o vestido de noiva que eu mesma desenhei… e encara a câmera com provocação.
O vídeo termina ao som dos beijos.
Ele me enganou o tempo todo.
Joguei fora o bolo que tinha feito pra ele com tanto carinho.
Mandei uma mensagem pra minha mãe:
“Oi, mãe. Tá bom. Eu aceito ir no encontro que você marcou.”
Meu avô costumava me levar para passear no campo quando eu era criança, e uma das coisas que mais me intrigava era a diferença entre grilos e gafanhotos. Os grilos são mais escuros, quase marrom-escuro ou preto, e têm um corpo mais arredondado. Eles também são conhecidos pelo seu canto característico, que vem do atrito das asas. Adoro como esse som é associado a noites tranquilas no interior. Já os gafanhotos são mais esguios, com pernas traseiras longas para saltar, e geralmente têm tons verdes ou amarelados. Eles são mais ativos durante o dia e não emitem sons como os grilos.
Outra diferença fascinante está nos hábitos alimentares. Enquanto os grilos são onívoros, comendo de tudo um pouco, os gafanhotos são herbívoros e podem se tornar pragas em plantações. Lembro de uma vez em que vi um enxame de gafanhotos devastando um milharal, e foi assustador como eles conseguem comer tudo tão rápido. Já os grilos são mais discretos, vivendo em frestas e cantos escuros. Acho incrível como dois insetos tão parecidos podem ter comportamentos tão distintos.
Ah, essa pergunta me lembra a empolgação que sempre rola quando a Copa do Mundo está chegando! A música oficial deste ano é 'Tukoh Taka', uma colaboração explosiva entre Nicki Minaj, Maluma e Myriam Fares. A vibe é super energética, misturando reggaeton, pop e elementos do Oriente Médio – perfeita pra animar os jogos.
Eu particularmente adorei como eles conseguiram unir artistas de culturas tão diferentes, criando algo que parece feito pra torcer junto com o mundo inteiro. A Nicki Minaj soltando versos rápidos, o Maluma com aquele charme latino e a Myriam Fares trazendo um toque único... É a combinação que a gente nem sabia que precisava! Já tá no meu playlist de treino, porque dá até um gás extra nos exercícios.