Take a quick quiz to find out whether you‘re Alpha, Beta, or Omega.
Scent
Personality
Ideal Love Pattern
Secret Desire
Your Dark Side
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4 Answers
Piper
Colaborador
Dentista
Curtindo um debate sobre filmes nacionais, lembro que 2017 foi um ano interessante para o terror brasileiro. 'As Boas Maneiras' se destaca, misturando horror e drama social de uma forma que só o cinema nacional sabe fazer. Dirigido por Juliana Rojas e Marco Dutra, o filme traz uma babá contratada por uma misteriosa mulher grávida, e a trama desenrola surpresas sombrias. A atmosfera é tensa, quase claustrofóbica, e a crítica aos códigos de classe é afiada.
Outra pérola é 'O Animal Cordial', dirigido por Gabriela Amaral Almeida. Ele explora violência e isolamento através de uma mulher que sequestra um motorista de aplicativo. A narrativa é crua, quase como um soco no estômago, e o final é daqueles que ficam ecoando na cabeça. Vale a pena para quem gosta de terror psicológico com um toque de realidade brutal.
2026-02-22 00:47:15
4
Peter
Leitor ativo
Jornalista
Se tem uma coisa que me fascina, é como o terror brasileiro consegue ser tão único. Em 2017, 'A Mata Negra' trouxe uma história sobrenatural envolvendo uma família e segredos ancestrais. O filme tem aquela vibe de conto folclórico, cheio de mistério e uma fotografia que amplia a sensação de desconforto. Não é aquele susto fácil, mas uma construção lenta de tensão.
E não dá para esquecer de 'Os Parecidos', um terror sci-fi que remete aos filmes B dos anos 50, mas com um charme local. A premissa é simples: passageiros de uma estação de trem começam a se tornar idênticos. O diretor, Isaac Ezban, brinca com paranoia e identidade, e o resultado é divertido e perturbador ao mesmo tempo. Ótimo para maratonas de fim de semana.
2026-02-22 21:58:54
6
Carter
Leitor atento
Radiologista
Em 2017, o terror nacional experimentou com gêneros e temas. 'O Vendedor de Passados' não é terror tradicional, mas sua trama sobre um homem que fabrica histórias falsas para clientes ricos tem um clima de suspense psicológico. A direção de Lula Buarque de Hollanda cria uma sensação de desconfiança constante.
E tem 'Os Senhores da Guerra', um thriller político com elementos de horror. Dirigido por Vicente Amorim, mostra um jornalista investigando crimes durante a ditadura militar. A violência histórica ganha um tom quase sobrenatural, tornando o filme assustador de um jeito diferente. Perfeito para quem gosta de terror com raízes reais.
2026-02-23 12:12:40
1
Beau
Resenhista
Radiologista
2017 teve filmes de terror brasileiros que desafiaram expectativas. 'O Filme da Minha Vida', do Selton Mello, não é terror puro, mas tem elementos fantásticos e melancólicos que beiram o macabro. A história de um professor que revisita sua infância e encontra um segredo familiar é cheia de simbolismos e uma narrativa que flerta com o surreal.
Já 'Kill Me Please', dirigido por Anita Rocha da Silveira, é um coming-of age com pitadas de slasher. A história segue uma adolescente obcecada por mortes violentas enquanto sua cidade é assombrada por um serial killer. O filme é visualmente hipnótico e questiona a fascinação pelo grotesco. Ideal para quem curte terror com uma dose de crítica social e estilo à la 'A Suspiria'.
2026-02-24 02:25:41
3
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Retorno à Noite Trágica: A Luta pela Verdade
Álamo
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Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava.
Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada.
Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível.
Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim.
Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado.
Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão.
Meu amigo de infância, agora médico legista, apresentou o laudo da autópsia e me incriminou.
Sem ter como me defender, acabei sendo espancada até a morte pelos familiares do menino, tomados pela fúria.
Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta àquela noite.
Eu entrei num jogo de terror e, por causa da miopia pesada, não enxerguei nada direito.
Acabei cuidando da menina sinistra de vestido ensanguentado como minha filha, tratando o Boss final como marido, e honrando as velhas entidades como meus pais.
Na primeira vez que encontrei o Boss, agarrei os músculos do abdômen dele e suspirei:
— Que corpo ótimo… Pena que só é meio baixinho.
O Boss riu de raiva, encaixou a própria cabeça de volta no pescoço e rangeu os dentes:
— Tenho 1,86m. Olha de novo agora.
+21 Conteúdo explícito, tabu e viciante.
Você vai se arrepender. E ainda assim vai querer mais.
Ela gemia, mesmo quando sabia que era errado.
Ele apertava mais forte, puxava mais fundo e ela pedia mais.
Em Tabu: Amarras & Pecados, te leva por caminhos onde o desejo tem gosto de pecado, cheiro de couro, som de correntes e o peso de nomes que não deveriam estar na sua cama.
Aqui, o prazer é bruto, proibido, quente como ferro em brasa.
São contos que misturam submissão e poder, sangue e luxúria, amarras físicas e emocionais, corpos que se reconhecem mesmo quando o mundo diz que não deveriam.
Irmãos. Padrastos. Professores. Alunas.
Cada história é um convite indecente e você vai aceitar.
Esta coletânea não é para os fracos.
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Dois dias antes do Ano Novo, meu namorado, Murilo Santos, decidiu viajar para o litoral... Com a assistente dele.
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Pelo contrário, ajudei a fazer as malas dele, agindo como se estivesse tudo certo.
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— Agora que tá grávida, finalmente aprendeu a se comportar...
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Foi ali que tudo fez sentido.
Ele nunca me perdoou. Nunca esqueceu.
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Fui parar dentro de um jogo de romance interativo com uma missão: conquistar o protagonista, um rapaz frágil e de dar pena.
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[Usuária, eu mandei você para o lugar errado. Isto aqui é um jogo de terror! E o homem que você está provocando é o chefão deste jogo.]
Encarei os olhos vermelhos como sangue diante de mim, e meu sorriso travou no rosto.
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Três anos depois da minha morte, meu marido finalmente se lembrou da minha existência.
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Preocupado, procurou os vizinhos e começou a perguntar insistentemente por mim.
Uma vizinha olhou para ele com pena e disse:
— Você está falando da Carina? Ela morreu tem anos! Mesmo doente, arrancaram a medula dela. Voltou do hospital acabada e não aguentou.
Meu marido se recusou a acreditar. Estava convencido de que a vizinha mentia para ele.
Ele ficou vermelho de raiva, virou para mulher e gritou:
— Se ver ela, avisa: se não aparecer em 3 dias, não pago mais nada para o tratamento daquele bastardo que ela insistiu em criar.
A vizinha só suspirou, balançou a cabeça e resmungou baixinho:
— Coitada, mas a criança já morreu de fome faz tempo...
Eu lembro que 2019 foi um ano interessante para o terror brasileiro, com algumas pérolas que passaram despercebidas pelo grande público. 'A Mata Negra' foi um dos que mais me chamou atenção, misturando folclore local com uma narrativa claustrofóbica. A história segue um grupo de pesquisadores perdidos em uma floresta assombrada por lendas indígenas, e a fotografia consegue transmitir essa tensão de forma brilhante.
Outro que vale a pena é 'O Doutrinador', que mescla elementos de vigilante justiceiro com um toque sobrenatural. O filme tem uma vibe mais pulp, mas os momentos de terror são bem construídos. A trilha sonora também merece destaque, criando um clima pesado que complementa a violência gráfica.
Cara, 2025 promete ser um ano assustadoramente bom para o terror nacional! Já estou vendo a lista crescer e tem coisa que vai dar arrepios até nos mais corajosos. Um que me chamou atenção é 'Noite de Sangue no Sertão', misturando folclore brasileiro com um suspense de arrepiar. Outro que não posso esperar é 'O Quarto da Vó', que parece pegar aquela vibe claustrofóbica e dar um twist bem brasileiro.
E não para por aí! 'Cemitério dos Vivos' promete reviver aquele terror urbano que a gente adora, com uma pegada social bem interessante. Tem também 'A Hora do Espinho', que pelo trailer já dá pra ver que vai ser um terror psicológico daqueles que ficam na sua cabeça dias depois. Mal posso esperar para maratonar tudo!
2017 foi um ano incrível para os fãs de terror, com filmes que mexeram com a cabeça e o coração. 'Hereditário' é aquele filme que te persegue dias depois de assistir. A direção do Ari Aster cria uma atmosfera de desconforto constante, e a atuação da Toni Collette é de arrepiar. O filme não depende de jumpscares baratos, mas sim de uma tensão psicológica que vai se acumulando até o clímax devastador.
Outro que me marcou foi 'It: A Coisa'. O Pennywise do Bill Skarsgård é assustador de um jeito que mistura o bizarro com o tragicômico. A adaptação capturou perfeitamente o espírito do livro do Stephen King, e os jovens atores trouxeram uma camada emocional que surpreendeu. A cena do projetor é uma das mais criativas e perturbadoras que já vi no gênero.
Lembro que, quando mergulhei no catálogo da Netflix, fiquei surpreso com a qualidade do terror brasileiro. 'O Animal Cordial' me pegou desprevenido – aquele clima de tensão psicológica e violência crua é tão bem construído que você quase sente o calor do sertão e o cheiro de sangue. A direção da Gabi Rocha consegue transformar uma estrada poeirenta num palco de horrores que rivaliza com qualquer thriller internacional.
E não dá pra esquecer de 'As Boas Maneiras', que mistura terror gótico, folclore urbano e uma crítica social afiada. A dupla de diretores Juliana Rojas e Marco Dutra cria uma atmosfera de sonho perturbador, onde cada quadro parece pintado com nuances de medo e melancolia. O filme prova que nosso cinema pode reinventar até as lendas de lobisomem com uma identidade única.