Saback apareceu num programa de entrevistas semana passada, falando sobre sua carreira e projetos futuros. O que mais me chamou atenção foi como ele conseguiu tornar uma conversa simples em algo tão cativante, quase como se estivéssemos batendo um papo na mesa de um bar. Ele mencionou que está trabalhando num novo projeto audiovisual, mas não entrou em detalhes. Fiquei com água na boca!
2026-05-01 03:53:32
2
Sawyer
Crítico
Radiologista
Ele participou de um debate sobre influência digital no 'Café com Convidados', um programa matinal que discute tendências. Marcelo trouxe dados super interessantes sobre como a audiência consome conteúdo hoje, misturando estatísticas com experiências pessoais. Foi um daqueles momentos que te fazem parar para pensar: 'Nossa, ele realmente entende do que tá falando'. A forma como ele conectou cultura nerd ao mercado de trabalho foi brilhante.
2026-05-02 02:17:06
3
Gracie
Leitor atento
Eletricista
Marcelo Saback tem sido um nome bastante comentado nas redes sociais ultimamente, especialmente por conta de sua participação no reality show 'A Casa'. Ele trouxe uma energia única para o programa, com aquela mistura de humor e reflexão que só ele sabe fazer.
Lembro de um episódio em que ele resolveu cozinhar para os outros participantes e acabou criando um prato tão peculiar que virou meme. Além disso, suas discussões sobre cultura pop foram um dos pontos altos da temporada. Acho que ele conseguiu equilibrar entre entretenimento e conteúdo relevante, algo raro hoje em dia.
2026-05-02 20:26:25
5
Quinn
Comentador
Manicure
Vi ele no 'Late Night Show' há pouco tempo, e foi uma das entrevistas mais divertidas que já assisti. Marcelo tem um jeito descontraído de falar sobre coisas sérias, e o entrevistador pareceu genuinamente impressionado. Eles até brincaram sobre uma cena clássica de 'Friends', e Saback mostrou que é fã de comédia romântica dos anos 90. A química entre eles foi tão boa que até pensei: 'Por que não chamam ele todo mês?'
2026-05-03 17:15:05
3
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Além do Nome DeLuca
Gemma
0
14.6K
Uma semana antes da Páscoa, Adrian me deu sete dias de folga e colocou uma passagem para Estocolmo dentro da minha bolsa.
Achei que ele finalmente estava aprendendo a se importar.
Então eu o ouvi conversando com nosso filho na escada.
— Papai, você vai mesmo se casar com a tia Bianca? E a mamãe?
Noah estava segurando seu carrinho em miniatura, tentando parecer corajoso.
Adrian ficou em silêncio por um momento.
— É apenas um casamento no papel. Matteo se foi. Bianca e Sophia estão expostas, e eu não posso deixá-las assim. Elas precisam do nome DeLuca para proteção.
— A mamãe sabe?
— Ela não pode saber — a voz dele suavizou. — Não conte isso a ela, Noah. No seu aniversário, eu compro aquele modelo de Aston Martin que você quer.
Então a passagem nunca foi um presente. Era uma forma de me tirar do caminho.
Se ele podia colocar o nome da família em outra mulher, mesmo que fosse só de aparência, então eu podia recuperar o orgulho e a ambição que enterrei neste casamento.
Desta vez, quando eu partisse para o norte, não voltaria.
— Ai papai, para não, eu vou chegar lá…
No auditório, a multidão era um caos total. Aproveitei o tumulto pra empurrar de propósito a garota que estava na minha frente. Ela usava uma saia de colegial bem sexy. Sem pensar duas vezes, levantei a saia dela pra me esfregar naquela bundona.
O que me deixava louco era que a calcinha dela era fininha demais. Sentir aquela bunda tão gostosa e suculenta me fez perder a cabeça. E o mais incrível de tudo foi que ela parecia estar curtindo a pegação.
No Dia das Crianças, a fofoca mais quente que circulava no Instagram envolvia o meu nome. A legenda da foto perguntava em tom de deboche: [O Leonardo levou o filho para comemorar o aniversário da sua eterna paixão. Será que ele finalmente vai pedir o divórcio para a Sandra?]
Curti a publicação em silêncio. Quando o meu celular tocou, eu estava no meio da sala, estourando um por um os balões que havia comprado para comemorar o nosso aniversário de casamento.
— Meu amor... — A voz do meu marido soava afobada do outro lado da linha, tentando armar uma desculpa esfarrapada para a sua atitude. — O nosso filho começou a chorar do nada, implorando para ir ao parque de diversões, por isso acabei...
Ao fundo da ligação, consegui ouvir a risada cristalina do menino:
— Papai, a Sra. Viviana disse que posso dormir na casa dela hoje!
Encarei a bagunça ao meu redor. Os enfeites murchos pelo chão e a cobertura do bolo já endurecida pareciam zombar da minha cara.
— Não precisa se explicar. — Respondi, com uma frieza que até a mim assustou. — Entendo tudo.
"Pode ficar tranquilo, Leonardo", pensei, respirando fundo e aceitando a realidade. "Porque desta vez, estou abrindo mão tanto de você quanto do nosso filho."
Sempre que meu marido, Dave Tarrett, passava a noite na casa da ex-namorada dele, Maggie Gorringe, ele comprava mais um imóvel para mim.
O que também significava que Dave tinha me decepcionado 285 vezes.
Depois que a escritura da propriedade número 286 caiu nas minhas mãos, Maggie me enviou outro videozinho arrogante.
— E daí que o Dave gasta dinheiro com você? Sou eu quem tem o corpo e o coração dele. Você pode até ser uma supermodelo internacional, mas ainda assim não consegue levar o próprio marido pra cama.
Nem perdi tempo discutindo.
Em vez disso, mandei para ela o mais novo conjunto da Victoria’s Secret do meu último desfile.
Quando Dave descobriu o quão “generosa” eu tinha sido, me recompensou me levando para um evento social da elite.
Durante uma brincadeira na festa, Maggie perdeu três rodadas seguidas e recebeu o desafio de lamber chantilly da coxa de algum playboy.
Ela pegou uma garrafa de vinho, quebrou no chão e pressionou a ponta afiada contra o próprio pescoço.
— Dave, eu não vou deixar ninguém me humilhar desse jeito!
Dave — que normalmente era frio como gelo — entrou em pânico na mesma hora. Então ele se virou para mim. Claro que se virou.
— É só chantilly — disse ele, em voz baixa. — Faz isso por ela. Eu juro que depois vou embora com você.
Todo mundo esperava que eu surtasse.
Mas eu permaneci calma e concordei sem dizer uma palavra.
Ele não sabia que aquela era a 287ª vez que me machucava.
E eu já estava cansada de ser o bichinho de estimação dele.
Assim que eu quitasse a dívida que tinha com ele por ter salvado minha vida, tudo entre nós acabaria de vez.
Duas semanas antes do casamento, Theo Salles de repente adiou a cerimônia de novo.
— A Suzana disse que nesse dia vai inaugurar sua primeira exposição. — Explicou ele. — Ela vai estar sozinha na abertura, tenho medo que ela não consiga segurar a pressão. Com certeza vai precisar de alguém ao lado. — Continuou. — Nós não precisamos dessa formalidade. Casar hoje ou amanhã, qual é a diferença?
Mas essa já era a terceira vez que ele adiava nosso casamento por causa da Suzana Lima.
Na primeira vez, ele disse que Suzana tinha saído de uma cirurgia e sentia falta da comida da terra natal. Então, sem hesitar, ele foi para o exterior cuidar dela por dois meses.
Na segunda vez, ele disse que Suzana ia se isolar nas montanhas para pintar em busca de inspiração. Ficou preocupado achando que não era seguro ela ir sozinha, por isso, foi junto.
Esta é a terceira vez.
Desliguei o telefone e olhei para Léo Duarte, meu amigo de infância, sentado preguiçosamente à minha frente. A bengala na sua mão, incrustada de esmeraldas, batia ritmicamente no chão de mármore.
Você ainda quer uma esposa? — Perguntei.
No dia do meu casamento, Suzana, sorridente e encantadora, ergueu sua taça esperando que um homem brindasse com ela. Mas esse homem, de olhos vermelhos, estava assistindo ao vivo o casamento do herdeiro do maior grupo imobiliário do país, o Grupo Duarte.
Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam.
Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir.
Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início.
Se a empresa decidia fechar parceria com ele, eu pedia demissão imediatamente.
Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos.
Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros.
Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver.
Durante os trinta anos anteriores, passei a maior parte da vida apaixonada por ele, cuidando dele com todo o meu empenho.
Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei.
Não queria mais viver assim.
Mesmo que fosse para ficar sozinha, não queria passar mais um dia e uma noite guardando uma casa vazia!
Marcelo Saback é um nome que ressoa no jornalismo brasileiro, especialmente na cobertura esportiva. Ele começou sua carreira em emissoras locais, onde desenvolveu um estilo direto e envolvente. Com o tempo, ganhou espaço na Globo, destacando-se em transmissões de futebol e grandes eventos. Sua capacidade de narrar jogos com clareza e emoção cativou o público.
Além dos gramados, Saback também explorou outros formatos, como programas de debate e documentários. Essa versatilidade mostra como ele consegue adaptar seu talento para diferentes plataformas, sempre mantendo a qualidade e a conexão com o espectador. Uma trajetória que inspira quem sonha em trabalhar com comunicação.
Marcelo Saback tem um talento incrível que sempre me surpreende! Se você quer acompanhar os trabalhos mais recentes dele, recomendo dar uma olhada no YouTube, onde ele costuma postar clipes e performances. Além disso, plataformas como Netflix e Globoplay podem ter produções mais longas com a participação dele.
Outra dica é seguir ele nas redes sociais, especialmente no Instagram, onde artistas geralmente anunciam projetos novos. Fico sempre de olho nos stories e posts dele para não perder nada. Acho fascinante como ele consegue se reinventar a cada projeto, então vale a pena acompanhar de perto!
Marcelo Saback é uma figura que sempre me chamou atenção pela forma como construiu sua trajetória no entretenimento. Tudo começou com pequenos trabalhos em produções locais, onde ele acumulou experiência tanto em frente quanto atrás das câmeras. Sua versatilidade foi crucial para que ele pudesse entender diferentes aspectos da indústria, desde a edição até a atuação.
Com o tempo, ele se destacou em projetos independentes, especialmente aqueles que exploravam narrativas regionais. Essa fase foi importante porque mostrou seu compromisso com histórias autênticas, algo que depois se tornou uma marca registrada em sua carreira. Hoje, ele é reconhecido não apenas por seu talento, mas também por essa capacidade de unir o local ao universal.