Salmo 91 é um daqueles textos que carrega uma energia reconfortante, quase como um escudo invisível quando a gente mais precisa. Embora a autoria exata seja debatida entre estudiosos, a tradição judaica e muitas correntes cristãs atribuem a composição a Moisés, aquele mesmo que dividiu o Mar Vermelho e recebeu os Dez Mandamentos. Imagino ele lá no deserto, sob um céu estrelado, escrevendo esses versos como um lembrete de proteção divina—é até fácil visualizar a cena, considerando todas as adversidades que ele enfrentou.
A linguagem do salmo é tão vívida que parece sair de um épico bíblico: 'aquele que habita no esconderijo do Altíssimo' ou 'nenhum mal te atingirá'. Moisés tinha essa pegada poética e prática ao mesmo tempo, sabe? Se você pensar na jornada dele, desde o cesto no rio até o Monte Nebo, faz todo sentido que ele tenha criado algo assim. É como se o salmo encapsulasse a experiência de alguém que viveu milagres e perigos, mas nunca perdeu a fé. E hoje, séculos depois, ainda ressoa como um hino de esperança—quase um 'power-up' espiritual para quem lê.
2026-02-08 20:50:55
8
すべての回答を見る
コードをスキャンしてアプリをダウンロード
関連書籍
Três Súplicas ao Pai Bilionário
Beleza
0
2.4K
Eu fui forçada a trocar meu coração com o primeiro amor do meu marido. Depois disso, morri no corredor do hospital particular que ele mesmo criou.
Antes de eu morrer, meu filho de seis anos, Otávio Júnior, chorou e implorou a pai dele três vezes.
Na primeira vez, Otávio segurou a mão daquele homem e disse que eu estava vomitando sangue.
Ele riu com desprezo:
— Dessa vez ela finalmente aprendeu algo, até ensinou você a mentir.
Em seguida, ele mandou os seguranças expulsarem Otávio do quarto.
Na segunda vez, Otávio agarrou a manga de sua camisa e disse que eu estava delirando de dor.
Ele franziu a testa:
— É só uma troca de coração. Os médicos já disseram que ela não vai morrer.
Mais uma vez, os seguranças puxaram Otávio para fora.
Na terceira vez, Otávio se jogou no chão, segurou firme a barra da calça dele e chorou dizendo que eu já estava inconsciente.
Dessa vez, ele perdeu a paciência. Ele agarrou Otávio pelo pescoço e o jogou para fora do quarto:
— Eu já disse que Heloísa Dias não vai morrer. Se você vier aqui incomodar o descanso da Bianca Nunes de novo, eu juro que vou expulsar vocês dois deste hospital.
Desesperado para me salvar, Otávio penhorou seu escapulário, algo que ele considerava um tesouro, para uma enfermeira:
— Tia, eu não quero viver cem anos. Só quero que minha mamãe continue viva.
A enfermeira aceitou o escapulário e se preparou para me transferir para o último quarto disponível. Mas o primeiro amor do meu marido, Bianca, bloqueou a porta com seu cachorro no colo e disse:
— Sinto muito, garotinho. Seu pai está preocupado que eu me sinta sozinha sem o meu cachorro. Este quarto foi reservado para meu cachorro.
Até que ponto meu marido já me amou um dia?
Naquela época, para poder se casar comigo, ele me pediu em casamento noventa e nove vezes.
Somente na centésima vez, fui finalmente tocada por sua tenacidade.
Tornei-me a Sra. Menezes, invejada por todos em Cidade Solmar.
No dia do nosso casamento, dei a ele noventa e nove cupons de perdão.
Combinamos que, enquanto esses cupons de perdão não fossem todos usados, eu permaneceria sempre ao seu lado.
Em cinco anos de casamento, cada vez que ele saía para encontrar seu antigo amor, um cupom de perdão era usado.
Quando ele usou o 97º cupom, ele de repente percebeu que eu havia mudado.
Eu não chorava mais, nem implorava para que ele ficasse.
Só quando ele perdia a cabeça por sua secretária, encantadora e ingênua, eu perguntava baixinho:
— Se você vai ficar com ela, posso usar um cupom de perdão?
O homem hesitou por um momento, e uma rara brandura surgiu em seu coração:
— Tudo bem, de qualquer forma, só usei uns sessenta e poucos. Pode usar se quiser.
Eu assenti com um murmúrio e o deixei ir.
Ele não sabia que aquele era o 97º cupom de perdão que usava.
Restavam apenas dois dos nossos cupons de perdão.
Renasci no Dia em que a Mulher que Meu Marido Amava Morreu
No Ponto
0
7.8K
No momento do terremoto, meu marido, capitão da equipe de resgate, me deixou para trás e correu para salvar a mulher que amava, Luna Soares.
Eu não o impedi. Apenas deixei que ele fosse.
Tudo porque, na minha vida passada, diante da mesma escolha, ele me resgatou primeiro, eu, grávida de oito meses.
E Luna, por causa do atraso no socorro, foi soterrada nos escombros durante uma réplica e morreu asfixiada.
Mais tarde, no dia em que fui dar à luz, ele me levou até o túmulo dela.
Assistiu friamente enquanto eu desabava no chão de tanta dor, implorando ajuda.
— Talita, está doendo? A dor que a Luna sentiu debaixo dos escombros foi mil vezes pior!
Olhei, incrédula, para o homem enlouquecido à minha frente.
— No dia do terremoto você estava numa zona segura! Se não tivesse usado a gravidez como chantagem, Luna teria tido a chance de ser salva!
— Todo o sofrimento da Luna… eu quero que você sinta com seu próprio corpo!
Ele me forçou a ajoelhar e bater a cabeça diante da foto da Luna, enquanto o sangue escorria por entre minhas pernas.
Acabei morrendo de hemorragia durante o parto.
Quando abri os olhos novamente, era o mesmo dia do terremoto.
Desta vez, nem eu nem meu filho vamos esperar por ele.
Sou uma lobisomem, grávida de oito meses do filho híbrido do meu companheiro vampiro.
Quando as contrações começaram, meu companheiro vampiro, Justin, me trancou dentro de um caixão de gelo talhado com runas destinadas a impedir o parto.
Eu gritei. Eu implorei. Ele apenas disse:
— Espere.
Mas tudo aquilo era por causa da sua paixão de infância, Isolde.
A vampira de sangue puro havia usado magia negra de sangue para conceber o herdeiro puro de Justin sem sequer ter relações com ele.
Uma antiga profecia assombrava o clã.
O primeiro filho vampiro nascido em mil anos receberia a bênção suprema do Progenitor.
Ele purificaria a linhagem. Quebraria uma maldição que vinha sendo carregada por gerações.
— Essa honra pertence ao filho de Isolde — disse Justin, com a voz fria como gelo.
— Você já tem o meu amor, Gracie. Este caixão só garante que você dê à luz depois dela.
A dor das contrações rasgava meu corpo. Implorei para que ele me levasse ao Santuário da Fonte de Sangue.
Justin se inclinou. Seus dedos gelados agarraram meu queixo. Seus lábios ficaram tão próximos dos meus que seu sussurro soou como uma ameaça.
— Pare com essa encenação. Eu deveria ter percebido antes. Você nunca me amou. Era uma excluída no mundo dos lobisomens. Só queria meu poder e meu título.
— Está tão desesperada que arriscaria a vida do nosso filho com seus truques selvagens de loba só para arruinar a bênção de um sangue-puro... Você é venenosa.
Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Eu tremia, minha voz se partindo.
— O bebê está vindo... eu não consigo impedir. Por favor... faço um juramento de sangue! Eu não me importo com a bênção. Eu só quero você!
Ele soltou um riso de desprezo, embora um traço de mágoa traída atravessasse seus olhos.
— Se você me amasse, não teria corrido para minha mãe. Não teria envenenado a mente dela contra Isolde.
— Voltarei depois que ela receber a bênção. Afinal, a criança que você carrega também é minha.
Ele ficou de guarda do lado de fora do santuário onde o ritual de Isolde acontecia.
Não pensou mais em mim. Não até ver o halo da bênção coroar Isolde.
Então ordenou ao seu servo de sangue que me libertasse. Mas a voz do servo tremia de terror.
— Meu senhor... senhora Gracie e a criança... os sinais de vida... desapareceram.
Naquele instante, o mundo de Justin se despedaçou.
Minha sogra me odiava tanto porque eu não podia ter um filho para seu filho, embora meu marido e eu estivéssemos casados por seis anos. Ela quer desesperadamente que meu marido se divorcie de mim, então ela e minha melhor amiga armaram para que eu fosse fodida por um estranho. Quando meu marido soube disso, ele zombou de mim e se divorciou de mim.
Enquanto arrastava dolorosamente minha bagagem para fora de sua casa, vi minha melhor amiga grávida carregando sua bagagem para dentro da casa de meu marido. Acontece que meu marido engravidou minha melhor amiga. Chorei sangue e deixei a cidade.
Sete anos depois, tornei-me um cirurgião geral popular e agora tenho lindos trigêmeos ao meu lado. Mas fui enviado de volta à minha cidade porque minha habilidade médica era mais necessária. Por uma reviravolta do destino, casei-me com um belo soldado.
Só depois que retomei o trabalho descobri que o soldado com quem acabei de me casar é o general cinco estrelas, líder de todas as unidades militares do país, além de ser de longe o homem mais rico do país.
Sou apenas uma mãe solteira tentando criar uma vida melhor para meus três filhos, agora que me encontrei enredada em seu mundo frio e implacável, como vou sobreviver? E como vou explicar a ele que não sei como meus trigêmeos tinham a mesma semelhança com ele?
Ele Suprimiu Nosso Vínculo Sete Vezes. Na Oitava, Eu O Destruí
Noorie
0
1.8K
— Darcy está passando mal hoje à noite. Vamos suprimir nosso vínculo, Emma. Podemos fazer a cerimônia de marcação outro dia.
Foram exatamente essas palavras que ele disse quando liguei no dia em que deveria acontecer a nossa cerimônia de marcação.
Era a sétima vez que ele pedia para suprimir o vínculo sagrado entre nós por causa de sua amiga de infância.
Na primeira vez, ele suprimiu o vínculo porque a alcateia de Darcy estava sendo atacada e ele queria ficar ao lado dela.
— Darcy está lutando pela própria vida, e você quer que eu seja arrastado pelo nosso vínculo predestinado? Não me faça pensar que você é tão egoísta assim, Emma.
Na terceira vez, ele disse:
— Darcy está com febre. Não posso deixá-la sozinha.
Na sexta vez, ele nem sequer se deu ao trabalho de explicar por que pediu à bruxa para suprimir nosso vínculo da maneira mais cruel possível. Ele estava com pressa para encontrar Darcy.
Como éramos companheiros predestinados, toda vez que queria se envolver intimamente com ela, ele mandava uma bruxa suprimir o vínculo entre nós.
Como Alfa, essa supressão quase não o afetava.
Mas eu era uma Ômega.
Cada vez que nosso vínculo era reprimido, eu sofria dores tão intensas que passava semanas sem conseguir sair da cama.
Mesmo devastado ao me ver naquele estado, tudo o que ele me oferecia eram algumas palavras vazias de desculpa e promessas de que compensaria isso no futuro.
Só isso.
Então, quando chegou a sétima vez…
Quando ele se recusou a me marcar e voltou para casa apenas para suprimir nosso vínculo e correr para Darcy…
Minhas malas já estavam prontas.
Seria a última vez que ele irá suprimir nosso vínculo.
Porque, na próxima vez…
Não existirá mais vínculo algum para ser reprimido.