Fais ce test rapide pour savoir si tu es Alpha, Bêta ou Oméga.
Odorat
Personnalité
Mode d’amour idéal
Désir secret
Ton côté obscur
Commencer le test
4 Réponses
Ryder
Apoiador
Nutricionista
Sônia Abrão é uma figura icônica da televisão brasileira, e sua idade sempre desperta curiosidade. Nasci em 1963, o que significa que, em 2023, ela completa 60 anos. É impressionante como ela mantém a mesma energia e vitalidade desde os tempos do 'Programa Livre' nos anos 90.
Lembro de assistir aos seus programas quando adolescente, e até hoje ela consegue se reinventar, seja no jornalismo ou no entretenimento. A longevidade da carreira dela é um testemunho do seu talento e dedicação. Parece que o tempo não passa para ela, né?
2026-03-29 13:09:49
8
Harper
Bibliófilo
Docente
Sônia Abrão tem 60 anos, e isso me faz refletir sobre como a mídia envelhece junto com a gente. Assistia aos seus programas quando criança, e agora, adulto, vejo ela ainda brilhando na TV. Ela é daquelas personalidades que marcaram gerações, e sua idade só acrescenta respeito à sua trajetória. A forma como ela lida com a passagem do tempo, sem perder o charme e a perspicácia, é algo que admiro muito.
2026-04-02 08:32:34
22
Jade
Conhecedor
Eletricista
Se você cresceu nos anos 90 ou 2000, com certeza lembra de Sônia Abrão comandando programas de TV com aquela mistura única de jornalismo e fofoca. Ela nasceu em 1963, então já passou dos 60, mas continua tão ativa quanto sempre. Acho fascinante como algumas pessoas parecem desafiar a idade, mantendo-se relevantes e vibrantes. Sônia é um desses casos raros que mostram que idade é só um número quando você ama o que faz.
2026-04-03 14:00:14
22
Quentin
Bom leitor
Influencer
Sônia Abrão está na casa dos 60, mas sua presença na TV ainda é marcante. Desde os tempos do 'Abre Alas' até hoje, ela construiu uma carreira sólida e cheia de personalidade. É inspirador ver alguém com tanta história ainda se mantendo no topo, mostrando que experiência e autenticidade são valores inestimáveis na indústria do entretenimento.
2026-04-03 14:59:51
11
Toutes les réponses
Scanner le code pour télécharger l'application
Livres associés
Ela Importa, Eu Saio
Gardênia
0
2.8K
Duas semanas antes do casamento, Theo Salles de repente adiou a cerimônia de novo.
— A Suzana disse que nesse dia vai inaugurar sua primeira exposição. — Explicou ele. — Ela vai estar sozinha na abertura, tenho medo que ela não consiga segurar a pressão. Com certeza vai precisar de alguém ao lado. — Continuou. — Nós não precisamos dessa formalidade. Casar hoje ou amanhã, qual é a diferença?
Mas essa já era a terceira vez que ele adiava nosso casamento por causa da Suzana Lima.
Na primeira vez, ele disse que Suzana tinha saído de uma cirurgia e sentia falta da comida da terra natal. Então, sem hesitar, ele foi para o exterior cuidar dela por dois meses.
Na segunda vez, ele disse que Suzana ia se isolar nas montanhas para pintar em busca de inspiração. Ficou preocupado achando que não era seguro ela ir sozinha, por isso, foi junto.
Esta é a terceira vez.
Desliguei o telefone e olhei para Léo Duarte, meu amigo de infância, sentado preguiçosamente à minha frente. A bengala na sua mão, incrustada de esmeraldas, batia ritmicamente no chão de mármore.
Você ainda quer uma esposa? — Perguntei.
No dia do meu casamento, Suzana, sorridente e encantadora, ergueu sua taça esperando que um homem brindasse com ela. Mas esse homem, de olhos vermelhos, estava assistindo ao vivo o casamento do herdeiro do maior grupo imobiliário do país, o Grupo Duarte.
Minha irmã era autista. Os médicos chamavam isso de "sobrecarga sensorial severa". A regra era simples: nada de barulhos repentinos. Nunca.
Então, minha vida inteira foi vivida em silêncio.
Eu nunca usava salto alto. Nunca levantava a voz. Nem sequer tinha permissão para rir. Tudo isso para evitar que ela tivesse uma crise.
Meu pai, Victor, o Don da família Castellano, segurava meu ombro.
Seu rosto era uma máscara de culpa.
— Sera, você é minha boa menina. Proteger sua irmã é nosso dever. Você é saudável e forte. Pode fazer um pequeno sacrifício por ela, não pode?
Naquele dia, eu estava na varanda do segundo andar e, sem querer, derrubei um vaso de rosas brancas.
O barulho do vaso se estilhaçando fez minha irmã, que tomava sol no jardim lá embaixo, entrar em uma crise.
Pela primeira vez, Victor olhou para mim como se eu fosse a inimiga. Ele gritou:
— Você não consegue simplesmente ficar em silêncio? Quer deixá-la louca?
Minha irmã recuou, apavorada, até bater em uma mesa de vidro, soltando um grito agudo.
Victor passou correndo por mim, tomado pela raiva e pelo pânico. Ele esbarrou em mim na escada quando eu estava descendo para ajudá-la.
Perdi o equilíbrio e bati o peito com força contra a ponta afiada de um poste do corrimão de ferro forjado.
Uma dor intensa explodiu no meu peito. Abri a boca para gritar, mas nenhum som saiu.
Minha família inteira correu para cercar minha irmã, que gritava desesperadamente. Ninguém sequer olhou para mim.
Meus pulmões se encheram de sangue. Eu estava me afogando no chão.
Todos achavam que minha irmã, a autista, era quem precisava do conforto da família. Achavam que eu apenas tinha caído. Que eu podia esperar.
Eles estavam errados.
Antes que a cerimônia de noivado aconteça, meu noivo, Vincenzo Rizzi, faz um anúncio formal no convés de um navio cargueiro atracado no novo porto.
Aparentemente, minha meia-irmã mais nova, Sofia Russo, será sua esposa legítima.
Vincenzo envolve a cintura de Sofia com um dos braços. Enquanto estão sob os holofotes, ele sorri para ela com ternura.
"De acordo com as regras da máfia, apenas aquelas que receberam o reconhecimento dos anciãos principais podem se tornar a Madre da família. As outras não passam de amantes e concubinas."
Sob as bênçãos dos anciãos da família, Vincenzo presenteia Sofia com um colar de diamantes negros. Em seguida, eles trocam votos e ficam oficialmente noivos.
Eu apenas assisto à cerimônia em silêncio. Depois, marco uma consulta para fazer um aborto.
Amei Vincenzo desde os meus 16 anos. Agora tenho 28, ou seja, o amo há 12 anos. Ainda assim, Sofia é a única que ele já amou.
Nesse caso, escolho deixá-lo ir de uma vez por todas.
Depois disso, viajo para um esconderijo secreto localizado em Sombral. Tudo o que deixo para Vincenzo é uma carta informando o fim do nosso noivado e um presente de despedida.
Mas o homem que nunca demonstrou preocupação comigo durante todo esse tempo acaba desmoronando, a ponto de não ter nem ânimo para lidar com os assuntos da própria família.
Eloá Vasconcelos sacrificou a própria vida para salvar o Samuel Albuquerque. Como preço, ela perdeu a audição. E no lugar da gratidão, recebeu humilhações e sarcasmo dos amigos dele.
Ainda assim, com o risco de nunca mais acordar, decidiu enfrentar uma cirurgia para recuperar a audição.
Quando finalmente quis partilhar a alegria da vitória, encontrou apenas uma dor ainda maior: em meio ao álcool e à intimidade, o noivo pronunciou o nome da antiga paixão — Mirela.
Nesse instante, ela compreendeu. Seu amor nunca teve resposta.
Ferida, mas lúcida, ela escolhe a liberdade. Partiu. Deixou Ravélis, deixou a mansão Albuquerque, deixou Auristela. Deixou ele.
Como minha irmã gêmea Ana sempre foi frágil, todos viviam mimando ela.
No dia em que a nevasca isolou a montanha, o helicóptero de resgate tinha apenas uma vaga.
Segurando meu diagnóstico de câncer terminal, quando eu estava prestes a entregar minha vaga para Ana, ela simplesmente levou a mão à cabeça, alegando tontura.
Toda a família instantaneamente se aglomerou ao redor dela, carregando-a para dentro do helicóptero. Meu marido Heitor tocou meu braço fraturado e disse:
— Alice, você terá que esperar pelo próximo.
Minha filha Aurora até me atirou bolas de neve:
— A tia Ana precisa mais do que você! Não monopolize!
Só depois que o helicóptero decolou é que vi Ana mostrando a língua para mim triunfante pela janela — ela nunca tinha sentido tontura alguma.
Depois de ser resgatada, descobri que tinha apenas três dias de vida.
Para aqueles últimos dias, resolvi dar tudo de mim para trocar um pouquinho do amor da minha família.
Quando dei por mim, eu já era uma esposa invisível ao lado do meu marido, Adrian Kane, o Don da máfia.
Eu era uma dona de casa enterrada em tarefas domésticas e nos cuidados com os filhos, enquanto meu marido desfilava por aí com Viola, a secretária dele, que era dez anos mais nova do que eu.
— Ela é inteligente e sabe como me ajudar. — Adrian disse uma vez.
Naquela noite, completávamos dez anos de casamento.
Vi um vestido elegante de grife e um colar expostos na sala de estar. Por um segundo, fiquei feliz.
"Será que Adrian finalmente decidiu me levar ao encontro anual da máfia deste ano e me apresentar como sua Donna?"
No fim, o vestido e a joia eram para Viola.
Mais tarde naquela mesma noite, peguei Adrian entrando escondido com Viola. Os dois estavam bêbados, com as mãos passeando pelo corpo um do outro, como se eu nem existisse.
Apenas fiz uma ligação:
— Vou entrar para o programa Médicos Sem Fronteiras. Me mandem para longe.
Antes de me casar com Adrian, meu futuro era na medicina. Mas eu abri mão de tudo por ele.
Agora? Chegou a hora de escolher a mim mesma e deixar para trás tudo aquilo que, no fundo, nunca foi realmente meu.