Maratonar filmes de ação é minha terapia pós-semana corrida, e tenho algumas pérolas recentes para sugerir. 'John Wick 4' elevou a franquia a outro nível com coreografias de luta que parecem balé violento – cada cena é meticulosamente planejada, e Keanu Reeves está mais icônico que nunca. Outro que me surpreendeu foi 'The Northman', misturando mitologia nórdica com uma brutalidade cinematográfica que faz você segurar a respiração.
Para quem gosta de algo mais tecnológico, 'Mission: Impossible – Dead Reckoning Part One' trouxe cenas de perseguição de tirar o fôlego, especialmente aquela sequência de moto no desfiladeiro. E não posso deixar de mencionar 'Everything Everywhere All at Once', que, embora não seja ação tradicional, reinventa o gênero com multiversos malucos e combates criativos usando… hot dogs? Sim, é tão único quanto parece.
Imagine um filme que te prende do início ao fim, com cenas de luta que parecem coreografadas por deuses da guerra e um protagonista que você torce desde o primeiro segundo. 'John Wick' é essa experiência. A trilogia (em breve quadrilogia) reinventou o gênero com uma precisão balística e um mundo underground fascinante. Cada tiro, cada soco, cada perseguição de carro parece ter sido pensado para arrancar gritos de admiração.
O que mais me conquista é a ausência de enrolação: Keanu Reeves entrega uma performance física absurda, e a direção de Chad Stahelski é impecável. A construção do universo é detalhada sem info dumps chatos. E aquela cena do clube em 'John Wick 2'? Arte pura. Se você quer ação que respeita sua inteligência, é aqui.