Joan É Pessima

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Odorat
Personnalité
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Eu Já Estava Morta

Eu Já Estava Morta

Três anos depois da minha morte, meu marido finalmente se lembrou da minha existência. Acontece que a amiga de infância dele teve uma recaída de leucemia e precisava urgente de um transplante de medula. Ele foi lá em casa para me fazer assinar a doação, mas quando chegou, não achou ninguém. Preocupado, procurou os vizinhos e começou a perguntar insistentemente por mim. Uma vizinha olhou para ele com pena e disse: — Você está falando da Carina? Ela morreu tem anos! Mesmo doente, arrancaram a medula dela. Voltou do hospital acabada e não aguentou. Meu marido se recusou a acreditar. Estava convencido de que a vizinha mentia para ele. Ele ficou vermelho de raiva, virou para mulher e gritou: — Se ver ela, avisa: se não aparecer em 3 dias, não pago mais nada para o tratamento daquele bastardo que ela insistiu em criar. A vizinha só suspirou, balançou a cabeça e resmungou baixinho: — Coitada, mas a criança já morreu de fome faz tempo...
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A Donna Traída

A Donna Traída

No dia do meu exame pré-natal, descobri que meu marido, o Don, havia marcado uma cirurgia de aborto para mim em vez de um pacote de cuidados pós-parto. Achei que ele tivesse feito o pedido errado e estava prestes a provocá-lo sobre isso, mas Vincenzo falou em um tom frio. — Eu não marquei errado. Preciso te contar uma coisa. — Tenho outra mulher. Ela é uma boa garota. Não quer um título nem tomar o seu lugar como Donna. — Mas ela engravidou recentemente. Já a fiz sofrer o bastante. Não posso deixar o filho dela sofrer também. Preciso dar a essa criança o sobrenome da família Moretti. Fiquei imóvel sobre a maca de exame, minha voz tremendo incontrolavelmente. — Então por que você abortou o meu filho? Ele limpou o gel do ultrassom da minha barriga e sorriu. — Eu só quero que você adote o filho da Giuliana. Estou interrompendo a sua gravidez porque tenho medo de que você favoreça seu próprio filho e trate a criança dela de forma diferente. Ele me entregou o termo de consentimento, calmo e sereno. — Prometo que você sempre será a Donna. Ninguém jamais tomará o seu lugar. Eu o encarei por um longo momento antes de ser levada para a sala de cirurgia. — Deixa pra lá. — Vincenzo Moretti, você vai se arrepender disso todos os dias pelo resto da sua vida. Ele não sabia, mas eu era a única mulher no mundo capaz de lhe dar um filho.
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Apagando a Senhora Moretti

Apagando a Senhora Moretti

Já se somavam cinco anos de casamento com Dante Moretti, o Don da máfia de Chicago. O submundo inteiro sabia que ele me amava mais do que a própria vida. Ele tinha tatuado um violino em minha homenagem bem ao lado do brasão de sua família, um símbolo de lealdade que jamais poderia ser apagado. Até eu receber a foto de sua amante. Uma garçonete de bar, estirada nua em seus braços, a pele marcada por hematomas escuros que eram resultado de uma noite de sexo bruto. Ela havia rabiscado o próprio nome bem ao lado do violino que ele fizera para mim. E meu marido havia permitido. [Dante diz que só estando dentro de mim ele se sente homem de verdade. Você nem consegue mais deixá-lo duro, não é mesmo, querida Alessia? Talvez seja hora de sair de cena.] Eu não respondi. Apenas fiz um único telefonema. — Preciso de uma nova identidade. E de uma passagem de avião para fora daqui.
8.1 19 Chapitres
A Segunda Vida da Donna Sem Poder

A Segunda Vida da Donna Sem Poder

Acordei e tinha 28 anos novamente. Eu tinha herdeiros gêmeos, e meu marido era Santino, o Don da máfia mais temido de Veridia. Ele chefiava a Comissão das Cinco Famílias. Sua presença marcante era constante na capa da revista mais exclusiva do submundo por várias edições consecutivas. Até as mais tradicionais famílias valerianas faziam fila para oferecer suas filhas a ele. Todas as mulheres de Altoria invejavam a minha sorte. Mas a primeira coisa que fiz depois de acordar foi pegar os papéis do divórcio, ainda com a tinta fresca, e entregá-los à sua paixão de infância, Jessy. — Meu advogado vai cuidar do divórcio. As propriedades e os bens são seus. Santino é seu. As crianças também são suas. Sentada à minha frente, Jessy não conseguia acreditar, com os olhos arregalados de choque. — Você enlouqueceu, Alessia? Isso é algum tipo de brincadeira? — Como uma mulher que foi Donna por seis anos pode abrir mão de tudo tão facilmente? Abaixei o olhar, com o tom calmo. — Já que todos preferem você, achei que era hora de sair de cena. — Basta fazer Santino assinar e pressionar o anel de sinete sobre o selo de cera. — Quando o divórcio for finalizado, eu deixarei Veridia para sempre. Desta vez, eu não cometeria o mesmo erro. Eu nunca mais seria uma Donna só de nome.
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De Noiva a Estranha, A Sorte que Ganha

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Ao despertar de um pesadelo fatal, Liliana percebe que a vida lhe deu uma segunda chance. Ela retornou exatamente ao mês anterior ao seu casamento, no momento em que seu pai, Joaquim, a pressionava para ceder seu noivo, Pedro, à Renata. Na vida passada, ela sofreu em silêncio. Nesta vida, ela acordou para a verdade. Diante da hipocrisia do pai, Liliana não derramou uma única lágrima. Em vez disso, um sorriso frígido curvou seus lábios e ela propôs um acordo chocante. — Eu aceito. — Declarou Liliana, com a voz rouca e fria, cortando o discurso dele pela raiz. — Quero um bilhão. Além disso, quero o rompimento oficial e definitivo de nossa relação de pai e filha. Se o afeto familiar é uma mercadoria barata, ela prefere trocá-lo por ouro. Vendendo um casamento arranjado e renegando uma família tóxica, Liliana inicia sua jornada de vingança e liberdade, não mais como a filha obediente, mas como uma rainha bilionária e indomável.
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A Donna Foi Embora, o Don Enlouqueceu

A Donna Foi Embora, o Don Enlouqueceu

Eu estava casada com Alexander há três anos. Todos temiam sua crueldade, mas ele sempre foi incrivelmente gentil comigo. Mas desde que Elena levou um tiro por ele durante um tiroteio, seis meses atrás, tudo mudou. Ele sempre dizia que ela se machucou salvando-o, então eu precisava ser compreensiva. No baile mais prestigioso da família, meu marido — o Don, Alexander — chegou com sua secretária, Elena, no braço. Preso ao peito dela estava o broche de rubi que simbolizava a posição da Donna da família. — Elena levou um tiro por mim. Ela gostou do broche, então deixei ela pegar emprestado por um tempo. De qualquer forma, você é a única Donna aqui. Tente mostrar alguma classe. Eu não discuti com ele. Apenas tirei minha aliança e puxei os papéis do divórcio: — Já que ela gosta tanto, ela pode ficar com ele. Inclusive com esse lugar ao seu lado. Eu também estou abrindo mão disso. Alexander assinou sem hesitar, um sorriso frio no rosto. — Que tipo de truque manipulador você está tentando agora? Você é uma órfã, separada da família, não vai sobreviver três dias na Sicília. Vou esperar você voltar implorando. Peguei um telefone via satélite criptografado que não usava há três anos. Alexander não sabia que eu era, na verdade, a filha mais nova da família mafiosa mais antiga da Europa. Mas a minha família e a de Alexander sempre foram inimigas. Para me casar com ele, eu tinha mudado de nome e até cortado laços com meu pai e meus irmãos. A ligação foi conectada. Respirei fundo e sussurrei: — Papa, eu me arrependo. Envie alguém para me buscar em duas semanas.
8.3 11 Chapitres

Joan é péssima - análise do personagem e suas polêmicas

4 Réponses2026-02-16 00:24:57
Joan de 'Joan é Péssima' é um daqueles personagens que divide opiniões de forma intensa. Ela tem uma personalidade marcante, cheia de falhas e contradições, o que a torna humana demais para alguns e insuportável para outros. A série não poupa esforços em mostrar suas escolhas questionáveis, desde a maneira como trata os amigos até suas decisões profissionais.

O que mais me fascina é como a narrativa não tenta justificar tudo que ela faz. Joan erra, e erra feio, mas isso a torna memorável. Em um mundo onde protagonistas costumam ser idealizados, ela é um sopro de realidade — mesmo que essa realidade seja cheia de polêmicas. A discussão sobre até que ponto podemos 'torcer' por alguém assim é o que mantém o debate vivo.

Joan é péssima - opiniões de fãs sobre o personagem

4 Réponses2026-02-16 16:31:00
Joan me deixa dividido. Ela tem momentos de brilho, como quando enfrenta desafios com uma coragem que parece vir do nada, mas também comete erros que beiram o absurdo. Lembro de uma cena específica onde ela ignora conselhos óbvios e quase destrói a trama inteira. Parece que os escritores queriam criar uma protagonista 'imperfeita', mas exageraram na dose. Mesmo assim, há algo cativante em sua teimosia – talvez porque relembra aqueles dias adolescentes onde todos nós insistimos em aprender da maneira mais difícil.

Ela não é minha favorita, mas reconheço que sem ela, a história perderia parte daquele caos que a torna única. Joan é como um cubo mágico que nunca se resolve completamente: frustrante, mas impossível de largar.

Joan é péssima: qual o motivo da antipatia do público?

4 Réponses2026-02-16 15:38:08
Joan, de 'Mad Men', é uma daquelas figuras que divide opiniões de forma intensa. Lembro que, quando assisti pela primeira vez, ela me causava uma estranha mistura de pena e irritação. A maneira como ela oscila entre fragilidade e manipulação faz com que muitos espectadores tenham dificuldade em engolir suas ações. Ela não é claramente má como outros personagens, mas também não consegue a simpatia que Betty Draper, por exemplo, arranca mesmo sendo problemática.

Acho que o cerne da antipatia está na falta de autenticidade. Joan parece sempre desempenhar um papel—seja o da sedutora, da vítima ou da ambiciosa—, mas raramente mostramos quem ela é de verdade. Enquanto Peggy Olson luta contra as expectativas da época de forma crua e dolorida, Joan joga o jogo com um sorriso afiado, o que pode ser interpretado como falsidade. Não ajuda que, em momentos cruciais, ela escolha o caminho mais conveniente para si, mesmo que isso machuque os outros.

Joan é péssima: como a série justifica suas ações?

4 Réponses2026-02-16 00:04:37
Joan de 'Joan é Péssima' é uma daquelas personagens que te fazem torcer o nariz, mas também grudar na tela. A série não tenta pintá-la como heroína; ela é egoísta, manipuladora e muitas vezes cruel. Porém, o roteiro joga luz sobre seu passado: crescer em um ambiente emocionalmente instável, onde afeto era moeda de troca, moldou sua visão distorcida de relações. Cada atitude ruim é acompanhada por flashes de vulnerabilidade—como quando rouba um projeto, mas depois fica acordada a noite toda com medo de ser descoberta. A justificativa não é perdão, e sim contexto.

O que mais me intriga é como a série usa ironia dramática. Joan acha que está sempre no controle, mas o público vê seus planos falharem miseravelmente. Isso cria uma dualidade: você quase ri da arrogância dela, mas também sente um frio na espinha quando percebe que, no fundo, ela só quer ser aceita. A série não pede para você gostar dela—pede para você entender como alguém se torna assim.

Por que Joan é péssima na série [nome da série]?

4 Réponses2026-02-16 18:03:04
Joan, da série em questão, me deixa com uma sensação de frustração que vai além do esperado para um antagonista. Ela não só sabotava os planos dos protagonistas, mas fazia isso de maneira tão óbvia e sem graça que parecia mais uma caricatura do que uma vilã convincente. Lembro de um episódio em que ela estragou um plano importante simplesmente por pura teimosia, sem nenhuma motivação profunda ou estratégia.

Além disso, sua falta de desenvolvimento ao longo da trama a tornou previsível. Enquanto outros personagens evoluíam, Joan ficava presa no mesmo ciclo de ações egoístas, sem aprender nada. Isso tirou todo o potencial dramático que ela poderia ter, reduzindo-a a um obstáculo chato em vez de uma adversária memorável.

Joan é péssima: há redenção para o personagem no final?

4 Réponses2026-02-16 07:23:54
Joan é um daqueles personagens que te fazem torcer o nariz desde o primeiro momento, mas ao longo da história, pequenos lampejos de humanidade começam a surgir. Lembro de uma cena específica em que ela ajuda uma criança perdida, algo totalmente inesperado vindo dela. Esses momentos são como sementes plantadas pelo autor, que só florescem no final. Não é uma redenção clássica, mas há uma transformação sutil, quase imperceptível, que faz você questionar se ela era realmente tão ruim assim.

A redenção dela não vem com um discurso grandioso ou um sacrifício heróico, mas sim através de gestos pequenos e silenciosos. É como se o autor quisesse nos lembrar que até os piores personagens têm algo dentro deles que pode ser resgatado. No final, fiquei com um sentimento ambíguo: será que ela mudou de verdade ou apenas aprendemos a enxergá-la de outra forma?

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