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Capítulo 5

last update Petsa ng paglalathala: 2026-06-12 04:42:48

Eles a deitaram sobre uma cama de folhas macias, cuidadosamente arrumadas por Átila momentos antes. A grama era densa e flexível, como um colchão vivo preparado pela própria floresta para aquele momento sagrado e profano. Irmak, com seus vinte e seis anos bem vividos, sentia o coração martelando contra as costelas. Ela já não era mais uma jovem inocente das vilas humanas. Havia lutado, sangrado e desejado por anos. Mas nada a preparara para isso: ser reivindicada por dois dragões gêmeos ao mesmo tempo.

Kuzey, o mais selvagem dos dois, rasgou o vestido dela com uma garra que ainda trazia vestígios de escamas negras iridescentes. O tecido fino se rasgou como papel, deslizando pelos ombros e revelando seios firmes e pesados, com mamilos rosados que já estavam duros de excitação e pelo frio da noite.

— Pelos deuses antigos… olhem só para ela — murmurou Kuzey, sua voz grave reverberando como um trovão. Seus olhos dourados brilhavam com fome predatória.

Átila se ajoelhou entre as pernas dela com movimentos lentos e deliberados. Suas mãos grandes e calejadas abriram as coxas macias de Irmak sem esforço, expondo sua intimidade, que já reluzia de excitação. O ar frio tocou sua carne quente, fazendo-a estremecer.

— Já tão molhada… — murmurou Átila, a voz mais baixa e controlada que a do irmão, mas não menos perigosa. — Você está pingando, pequena. Esse cheiro vai me deixar louco.

Ele abaixou o rosto sem aviso. Sua língua larga, quente e ligeiramente áspera deslizou lentamente pela fenda encharcada dela, coletando sua essência com um gemido rouco de satisfação. Irmak arqueou as costas violentamente, um grito agudo escapando de sua garganta.

— Ah!

Kuzey não perdeu tempo. Fechou a boca quente sobre um dos mamilos rosados, sugando com força enquanto a língua girava ao redor do pico sensível. Seus dentes roçaram a pele dela o suficiente para enviar choques de prazer doloroso direto para seu centro.

Átila lambeu seu clitóris inchado em círculos rápidos e precisos, alternando pressão e velocidade com maestria cruel. Dois dedos grossos pressionaram contra sua entrada, deslizando para dentro lentamente, centímetro por centímetro, até se curvarem para cima e encontrarem aquele ponto inchado e sensível dentro dela.

— Ah… deuses… — gemeu Irmak, os quadris se movendo involuntariamente contra a boca de Átila. — Por favor… mais…

Os gêmeos trocaram um breve olhar por cima do corpo dela. Uma compreensão silenciosa e selvagem passou entre eles. Kuzey soltou o mamilo com um estalo molhado e subiu para capturar sua boca em um beijo devorador. Sua língua invadiu-a, imitando o ritmo dos dedos de Átila dentro dela.

O orgasmo veio como uma tempestade repentina.

Irmak gritou contra a boca de Kuzey, o corpo convulsionando. Seus músculos internos apertaram com força os dedos de Átila, e um jorro quente de líquido escapou, encharcando o queixo e a mão dele. Os gêmeos não pararam. Átila continuou lambendo com avidez, sugando cada gota que saía dela, enquanto Kuzey segurava seus pulsos acima da cabeça, mantendo-a aberta e exposta.

— Isso… goze para nós, linda — rosnou Kuzey contra seus lábios. — Deixe toda a floresta ouvir como você se rende aos dragões.

Quando o primeiro orgasmo finalmente diminuiu, Irmak tremia como uma folha. Mas eles não lhe deram descanso.

Átila ergueu o rosto, brilhando com os sucos dela. Seus olhos agora estavam completamente dourados, as pupilas fendidas como as de um dragão.

— Ela tem gosto de mel e pecado — disse ele, lambendo lentamente os próprios lábios. — Quero mais. Quero que ela goze até não conseguir mais falar.

Kuzey soltou seus pulsos e deslizou pelo corpo dela, trocando de lugar com o irmão. Enquanto Átila se posicionava ao lado dela, tirando a própria camisa e revelando um torso musculoso marcado por antigas cicatrizes de batalha, Kuzey enterrou o rosto entre as pernas de Irmak com fome renovada.

Sua língua era ainda mais áspera que a do irmão. Ele a fodeu com ela, entrando e saindo enquanto o nariz pressionava contra o clitóris inchado. Dois dedos — não, três — entraram nela de uma vez, esticando-a deliciosamente.

— Kuzey…! — gritou Irmak, as mãos voando para os longos cabelos negros dele, puxando com força.

Átila segurou um de seus seios, beliscando o mamilo entre os dedos enquanto se inclinava para sussurrar em seu ouvido:

— Você aguenta mais, não é? Mal começamos. Quando terminarmos, você não vai conseguir andar por três dias. Vai sentir nosso toque a cada passo que der.

Irmak soluçou de prazer quando um segundo orgasmo a atingiu, ainda mais forte que o primeiro. Kuzey bebeu tudo, gemendo contra sua carne sensível, a vibração indo direto para o clitóris.

Eles a viraram de bruços sobre as folhas. Kuzey deitou-se embaixo dela, puxando-a até que ela montasse em seu rosto. Átila se posicionou atrás dela, suas mãos grandes abrindo as nádegas.

— Quero provar esse outro lugar também — murmurou Átila, a voz grossa de desejo sombrio.

Sua língua deslizou entre as nádegas, lambendo o anel enrugado com lentidão torturante enquanto Kuzey chupava seu clitóris por baixo. Irmak gritou, o som ecoando pela floresta silenciosa. Nunca havia sido tocada ali antes. A sensação era chocante, proibida e absurdamente prazerosa.

— Ah, deuses… isso… é demais… — choramingou ela, os quadris se movendo sozinhos, esfregando-se contra a boca de Kuzey.

— Não é demais — corrigiu Kuzey, a voz abafada contra sua boceta. — É exatamente do que você precisa. Deixe-nos devorá-la, Irmak. Deixe-nos arruiná-la para qualquer outro macho.

Átila pressionou um dedo lubrificado contra seu ânus, penetrando-a lentamente enquanto continuava lambendo ao redor. A estimulação dupla fez os olhos de Irmak revirarem. Ela gozou novamente, o corpo inteiro tremendo, o líquido escorrendo pelo queixo de Kuzey.

Eles a viraram mais uma vez, agora de quatro. Kuzey se ajoelhou na frente dela, libertando seu pau grosso e longo das calças. A cabeça bulbosa já brilhava com pré-gozo. Átila se posicionou atrás dela, esfregando sua ereção igualmente impressionante contra a entrada encharcada.

— Olhe para mim — ordenou Kuzey, segurando seu queixo. — Quero ver seus olhos enquanto meu irmão fode você pela primeira vez.

Átila não esperou mais. Avançou em um movimento fluido, enterrando-se até o fundo. Irmak soltou um longo e rouco grito enquanto suas paredes internas eram esticadas ao limite ao redor da grossura dele.

— Tão apertada… — grunhiu Átila, as mãos firmes nos quadris dela. — Como se você tivesse sido feita para nós dois.

Ele começou a se mover. Estocadas profundas e ritmadas que faziam os seios de Irmak balançarem. Kuzey aproveitou para empurrar o pau contra os lábios dela.

— Abra — ordenou suavemente.

Irmak obedeceu, tomando-o na boca o máximo que conseguia. O gosto salgado e masculino explodiu em sua língua. Os gêmeos encontraram um ritmo perfeito: enquanto Átila a fodia com força por trás, Kuzey fodia sua boca com estocadas controladas, segurando seus cabelos.

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