Um rosnado baixo vibrou das profundezas dele, reverberando contra minha pele. Então, sem aviso, o que quer que ele tivesse usado para me morder se retraiu, substituído pelo deslizar lento e deliberado de sua língua enquanto lambia o ferimento.Eu não conseguia entender aquilo.O CEO, senhor Julio Chester, estava no meu quarto, na minha cama, agindo como algum tipo de animal.E, ainda assim, a parte mais estranha de tudo era esta:Eu não estava mais assustada.Eu deveria estar. Qualquer pessoa sã estaria apavorada. Mas, em vez disso, meu corpo parecia estranhamente calmo, quase sintonizado com ele.Sem nenhum aviso, o peso dele de repente caiu sobre mim. Meus olhos se abriram completamente.— Senhor Chester? — Chamei, sem fôlego.Nenhuma resposta.O pânico me atravessou, e empurrei seu corpo, lutando. Droga, ele era pesado, muito mais pesado do que parecia. Foi preciso tudo em mim para movê-lo, mas, depois de muito esforço, consegui rolá-lo parcialmente para fora de cima de mim
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