Ao ouvir aquilo, a expressão de Simão mudou. Ele estava prestes a avançar, mas Daniela segurou o braço dele a tempo.Simão olhou para ela, com a expressão séria.— Daniela.Daniela mantinha uma expressão calma.— Espere lá fora. Depois que eu vir Diego, eu saio.Simão apertou os lábios, olhou para Eduardo, franziu a testa e virou para sair do quarto.Depois que ele saiu, Daniela olhou para Eduardo.— Diego sofreu um acidente, e eu sei que você está mal. Não vou discutir com você. Mas, diante da criança, espero que você tenha um mínimo de consciência como pai.O rosto de Eduardo estava sombrio. A mão caída ao lado do corpo estava cerrada, e as veias saltavam no dorso.Ele admitia que, agora há pouco, tinha sido agressivo demais nas palavras.Mas, ao ver Daniela aparecer junto com Simão, ao ver aquela familiaridade natural entre os dois, uma chama subiu sem explicação dentro dele.As palavras de Simão, como se ele não fosse uma pessoa de fora, deixaram Eduardo ainda mais incapaz de sup
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