Meu professor de direito processual sempre enfatizava como o Artigo 95 do CPC é cheio de nuances. As exceções ali são como armadilhas que só quem já tropeçou reconhece. Tem a incompetência relativa, que pode ser alegada a qualquer momento, mas se o juiz já decidiu o mérito, esquece. Depois tem a suspeição e o impedimento, que são aquelas situações onde o juiz não pode julgar por causa de algum vínculo pessoal. E não dá pra esquecer da ilegitimidade de parte, que é quando alguém entra na ação sem ter direito.
A parte mais interessante? A prescrição e a decadência. Se você não alegar na primeira oportunidade, perde o direito. É como aquela promoção relâmpago: se não correr, fica sem. E tem a coisa toda da convenção de arbitragem, que pode tirar a competência do juiz antes mesmo de começar. Meu colega de estágio uma vez esqueceu de alegar isso e o processo virou um pesadelo.
Meu tio trabalha com marketing digital há anos e sempre me explica essas coisas de um jeito que até eu entendo. CPC significa 'Custo por Clique', então '240 cpc' provavelmente se refere a um valor de 240 unidades monetárias (tipo reais ou dólares) por cada clique em um anúncio. Já CPA é 'Custo por Aquisição', que é o quanto você paga quando alguém não só clica, mas faz algo específico, como comprar ou se cadastrar.
A diferença é que o CPC cobra só pelo clique, mesmo se a pessoa sair do site sem fazer nada. O CPA só cobra se houver uma conversão. Se você tem um orçamento apertado, o CPA pode ser mais seguro, porque você paga só quando o cliente age. Mas se seu site é muito bom em converter cliques em vendas, o CPC pode ser mais barato no longo prazo.
Lembro de ficar completamente confuso quando encontrei pela primeira vez o termo 'artigo 100 cp' em um RPG de mesa. Era um sistema antigo, desses que usam fichas de papel e dados de dez lados. CP significa 'custo de pontos', e o artigo 100 se refere a um item específico no catálogo do jogo. Basicamente, é um modo de balancear equipamentos ou habilidades, atribuindo um valor numérico que os jogadores precisam 'pagar' com pontos de personagem.
A graça está na estratégia: você pode escolher um item poderoso que consome quase todos os seus pontos ou vários mais simples que combinados trazem vantagens diferentes. Alguns mestres ainda adaptam esses valores para criar desafios únicos, como itens com custos variáveis dependendo da campanha. É uma mecânica que incentiva a criatividade tanto dos jogadores quanto do narrador.