Fantasia e ficção científica são meus gêneros favoritos, e eu adoro mergulhar em universos completamente diferentes. 'O Nome do Vento' de Patrick Rothfuss é uma obra-prima que me conquistou desde a primeira página. A prosa é tão rica que você quase pode sentir o cheiro da taberna onde a história começa. E não posso deixar de mencionar 'Duna' de Frank Herbert, que é simplesmente épico em sua construção de mundo. A complexidade política e ecológica de Arrakis é fascinante.
Outro livro que me marcou foi 'A Torre Negra' de Stephen King. Misturando fantasia sombria com elementos de faroeste, é uma jornada única. E para quem gosta de ficção científica mais dura, 'O Problema dos Três Corpos' de Liu Cixin é um desafio intelectual incrível, com física teórica e alienígenas.
Descobrir romances e fantasia brasileiros foi como encontrar um baú de tesouros escondido no quintal de casa. A gente cresce achando que fantasia só existe lá fora, mas tem um monte de autor nacional criando mundos incríveis. Um que me marcou bastante foi 'A Batalha do Apocalipse' do Eduardo Spohr. A mistura de mitologia bíblica com ação frenética é viciante, e o jeito que ele reconta histórias conhecidas com um twist original é genial.
Outro que não sai da minha cabeça é 'O Espadachim de Carvão' do Affonso Solano. A construção de mundo é detalhada sem ser cansativa, e os personagens têm uma profundidade rara. A protagonista, uma espadachim que luta contra preconceitos numa sociedade machista, me fez torcer por ela do começo ao fim. Tem também a série 'Sábios' do Raphael Draccon, que une magia, conspirações e um humor ácido muito característico do autor. Esses livros provam que a fantasia brasileira tem identidade própria, sem precisar copiar os clichês estrangeiros.