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A Secretária que Destruiu Meu Noivado

A Secretária que Destruiu Meu Noivado

No dia do noivado, eu e minha mãe ainda estávamos no carro esperando o motorista quando a secretária do meu noivo me mandou um vídeo. Na gravação, ela segurava uma loba de meia-idade pelos cabelos e descarregava tapa após tapa no rosto dela — dez, sem parar, alternando os lados. "Sophie Harlan, sua aproveitadora. Você não acha que só porque se fingiu de socialite e conseguiu um noivado com o Alfa Derek Holden, sua mãe pode entrar na casa dele e roubar o que quiser, né?" Mais um tapa. O rosto da mulher já estava inchado e deformado. "Gente do interior é tudo assim. Mão leve demais, sempre pegando o que não é seu." "Como secretária do Derek, estou aqui resolvendo esse problema no lugar dele." Abaixei o celular devagar. Do meu lado, minha mãe se olhava no espelhinho de maquiagem, ajeitando o colar com calma. Quando percebeu que eu estava olhando para ela, sorriu e deu um tapinha suave nas minhas mãos. — A alcateia Coroa de Espinhos é um desastre em negócios, mas, minha filha, o Derek é muito bonito. — Ela fechou o espelhinho. — Depois que fechar a aliança, eu e seu pai damos uma força pra ele. Vai ficar tudo bem. Franzei o cenho e reproduzi o vídeo de novo. As maçãs do rosto salientes. O coque preso com capricho milimétrico. E a pinta na orelha direita. Meu Deus. Aquela era minha futura sogra. Liguei na hora. — Vanessa, você sabe que é completamente idiota? Aquela mulher é a mãe do Derek! Ela riu, com um veneno que não se deu ao trabalho de disfarçar. — Para. O Derek já me contou tudo. Você é uma zé-ninguém que o pai dele forçou ele a noivar. Ele mal liga pra você. Sua parente não vale nada pra ele.
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Não era o Herdeiro que Ele Protegia

Não era o Herdeiro que Ele Protegia

No dia em que o primeiro amor do meu companheiro, à beira da morte, entrou em trabalho de parto, os pais dele postaram dez guerreiros à minha porta. Eles fizeram isso apenas para me impedir de invadir a sala de parto e arruinar o nascimento do herdeiro do Alfa Kaelen. No entanto, eu nunca apareci, nem mesmo depois que o choro de um recém-nascido preencheu o ar. A mãe dele, a antiga Luna, segurou a mão da outra loba com um suspiro de alívio. — Liana, conosco aqui, aquela estéril da Elara nunca fará mal a você ou ao filhote! Kaelen enxugou o suor da testa de Liana, com os olhos cheios de adoração. — Não se preocupe, meu pai tem homens guardando as fronteiras da alcateia. Se Elara ousar causar problemas, nós a exilaremos para sempre! Ele finalmente relaxou quando teve certeza de que eu não viria. Ele não conseguia entender. Tudo o que ele queria era dar um filho, um legado, ao seu primeiro amor que estava morrendo. Por que eu não podia ser mais compreensiva? Olhando para o filhote adormecido, um sorriso satisfeito cruzou seu rosto. Ele pensava que, se eu apenas aparecesse e pedisse desculpas a Liana, ele perdoaria todas as nossas brigas anteriores. Ele estaria até disposto a me consolar após o parto, talvez até me deixar ser a mãe do filhote apenas no nome, para que eu pudesse manter meu título de Luna. Mas ele não sabia. Eu acabara de enviar minha solicitação ao Conselho Superior. Em uma semana, eu renunciaria ao meu status na alcateia, partiria com os bebês em meu ventre e nunca mais o veria.
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Apostaram Que Eu Imploraria. Fui Embora Levando Tudo.

Apostaram Que Eu Imploraria. Fui Embora Levando Tudo.

No dia em que descobri que estava grávida de gêmeos, vi meu companheiro, o Alfa Viggo, levando outra loba para a consulta de pré-natal. Congelei no lugar, enquanto amassava o relatório de gravidez com o meu punho. Naquela noite, ele olhou para mim com frieza. O mesmo homem que um dia beijou cada centímetro do meu corpo, o mesmo homem que jurou ser somente meu. — Ela está carregando meu filhote e sua loba está instável. Você terá que preparar tônicos calmantes para ela todos os dias. — Ela é sensível, não consegue dormir sem o meu cheiro. Então leve suas coisas para a ala oeste e abra espaço para ela. A enorme vila mergulhou em um silêncio mortal. Minha loba uivou dentro de mim, um lamento agudo e ferido. A dor do nosso vínculo de companheiros rasgou minha alma. Ainda assim, não derramei uma única lágrima. Peguei com calma a mala que já estava pronta e caminhei em direção à porta. Os guardas tentaram me impedir, mas Viggo sequer levantou os olhos. — Ela vai voltar. — Disse ele, girando o vinho na taça, com toda a arrogância de Alfa estampada no rosto. — Três dias, e é tudo o que ela aguenta. Sem o meu toque; a loba dela vai enlouquecer e ela vai voltar rastejando, implorando. Os membros da alcateia e os aliados que tinham vindo para a nossa cerimônia explodiram em gargalhadas. Alguns deles até fizeram uma aposta bem na minha frente, colocando em jogo uma mina de minério aurora avaliada em um milhão de dólares. Apostaram que eu seria despedaçada pelo medo de me tornar uma loba renegada, e que antes da meia-noite, estaria de joelhos, implorando para Viggo me aceitar de volta. Mas eles não faziam ideia, meu pai biológico já tinha enviado em segredo o símbolo da nossa família. Minha alcateia já estava à minha espera. Desta vez, eu romperia nosso vínculo para sempre.
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Amada pelo Rei Lobisomem após um Vínculo Rompido

Amada pelo Rei Lobisomem após um Vínculo Rompido

Na noite de lua cheia, eu jazia nos territórios proibidos à beira da morte por causa do acônito devastando meu organismo. Meu companheiro Alfa, Elio Palmer, forçou meus dedos a se abrirem e arrancou o único antídoto que eu tinha. — Kelly cresceu comigo desde que éramos filhotes. Depois que os pais dela morreram, fui eu quem ficou mais próximo dela. Como Luna, você devia se sacrificar por ela. — Disse Elio. Então, Elio deu o antídoto a Kelly Giles, que foi infectada apenas com um leve traço de acônito. Logo depois, ele não hesitou em me abandonar, sua companheira quase morta, ali nos territórios proibidos. Ele achava que eu aceitaria minha morte sem qualquer ressentimento, já que me domesticou durante o tempo que passamos juntos. Mas o que ele não sabia é que o forte odor de morte não atraía nenhuma besta até mim no momento em que nosso vínculo de companheiros era completamente rompido. Em vez disso, atraía a atenção de Samuel Gray, o Rei Lycan que incutia terror bruto em todos os lobisomens da terra. Algum tempo depois, Samuel se aproximou de mim após massacrar todas as bestas nos territórios proibidos. — Depois de ser abandonada por um vira-lata inferior, é assim que pretende morrer?
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Sem Ciúme, Alfa

Sem Ciúme, Alfa

Depois que perdi o bebê, larguei tudo aquilo que meu companheiro, o Alfa Rhydian, tanto odiava em mim. Parei de usar nosso vínculo para sentir onde ele estava. Conseguia dormir tranquilamente mesmo quando ele não voltava para o nosso quarto a noite toda. Nem sequer o avisei quando a lâmina de prata de um inimigo me cortou o braço durante uma escaramuça na fronteira. O médico do clã me disse para notificar minha família. Respondi com calma: — Não tenho família. O médico me reconheceu. — A senhora é a Luna. O Alfa Rhydian está no quartel-general. Devo avisá-lo? Balancei a cabeça suavemente. — Não, não precisa. Mas meia hora depois, Rhydian apareceu assim mesmo. Sua silhueta alta projetou uma sombra sobre mim, a voz fria como gelo. — Você está ferida. Por que não me chamou pelo vínculo mental? Abaixei os olhos. — É só um arranhão. Não há necessidade de incomodar o Alfa. Um rosnado surdo vibrou em seu peito. O ar ficou carregado de tensão com a raiva dele. Ele estava prestes a falar quando um guarda sussurrou do lado de fora da porta: — O Alfa se preocupa tanto com a Isla. Ela só espetou o dedo num espinho de rosa, e ele lhe deu a erva das luas, a mais preciosa do clã. Vi sua mandíbula se contrair. Seus olhos cinza-azulados me varreram, à procura da fúria ciumenta que eu sempre costumava demonstrar. Não dei a ele coisa alguma. Nem ao menos piscei. Simplesmente me recostei nos travesseiros baratos do hospital e fechei os olhos. Mas a compostura de Rhydian finalmente desmoronou.
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Sem Amor para o Alfa

Sem Amor para o Alfa

Quando eu estava grávida de três meses, uma alcateia de lobos renegados me emboscou. Nos últimos momentos antes de minha consciência começar a desaparecer, implorei por socorro através da minha conexão mental com meu companheiro Alfa, Adrian. Mas ele nunca respondeu. Fui levada às pressas para o hospital para tratamento de emergência, apenas para ser informada de que o Curandeiro de Nível Santo havia sido levado à força para o sul por Adrian para tratar Evelyn, seu primeiro amor, depois que ela perdeu seu companheiro. Quando acordei com a dor de perder meu filhote, meus dedos tremeram enquanto eu verificava as redes sociais, então vi a postagem de Evelyn: [Eu sabia que não importava o quão longe eu estivesse ou quanto tempo tivesse passado, Adrian sempre viria por mim. Ele até trouxe um Curandeiro de Nível Santo para aliviar a dor no meu coração.] Na foto, os olhos escuros de Adrian, que geralmente eram frios e distantes, estavam focados na mulher ao seu lado com ternura. Enquanto eu lutava pela minha vida e perdia nosso filhote, meu Alfa protegia outra loba grávida. Ri de mim mesma amargamente. Parecia que a marca do vínculo em meu peito estava definhando. Disquei então para um número sem hesitação. — Dr. Clark, eu aceito a posição no Instituto de Pesquisa de Lobos Antigos do Norte. Sim, quanto antes, melhor. Não farei uma cerimônia de despedida.
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Abortei o Filho Que Assistiu Minha Morte na Vida Passada

Abortei o Filho Que Assistiu Minha Morte na Vida Passada

Pouco antes do casamento, descobri que estava grávida de dois meses. Meu noivo, Diogo Bragança, com o hálito de quem havia bebido, pousou a mão na minha barriga, murmurou em tom de brincadeira: — Francisca, acho que ainda não estou pronto pra ser pai. Vamos... deixar esse bebê pra depois? Respondi com o coração vazio: — Tudo bem. Na vida passada, insisti em ter esse filho. Na mesma época, Antonella Coutinho sofreu um aborto e perdeu a chance de engravidar. Diogo me culpou por isso e, depois do casamento, foi frio comigo até o fim. O filho que carreguei com dor e quase à custa da minha vida, Lenor Bragança, mais tarde passou a chamar Antonella de “mamãe” aos gritos. No dia em que sofri um acidente e perdi muito sangue, pai e filho passaram por mim sem sequer olhar para trás. Eles tinham pressa. Antonella estava em trabalho de parto. Lá em cima, eu morria, esvaída em sangue. Lá embaixo, eles comemoravam o nascimento de uma nova vida, balançando bastões de luz. Desta vez, não vou mais me abandonar por ninguém. Disquei para o diretor do instituto: — Quero me juntar à expedição na Antártida.
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O Alfa Deu Meu Colar à Amiga de Infância, e Eu Fui Embora

O Alfa Deu Meu Colar à Amiga de Infância, e Eu Fui Embora

No dia em que meu companheiro predestinado, Cole, ficou diante do altar para a cerimônia com Kate, sua amiga de infância, eu estava no meio da multidão, batendo palmas. Todos pensaram que eu enlouqueci por causa de um amor não correspondido. Cole também deve ter pensado isso. Ele veio às pressas até mim, agarrou meu pulso com força e rosnou uma ameaça: — Esse é o maior desejo da Kate, a única coisa que ela me pediu na vida. Ela é frágil. Quem sabe quanto tempo ainda lhe resta? Ele apertou ainda mais meus dedos, então disse com um olhar intimidante: — Você não ia querer que ela morresse levando esse arrependimento, ia? Sorri com frieza e tomei um gole do meu champanhe. — Claro que não. Na minha vida passada, vi Kate me provocar enquanto ela estava nos braços de Cole, gritei que ela não estava doente coisa nenhuma, que tudo era mentira. Destruí a cerimônia e forcei Cole a interrompê-la. Kate não suportou a humilhação. Saiu correndo aos prantos e morreu em um acidente de carro. Depois disso, Cole inventou uma acusação de traição contra a minha alcateia para vingá-la. Meus pais foram presos pela Aliança e morreram de fome ao longo de dez dias. Fui exilada, acabei virando uma loba renegada e, no fim, morri encurralada e despedaçada por uma alcateia de renegados, carregando uma fúria que jamais consegui descarregar. Desta vez, eu lhe daria exatamente o que ele queria. A cada vez que ele me traísse, eu retomaria um privilégio que concedi à alcateia dele. Três traições seriam equivalentes a três privilégios. E então, ele não teria mais nada.
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O Luto Insano do Alfa

O Luto Insano do Alfa

Eu estava grávida do herdeiro do Alfa Jaxon. Sua amiga de infância, Hattie, se ofereceu para me levar ao Centro Médico da Alcateia para um exame de rotina. Ao atravessarmos a ponte sobre o Rio Wolf's Hollow, ela não hesitou. Girou o volante violentamente em direção ao velho guarda-corpo enferrujado. Desta vez, eu não disputei o volante com ela como fiz na minha vida anterior. Porque, na minha vida passada, consegui impedir o acidente. Mas Hattie foi arremessada para fora do carro e caiu nas águas turbulentas do rio. Seu corpo jamais foi encontrado. Meu Alfa dizia que não me culpava. Todos os dias, moía prímulas-da-noite com as próprias mãos para acalmar nosso filhote, enquanto seus olhos transbordavam de ternura e expectativa pela chegada do nosso bebê. Mas, no dia em que dei à luz seu herdeiro... Ele me obrigou, junto com nosso filhote recém-nascido, a entrar no carro. Pisou fundo no acelerador. E dirigiu diretamente para o mar revolto. — Ela nunca teria morrido se você não tivesse enlouquecido de ciúmes e agarrado o volante! Achou mesmo que bancar a vítima iria me enganar? — Você gosta tanto de provocar "acidentes", não é? Então vamos ver como você gosta das águas geladas! Quando abri os olhos novamente... Eu estava de volta ao carro esportivo desgovernado de Hattie.
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Já Que Você Não Me Quer, Então Isso É Um Adeus

Já Que Você Não Me Quer, Então Isso É Um Adeus

A nona cerimônia de vínculo entre mim e o Rei Alfa, Thorne Ravencrest, finalmente chegou. Ainda assim, mais uma vez, falhei em me tornar sua Rainha Luna. Não porque ele tivesse quebrado sua promessa… mas porque eu não era qualificada o suficiente. Os anciãos deixaram isso absolutamente claro: toda Rainha Luna reconhecida pela Deusa da Lua ao longo da história deve cultivar 365 Flores do Luar usando sua própria essência de sangue. Mas todos os anos, na véspera da cerimônia, por mais cuidadosa que eu fosse, sempre faltava uma flor. Este ano, quase me esgotei completamente e, por pouco, consegui cultivar a quantidade exata. Eufórica, fui procurar Thorne, querendo fazer uma surpresa. Pela porta entreaberta do salão do trono, ouvi seu Beta dizer: — Rei Alfa, Sera está esperando por você há oito anos. Você realmente nunca vai se vincular a ela? Thorne balançou a cabeça. — Eu prometi à Willow que este ano também não podemos nos vincular. Seu Beta hesitou. — E se Sera realmente conseguir cultivar flores suficientes? Thorne ficou em silêncio por um momento, então bateu palmas. Um lobo das sombras apareceu e se fundiu à escuridão. Pouco depois, o lobo retornou com uma Flor do Luar presa entre os dentes. Thorne a rasgou em pedaços e soltou um suspiro. — Sera tem sangue de sobra. Esqueça um ano. Ela poderia continuar cultivando por mais dez anos e ainda ficaria bem. — Mas Willow foi envenenada com acônito. Eu sou tudo o que resta para ela… e ela quer que eu fique ao seu lado em seus últimos dias. — Eu não consigo recusar Willow. Isso significa que Sera terá que esperar um pouco mais. Mordi o lábio com força, mal conseguindo acreditar no que estava ouvindo. Então… as Flores do Luar que desapareciam misteriosamente todos os anos… eram todas destruídas por ele. Ser uma Rainha Luna sempre foi meu sonho desde criança. Mas, se ele nunca teve a intenção de se vincular a mim… Então era hora de eu deixá-lo.
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