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Grávida Sequestrada: A Escolha do Meu Marido

Grávida Sequestrada: A Escolha do Meu Marido

Grávida de nove meses, fui feita refém no último andar do prédio por Afonso, um ex-funcionário que guardava rancor por ter sido substituído pelo meu marido no trabalho. Ele me esfaqueou dezenas de vezes. Meu marido, José Rocha, capitão da equipe de resgate, direcionou todos os recursos para salvar sua primeira namorada, Cecília, que, em depressão, ameaçava incendiar seu apartamento alugado. Eu não pedi que ele viesse me salvar. Na vida passada, por ter ligado para ele pedindo socorro, José largou Cecília para me resgatar. Eu e o bebê sobrevivemos, mas Cecília morreu no incêndio que ela própria provocou. José, na aparência, não me culpou. Reservou uma suíte VIP na maternidade para mim. Mas, justamente no dia do parto, ele me amarrou e, diante de mim e do nosso bebê, desferiu dezenas de facadas! – Naquele dia, você e o sequestrador me enganaram juntos, não foi? Seus ferimentos eram superficiais! Você nunca ia morrer! – Já que você gosta tanto de ser esfaqueada, eu faço esse favor pra você! Quando abri os olhos novamente, voltei ao dia em que fui sequestrada. Desta vez, decidi deixá-lo ir salvar a primeira namorada.
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Meu Amor, Teu Desdém.

Meu Amor, Teu Desdém.

— Malu, eu te amarei para sempre! — Eduardo rugiu em desespero com a voz carregada de desejo. No instante em que estavam prestes a alcançar o clímax, o celular dele começou a vibrar insistentemente. Em um momento como aquele, é claro que ele não deu importância. Mas logo a tela se acendeu e, no momento, que ele reconheceu o nome escrito na notificação, seus movimentos pararam de repente. Maria Luíza ouviu-o atender: — Alô? — Edu, você sabia que a Jordana... — No silêncio da noite, a voz do outro lado soou nítida. — Fale mais baixo, o momento não é conveniente. — Eduardo interrompeu em árabe, num tom contido. — O resultado dos exames saiu. — Do outro lado, a pessoa também passou a falar árabe, mas a voz continuava alta. — Jordana está com câncer terminal, e só tem um mês de vida! Ela quer ser sua esposa. Você pode realizar o último desejo dela antes que ela morra? — O quê? — O rosto de Eduardo mudou drasticamente. — Espera por mim! — Malu, surgiu uma urgência. — Ele se voltou para Maria após desligar o telefone. — Eu preciso sair um instante. Fique em casa descansando, eu volto logo. Sem esperar pela resposta dela, Eduardo levantou-se, lavou-se rapidamente, trocou de roupa e saiu sem olhar para trás. Logo em seguida, o celular de Maria vibrou. A tela iluminada mostrava a mensagem de Jordana Torres: [Maria, você perdeu. Eu já te disse antes que o Eduardo é meu.] E logo acima, tinha uma mensagem enviada por ela três dias antes: [Se eu tivesse câncer, você acha que Eduardo te deixaria para vir atrás de mim? Eu aposto que sim.] O olhar de Maria ergueu-se lentamente desviando a tela do celular até a porta do quarto, ainda aberta. Eduardo não sabia, mas ela já dominava o idioma árabe há tempos, e tinha entendido cada palavra daquela conversa. Depois de muito tempo em silêncio, um sorriso amargo se desenhou em seu rosto. — É... eu perdi...
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Matando o Herdeiro do Meu Alfa

Matando o Herdeiro do Meu Alfa

O ano em que renasci foi o ano em que a guerra contra os vampiros começou. A primeira coisa que fiz foi me livrar do filhote. O filhote do meu companheiro. Do Alfa Lucas. Na minha vida passada, ele encobriu sua amiga de infância, Sarah, quando ela se acasalou com um vampiro. Ele pegou meu filhote de sangue puro e o trocou pelo bastardo mestiço dela. Eles me rotularam como traidora. Torturaram-me até a morte em uma masmorra de prata. E meu próprio filho, que sofreu lavagem cerebral por Sarah, ficou sobre meu cadáver e me disse para apodrecer no inferno. Quando abri meus olhos novamente, estava grávida de três meses. Não hesitei. Caminhei direto até a cabana da bruxa e bebi o veneno que ela me deu. Mas, enquanto a vida se esvaía, abri outra garrafa: uma cara Poção Mímica. Ela simula os batimentos cardíacos de um filhote. Ela exala o cheiro de uma mãe à espera. Lucas quer uma criança para levar a culpa pelo crime de Sarah. Certo. Eu darei um show a ele. Desta vez, não tenho fraquezas.
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Meu Namorado Me Vendeu para o Homem Errado

Meu Namorado Me Vendeu para o Homem Errado

Meu namorado, Miles, finalmente me convidou para o jantar de Natal da família dele. Eu desmaiei no caminho até lá. Meio consciente, ouvi ele sussurrar: — Desculpa, Eva... Aqueles caras disseram que você é exatamente o tipo do chefe deles. Bonita demais para o seu próprio bem, querida. Então culpe isso... não a mim. — Não fique com medo. Se você me ajudar a pagar a dívida... talvez eles me deixem ter você de volta. Eu vou compensar tudo. Pelo resto da sua vida, eu juro. Ele me empurrou em uma cadeira de rodas pelos fundos de um cassino. O cassino da minha família. O chefe para quem ele estava me vendendo... era o meu irmão. Desde que nossos pais morreram em um tiroteio, meu irmão assumiu toda a responsabilidade por mim. Mais do que um irmão, ele se tornou uma figura paterna, um protetor. Meu namorado idiota deveria estar com medo... ele não fazia ideia do quanto meu irmão me protegia, nem do quão implacável podia ser com qualquer um que ousasse me machucar.
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Quando o Amor se Cala

Quando o Amor se Cala

Eloá Vasconcelos sacrificou a própria vida para salvar o Samuel Albuquerque. Como preço, ela perdeu a audição. E no lugar da gratidão, recebeu humilhações e sarcasmo dos amigos dele. Ainda assim, com o risco de nunca mais acordar, decidiu enfrentar uma cirurgia para recuperar a audição. Quando finalmente quis partilhar a alegria da vitória, encontrou apenas uma dor ainda maior: em meio ao álcool e à intimidade, o noivo pronunciou o nome da antiga paixão — Mirela. Nesse instante, ela compreendeu. Seu amor nunca teve resposta. Ferida, mas lúcida, ela escolhe a liberdade. Partiu. Deixou Ravélis, deixou a mansão Albuquerque, deixou Auristela. Deixou ele.
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Doutor, o Cachorro Vale Mais Que Sua Esposa?

Doutor, o Cachorro Vale Mais Que Sua Esposa?

Me casei com Sérgio, o filho mais velho da família Lima, um renomado obstetra. Minha melhor amiga, Vanessa, se casou com Valentino, o filho mais novo, que era presidente de uma grande farmacêutica. No meu aniversário, a amada do meu marido me mandou um gato morto, me causando um choque que desencadeou um parto prematuro. Vanessa me levou ao hospital, onde sofri uma embolia amniótica. Nenhum médico sabia o que fazer, e quando pedi ajuda ao Sérgio, ele respondeu com desprezo: — Só porque faltei no seu aniversário, já vem se fazer de vítima e inventar mentira? O cachorro da Alícia vai parir, preciso estar presente e não tenho tempo para drama! Vanessa me operou e salvou minha vida, mas meu filho foi para a UTI. Ela ligou para Valentino pedindo um remédio especial, e ele respondeu: — O cachorro da Alícia tá mal depois do parto, estou aqui fazendo caldo para ele. Sério, vocês duas são iguais e sempre arrumaram confusão. Acham que só existo para lidar com crise de ciúmes. No fim, meu filho morreu. E com ele, toda a minha esperança. — Vanessa, decidi que quero me divorciar. — Se você vai terminar, eu também vou. Homem que não presta não merece esposa! Quando finalmente falamos do divórcio para Sérgio e Valentino, eles entraram em pânico.
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Preço do Arrependimento: Oito Caudas Partidas

Preço do Arrependimento: Oito Caudas Partidas

No concurso de poções, minha irmã adotiva, Célia, tornou-se famosa graças à poção que roubou de mim. Eu jamais poderia imaginar que aquela competição serviria para escolher a esposa do jovem senhor da Tribo Serpente, um homem cruel, feio e naturalmente estéril. Naquela mesma noite, a Tribo Serpente enviou uma carta de casamento, exigindo que a criadora da poção se tornasse esposa do jovem senhor. Ao saber disso, meu noivo entrou em pânico e imediatamente consumou o Pacto de Almas com Célia. Depois de consumado o ato, Célia veio, rebolando a cintura, exibir para mim o Pacto em forma de Lobo em suas costas. — Agora o seu noivo é meu, irmãzinha. E agora, o que você vai fazer? Faltam só três dias para você completar vinte e cinco anos. Se ninguém se casar com você, será sorteada para aqueles Bestiais mais velhos e violentos, que batem nas esposas! Ela se enganou. Eu ainda tinha outra escolha. Procurei meus pais, que estavam na sala tentando resolver as confusões deixadas por Célia. — Se ela não vai se casar com o jovem senhor da Tribo Serpente, eu me caso!
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De Esposa Escondida ao Pior Pesadelo Dele

De Esposa Escondida ao Pior Pesadelo Dele

No jantar de ensaio do meu casamento, uma foto minha com o irmão mais velho do meu noivo — ambos nus na cama — foi exibida diante de todos. Eu disse que aquilo era uma armação. Jason, meu futuro marido e Don da família Vale, respondeu: — Eu confio em você. Ele apagou as imagens e se casou comigo mesmo assim. Durante dois anos, ele me manteve escondida, enquanto minha meia-irmã, Nerissa, aparecia ao lado dele em público. Ele dizia que fazia isso para me proteger, então eu acreditei. Acreditei nele quando os rumores diziam que ele dormia com ela, e até mesmo quando ele a apresentava como sua Donna. Mas só até hoje, quando encontrei os dois juntos na cama. Jason sequer parou de beijá-la ao me ver. — Gostou do seu presente de aniversário de casamento, Alina? Foi nesse momento que finalmente entendi: Jason nunca acreditou em mim, e o motivo pelo qual se casou comigo não era amor, e sim punição.
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A 300ª Dívida que Escrevi

A 300ª Dívida que Escrevi

Dos dez aos dezoito anos, meus pais me obrigaram a escrever duzentas e noventa e nove dívidas. Cada centavo que eu pedia a eles era considerado um empréstimo — algo que eu teria que pagar quando me tornasse adulta. Até que sofri um acidente de carro... Na hora de pagar a cirurgia, ainda me faltavam três mil no cartão. Sem saída, fui implorar ajuda aos meus pais. Mas eles apenas sorriram friamente: — Júlia Monforte, você já tem dezoito anos. Não temos mais obrigação nenhuma com você. Escreva uma nova dívida! Com lágrimas nos olhos, escrevi minha tricentésima dívida. Após a cirurgia, abri o Instagram e me deparei com uma publicação da minha irmã adotiva. Na foto, ela estava em um cruzeiro internacional, celebrando seu aniversário de dezoito anos como uma princesa, cercada de gente a bajulando. O presente dos meus pais para ela? Um apartamento de alto padrão no centro de São Paulo... e a chave de um Maserati. Até meu amigo de infância... olhava para ela com olhos cheios de amor. Ela agradecia: "Obrigada às pessoas que eu mais amo, por me darem o melhor que eu poderia ter." E eu, segurando aquela dívida toda amassada nas mãos, simplesmente sorri. Depois que eu quitar essa dívida... uma coisa é certa — não preciso mais de uma família assim.
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Ele Suprimiu Nosso Vínculo Sete Vezes. Na Oitava, Eu O Destruí

Ele Suprimiu Nosso Vínculo Sete Vezes. Na Oitava, Eu O Destruí

— Darcy está passando mal hoje à noite. Vamos suprimir nosso vínculo, Emma. Podemos fazer a cerimônia de marcação outro dia. Foram exatamente essas palavras que ele disse quando liguei no dia em que deveria acontecer a nossa cerimônia de marcação. Era a sétima vez que ele pedia para suprimir o vínculo sagrado entre nós por causa de sua amiga de infância. Na primeira vez, ele suprimiu o vínculo porque a alcateia de Darcy estava sendo atacada e ele queria ficar ao lado dela. — Darcy está lutando pela própria vida, e você quer que eu seja arrastado pelo nosso vínculo predestinado? Não me faça pensar que você é tão egoísta assim, Emma. Na terceira vez, ele disse: — Darcy está com febre. Não posso deixá-la sozinha. Na sexta vez, ele nem sequer se deu ao trabalho de explicar por que pediu à bruxa para suprimir nosso vínculo da maneira mais cruel possível. Ele estava com pressa para encontrar Darcy. Como éramos companheiros predestinados, toda vez que queria se envolver intimamente com ela, ele mandava uma bruxa suprimir o vínculo entre nós. Como Alfa, essa supressão quase não o afetava. Mas eu era uma Ômega. Cada vez que nosso vínculo era reprimido, eu sofria dores tão intensas que passava semanas sem conseguir sair da cama. Mesmo devastado ao me ver naquele estado, tudo o que ele me oferecia eram algumas palavras vazias de desculpa e promessas de que compensaria isso no futuro. Só isso. Então, quando chegou a sétima vez… Quando ele se recusou a me marcar e voltou para casa apenas para suprimir nosso vínculo e correr para Darcy… Minhas malas já estavam prontas. Seria a última vez que ele irá suprimir nosso vínculo. Porque, na próxima vez… Não existirá mais vínculo algum para ser reprimido.
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