Filtrar por
Estado de actualización
TodoEn cursoCompletado
Ordenar por
TodoPopularRecomendaciónCalificacionesActualizado
Casei com Ele. Dividi com Ela.

Casei com Ele. Dividi com Ela.

Nicolas Navarro me pediu em casamento sessenta e seis vezes em sessenta e seis viagens diferentes. Na sexagésima sétima, meu coração finalmente cedeu. No dia seguinte ao casamento, entreguei a ele sessenta e seis cartões de perdão. Um acordo silencioso: toda vez que ele me irritasse, poderia usar um para ser perdoado. Seis anos se passaram. Toda vez que a amiga de infância dele entrava entre nós, um cartão desaparecia. Quando restavam apenas dois, Nicolas finalmente notou. E era tarde demais para fingir que nada havia mudado.
17.3K vistasCompletadoAñadido a la biblioteca 535 veces como obsessivo(a)
Leer
+Biblioteca
Segredos Entre Meu Noivo e Minha Amiga

Segredos Entre Meu Noivo e Minha Amiga

Minha melhor amiga, Maya, veio de Miami para passar a semana da minha despedida de solteira. Meus últimos dias de liberdade. Ela insistiu numa noite só de garotas para comemorar, pedindo todos os meus pratos favoritos por entrega. Ela me pediu para segurar o celular dela e esperar. Então o telefone acendeu. Uma mensagem de algum cara. Uma foto sem camisa. Texto: Preciso de você hoje à noite. Outra foto chegou em seguida. Brinquedos sexuais. Equipamentos de bondage, como saídos de um filme. Meu rosto queimava. Meu coração martelava contra as costelas. Eu tinha acabado de tropeçar na vida secreta dela. Mas a imagem seguinte fez meu sangue gelar. Um close no peito do homem. Uma cicatriz irregular que eu conhecia melhor do que o meu próprio reflexo. Pertencia ao meu noivo, Luciano Carbone.
19.3K vistasCompletadoAñadido a la biblioteca 443 veces como obsessivo(a)
Leer
+Biblioteca
O Símbolo Sexual que o Don Nunca Vai Conseguir Manter

O Símbolo Sexual que o Don Nunca Vai Conseguir Manter

Tenho um corpo escultural e olhos que já renderam manchetes em Hollywood. Sou o símbolo sexual que todos conhecem, mas que ninguém ousa tocar. Há cinco anos vivo nesta cidade, e nenhum produtor jamais se atreveu a cruzar a linha. O motivo tem nome. Don Vincenzo. O chefe da máfia mais temido de Nova York. Durante sete anos, fui sua amante. Sempre que brigávamos, ele me puxava de volta. Sempre que eu tentava partir, ele me beijava como se o mundo estivesse acabando e me segurava nos braços até eu esquecer por que queria ir embora. E eu fui estúpida o bastante para acreditar que um dia seria mais do que isso. Acreditei que seria a única mulher dele. Acreditei que me tornaria sua Donna. Então chegou meu aniversário de vinte e oito anos. Depois do jantar, ouvi uma conversa que nunca deveria ter escutado. — A Chloe é divertida. Mas para ser minha Donna... tenho opções melhores. Foi naquele instante que algo morreu dentro de mim. Arranquei do peito o amor ridículo que sentia por ele e me transformei exatamente no que Vincenzo parecia querer. Uma amante perfeita. Bonita. Obediente. E interessada apenas no dinheiro dele. Mas, estranhamente, ele não pareceu gostar da mudança. Seus olhos escuros me analisaram por longos segundos. — Além desta cobertura em Manhattan, não existe realmente mais nada que você queira de mim? Sorri, envolvi os braços em volta do pescoço dele e inclinei a cabeça com falsa inocência. — Quer dizer que eu também posso escolher uma Ferrari?
10.3K vistasCompletadoAñadido a la biblioteca 389 veces como obsessivo(a)
Leer
+Biblioteca
Mulheres Mortas Não Voltam

Mulheres Mortas Não Voltam

Depois que eu caí enquanto estava grávida, meu filho de seis anos, Nico Bertelli, não veio me ajudar. Quando acordei, o bebê na minha barriga tinha desaparecido. Ao lado da minha cama no hospital, Nico se escondeu atrás do meu marido, Roberto Bertelli, e murmurou: — Mamãe, eu achei que você tinha desmaiado de propósito para chamar minha atenção. Você já fingiu desmaiar algumas vezes antes só para me impedir de sair com a Srta. Pelosi. Roberto acrescentou friamente: — Você está sempre fazendo truques para chamar atenção. Nico nem confia mais em você. Você precisa se olhar bem e descobrir por que ele prefere ficar com a Martina Pelosi em vez de você. Eu senti meu coração completamente partido. No dia seguinte, depois de receber alta do hospital, fui para casa, arrumei tudo o que era meu e deixei para trás apenas dois documentos: um acordo de divórcio e uma carta renunciando aos meus direitos parentais.
4.2K vistasCompletadoAñadido a la biblioteca 120 veces como obsessivo(a)
Leer
+Biblioteca
Desde o Começo, Nunca Foi Amor

Desde o Começo, Nunca Foi Amor

Meu corpo amadureceu mais rápido que o das outras meninas da minha idade. Quando fiz dezoito anos, meu irmão superprotetor teve medo de que eu fosse enganada ou que alguém se aproveitasse de mim, então pediu para que o melhor amigo dele tomasse conta de mim. Mas, desde a primeira vez em que nos conhecemos, aquele homem não conseguia tirar os olhos do meu corpo. Quando terminei a faculdade, ele começou a ultrapassar os limites, repetidas vezes. Durante o dia, ele era meu chefe. À noite, eu era sua "assistente pessoal". Por quatro anos, mantivemos nosso caso em segredo. Ele me moldou exatamente do jeito que ele gostava. E a pior parte? Eu deixei. Foi assim até o dia em que sua ex-noiva voltou do exterior. Ele saiu da minha cama no meio da noite e correu direto ao aeroporto para buscá-la. Humilhada, mas ainda incapaz de desistir, eu corri atrás dele, apenas para vê-lo acariciar com delicadeza o cabelo de outra mulher bem na minha frente. Ele se virou e disse: — Jennifer Huckabee, quatro anos atrás, você se aproveitou de que eu estava bêbado e se arrastou até a minha cama. O jeito que você está agindo agora... é definitivamente patético. Ele olhava para ela com carinho e gentileza, enquanto eu, só recebia um olhar gelado e debochado. Naquele instante, eu entendi: desde o começo, aquilo nunca foi amor. Então, abaixei minha cabeça e enviei uma mensagem para meu irmão, aceitando a proposta de casamento da família Sinclair. Depois disso, me virei para aquele homem e disse com um sorriso no rosto: — Tudo bem, então. Adeus.
2.4K vistasCompletadoAñadido a la biblioteca 78 veces como obsessivo(a)
Leer
+Biblioteca
Meu Filho Agora Chama O Pai De "Alfa"

Meu Filho Agora Chama O Pai De "Alfa"

Depois que eu descobri que meu companheiro Alfa, o Bruce, não conseguia esquecer sua ex-companheira Fiona, e o filhote dela, comecei a ensinar o nosso filho a chamá-lo de "Alfa Bruce". Quando o nosso filho teve febre, Fiona ligou para o meu companheiro no meio da noite para que ele fosse até lá. Então toquei a testa febril do meu filho e o fiz dizer: — Tchau, Alfa. Quando ele desistiu de ir à festa de aniversário que tinha prometido ao nosso filho porque Fiona ligou chorando, dizendo que o filho dela não tinha pai, eu nem olhei para cima. Apenas fiz o nosso filho explicar para os convidados: — O Alfa tem algo importante para fazer. O nosso filho sempre hesitava por um longo tempo. Até que o Bruce finalmente percebeu o quanto tinha falhado conosco. Ele sugeriu que tirássemos uma foto de família. Mas no estúdio, Fiona ligou de novo, soluçando. — Bruce, você pode vir, por favor, e fingir que é o pai do Tony? As crianças da creche estão zombando dele por não ter um pai… Um lampejo de culpa cruzou o rosto do Bruce. Ele ia se ajoelhar para explicar a situação ao nosso filho. Mas, dessa vez, o nosso filho não precisou do meu sinal. Ele apenas acenou. — Tudo bem, Alfa Bruce. Pode ir ficar com o seu outro filhote. A mamãe e eu somos o suficiente para a foto de família.
11.1K vistasCompletadoAñadido a la biblioteca 387 veces como obsessivo(a)
Leer
+Biblioteca
Ela Carregava o Filho Dele, Então Fugi com os Gêmeos

Ela Carregava o Filho Dele, Então Fugi com os Gêmeos

No dia em que o primeiro amor do meu marido deu à luz, o Don da família Lupo, posicionou dez homens armados do lado do meu quarto. Eles estavam em alerta máximo, apavorados com a possibilidade de eu invadir a sala de parto e atrapalhar o nascimento do primeiro herdeiro da família Lupo. Mas eu nem sequer toquei na maçaneta, nem mesmo quando o choro do recém-nascido ecoou pelo corredor. A mãe de Luca, a Donna da família, soltou um longo suspiro de alívio enquanto segurava firmemente a mão da mulher deitada na cama do hospital. — Bianca, estamos aqui. Stella não vai encostar um dedo em você nem no meu neto. Luca se inclinou e enxugou delicadamente o suor frio da testa de Bianca, com os olhos cheios de ternura. — Não se preocupe. Meu pai mandou os homens dele cercarem todo o hospital. Se ela ousar fazer um escândalo, eu mesmo vou mandar riscar o nome dela da família. Só depois de ter certeza de que eu não apareceria para causar problemas foi que ele finalmente relaxou. Ele não entendia. Do ponto de vista dele, estava apenas pagando uma dívida, dando a uma mulher à beira da morte um filho para dar continuidade ao seu nome e ajudando o seu primeiro amor a realizar um último desejo. Por que eu não podia simplesmente aceitar tudo? Por que eu não conseguia expandir minha percepção? Um sorriso satisfeito surgiu enquanto Luca observava o bebê enrolado nas mantas. Ele chegou até a pensar que, se eu apenas engolisse meu orgulho, admitisse que estava errada e tratasse Bianca com gentileza, ele perdoaria toda a minha frieza anterior. Ele iria me compensar, até me oferecer o título vazio de mãe da criança, permitindo que mantivesse minha posição como esposa do Subchefe. Mas o que ele não sabia era que eu já havia assinado os papéis do divórcio que meu advogado preparara. Dentro de uma semana, eu cortaria todos os laços com a família Lupo, levaria os gêmeos que cresciam dentro de mim e iria embora. Nunca mais nos veríamos, nem nesta vida, nem na próxima.
4.1K vistasCompletadoAñadido a la biblioteca 81 veces como obsessivo(a)
Leer
+Biblioteca
Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela

Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela

No dia em que a cunhada do meu marido, que morava sozinha, entrou em trabalho de parto, o meu marido me arrastou à força para o hospital para induzirem o meu parto, mesmo eu ainda estando só com sete meses de gestação. Ele me trancou na sala de parto, com a expressão tensa, e falou, desesperado: — Agatha Braga, o bebê que a Daise Diniz carrega tem uma doença raríssima. Se nascer assim, vai morrer logo que vier ao mundo. O médico disse que precisa do sangue do cordão umbilical e de células‑tronco especiais colhidas durante o parto pra salvar a vida dele! Meu irmão já morreu, eu tenho a obrigação de cuidar dela e da criança! Quando a agulha de dez centímetros para induzir o parto entrou no meu corpo, as contrações me rasgaram por dentro de um jeito que eu comecei a suar frio. No meio daquela dor, eu encarei o rosto dele e questionei, quase sem fôlego: — Eliel Paiva, a gravidez da Daise sempre correu bem. Como é que, de uma hora pra outra, o bebê dela tem uma doença tão rara? Eu é que precisei segurar a gravidez o tempo todo, e mesmo assim você quer que o nosso filho nasça antes da hora. Isso não é só acabar com a vida dele, é acabar com a minha também! Eliel franziu a testa, me segurou com força e me prendeu na cama do hospital: — Agatha, o médico já explicou. É só fazer o nosso filho nascer dois meses antes. Não vai acontecer nada com ele! Quando ele ouviu os gritos de dor da Daise na sala ao lado, pareceu se lembrar de alguma coisa. Me lançou um olhar cheio de desconfiança e disse: — Não vai me dizer que, só porque eu vivo cuidando da Daise, você quer aproveitar essa chance pra se livrar dela, né? Eu já te falei que só cuido dela por causa do meu irmão. Como é que você consegue ser tão cruel? Eu senti o sangue escorrendo por baixo de mim e comecei a chorar de desespero. Agarrei o pulso dele com o pouco de força que me restava e supliquei, com a voz quebrada, que, se ele poupasse o meu filho, eu aceitava o divórcio e deixava os dois livres pra ficarem juntos. Eliel me lançou um olhar impaciente, gelado, e respondeu: — Você está delirando. Eu sou o pai do nosso bebê. Como é que eu ia querer fazer mal pra ele? Quando o sangue do cordão umbilical do meu bebê e as minhas células‑tronco foram usados no bebê da Daise e o médico anunciou que mãe e filho estavam fora de perigo, só então o Eliel se lembrou de que também tinha uma esposa e uma criança esperando por ele em outra sala. Mas, quando ele empurrou a porta do meu quarto, não foi o choro do nosso bebê que encontrou. Sobre a cama, esperavam apenas dois pedaços de papel: as duas certidões de óbito: a minha e a do meu filho.
1.8K vistasCompletadoAñadido a la biblioteca 44 veces como obsessivo(a)
Leer
+Biblioteca
Segunda Vida, Outra Cama

Segunda Vida, Outra Cama

O Alfa que eu amava e o pai poderoso dele, o Rei Lycan, foram drogados com uma Poção de Cio. Sem pensar duas vezes, eu subi na cama do Rei. Na minha vida passada, fui forçada a ser a cura de Damien, a me acasalar com ele e a gerar seus filhotes. Mas ele passava todas as noites diante do túmulo dela, lamentando por sua "verdadeira amada", Isabella. Nunca mais encostou em mim. Cinco anos depois do nosso acasalamento, após uma discussão, ele se transformou em lobo. Ele me despedaçou, junto com meus filhotes. Damien estava convencido de que eu tinha usado algum truque sujo para marcá-lo e impedi-lo de ficar com seu verdadeiro amor. Ele acreditava que a culpa era minha por Isabella ter ido embora de coração partido e morrido em um "acidente". Quando abri os olhos de novo, voltei. Voltei para a noite em que os dois foram drogados. Desta vez, eu não seria a cura. Eu seria a Rainha.
5.3K vistasCompletadoAñadido a la biblioteca 117 veces como obsessivo(a)
Leer
+Biblioteca
Uma Linhagem Corrompida

Uma Linhagem Corrompida

Grávida de oito meses, uma contração rasgou meu corpo como uma lâmina. Mas meu marido, Darren, o chefe da máfia, se recusou a me levar ao hospital. A cunhada dele, Angelina, viúva de seu falecido irmão, também estava prestes a dar à luz. Para garantir que ela desse à luz antes de mim, apresentou as supostas provas da minha infidelidade, insistindo que a criança que eu carregava não era uma Falcone de verdade. Porque o herdeiro da família Falcone tinha que ser o primeiro neto varão. Darren acreditou nela. Ele me trancou em uma adega de vinhos abandonada. — Não pense nem por um segundo que eu não sei o que você tem andado fazendo. — Deixa eu te dizer uma coisa, você não vai dar à luz a esse bastardo até que eu mesmo verifique a linhagem dele. — O filho da Angelina é de sangue puro. Eu preciso garantir que o filho dela seja o primeiro neto homem da família. Tentei explicar desesperadamente. — Minha bolsa está para estourar! Por favor, me leva pro hospital! Ele é seu filho, eu juro pela minha vida! — Eu nunca vou disputar a posição de herdeiro! Eu só quero que meu bebê fique seguro! Darren simplesmente me chutou e lançou um olhar frio. — Quem sabe você não muda de ideia depois? Não se preocupe. Eu venho te buscar depois que Angelina der à luz. Quando o bebê nascer, eu mesmo vou ver de quem ele é. Mais tarde, ao encarar o bebê chorando nos braços de Angelina, ele finalmente se lembrou de mim. Mas um de seus homens o informou, com a voz trêmula: — Chefe, a senhora... e a criança... ambos morreram.
1.6K vistasCompletadoAñadido a la biblioteca 55 veces como obsessivo(a)
Leer
+Biblioteca
ANTERIOR
1
...
2223242526
...
42
ESCANEA EL CÓDIGO PARA LEER EN LA APP
DMCA.com Protection Status