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Você Quer Meu Anel? Fique de Joelhos

Você Quer Meu Anel? Fique de Joelhos

Eu sou Isa Borgia, filha do Don mais poderoso de Corvina. Meu pai teme que eu me case com o homem errado por impulso, então ele arranja meu noivado com Luca, o herdeiro ascendente da família Marino. É um casamento arranjado, mas isso não significa que eu perdi toda a minha voz. No mínimo, eu posso escolher um anel de que eu realmente goste. Então, eu vou ao leilão da máfia. Quando o anel de diamante aparece como a joia final da noite, eu levanto minha placa. Pouco antes de o martelo bater, uma voz arrogante soa atrás de mim. — Uma caipira como você acha que pode competir comigo? Faça um favor a si mesma e vá embora. O salão de leilões fica silencioso por alguns segundos. O único som vem dos cliques das câmeras ao redor da sala. Eu me viro e vejo uma mulher em um vestido couture dourado. Sua boca se curva em um sorriso casual, como se fosse dona do lugar. Antes que eu possa dizer uma palavra, o leiloeiro se apressa em encerrar o lance. — Vendido! Parabéns à senhora Sofia Lopez por vencer o último lote, a Estrela Eterna! Minhas sobrancelhas se franzem, e uma onda quente de raiva sobe pelo meu peito. — Você encerrou o lance cedo demais! Vocês seguem alguma regra aqui? Sofia se vira e me dá um olhar de cima a baixo, seu olhar afiado como uma lâmina. — Regras? — Ela solta uma risada fria. — Qual é. Eu sou a irmã de consideração favorita do Luca Marino. Aqui, eu faço as regras! Eu não consigo evitar rir. Que coincidência. Então, ela é a irmã de consideração do meu noivo. Eu pego meu celular e ligo para ele. — Luca, a sua irmã de consideração acabou de arrancar o anel de noivado que eu escolhi. Como você pretende resolver isso?
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Apostaram Que Eu Imploraria. Fui Embora Levando Tudo.

Apostaram Que Eu Imploraria. Fui Embora Levando Tudo.

No dia em que descobri que estava grávida de gêmeos, vi meu companheiro, o Alfa Viggo, levando outra loba para a consulta de pré-natal. Congelei no lugar, enquanto amassava o relatório de gravidez com o meu punho. Naquela noite, ele olhou para mim com frieza. O mesmo homem que um dia beijou cada centímetro do meu corpo, o mesmo homem que jurou ser somente meu. — Ela está carregando meu filhote e sua loba está instável. Você terá que preparar tônicos calmantes para ela todos os dias. — Ela é sensível, não consegue dormir sem o meu cheiro. Então leve suas coisas para a ala oeste e abra espaço para ela. A enorme vila mergulhou em um silêncio mortal. Minha loba uivou dentro de mim, um lamento agudo e ferido. A dor do nosso vínculo de companheiros rasgou minha alma. Ainda assim, não derramei uma única lágrima. Peguei com calma a mala que já estava pronta e caminhei em direção à porta. Os guardas tentaram me impedir, mas Viggo sequer levantou os olhos. — Ela vai voltar. — Disse ele, girando o vinho na taça, com toda a arrogância de Alfa estampada no rosto. — Três dias, e é tudo o que ela aguenta. Sem o meu toque; a loba dela vai enlouquecer e ela vai voltar rastejando, implorando. Os membros da alcateia e os aliados que tinham vindo para a nossa cerimônia explodiram em gargalhadas. Alguns deles até fizeram uma aposta bem na minha frente, colocando em jogo uma mina de minério aurora avaliada em um milhão de dólares. Apostaram que eu seria despedaçada pelo medo de me tornar uma loba renegada, e que antes da meia-noite, estaria de joelhos, implorando para Viggo me aceitar de volta. Mas eles não faziam ideia, meu pai biológico já tinha enviado em segredo o símbolo da nossa família. Minha alcateia já estava à minha espera. Desta vez, eu romperia nosso vínculo para sempre.
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A Última Noite da Irmã Esquecida

A Última Noite da Irmã Esquecida

Na Família Valenti, você nasce com um chip. Ele é fundido ao bio-relógio preso ao seu pulso, e sua tela digital conta, segundo por segundo, exatamente quanto tempo de vida ainda lhe resta. Todos podiam ver os números diminuindo no relógio da minha irmã gêmea. E no meu também. Todos sabiam que ela morreria no dia do nosso aniversário de dezoito anos. Por isso, Vivian se tornou a princesa intocável do nosso mundo brutal. Todos os vestidos bordados com diamantes eram dela. As joias mais raras eram dela. Até o último resquício de humanidade do nosso pai pertencia a ela — aquele pequeno fragmento de afeto que ele só demonstrava depois de guardar a arma. Eu costumava sentir pena dela. Seu tempo estava acabando. Mas, meu Deus… eu invejava Vivian. Ela tinha tudo o que eu nunca tive: O amor dos nossos pais. Então chegou a noite da festa de aniversário de dezoito anos dela. Meus pais estavam preocupados que eu causasse uma cena. Que eu irritasse o Don de uma Família aliada. Então me trancaram no porão. Úmido. Gelado. Enquanto uma febre mortal queimava meu corpo. Soquei a pesada porta de carvalho, minha voz falhando. — Mamma, por favor! Me deixa sair! Estou queimando de febre… Minha cabeça parece que vai explodir… Do lado de fora, a voz da minha mãe veio fria como aço. — Chega, Sienna! Hoje é o aniversário de dezoito anos da sua irmã. O último dia de vida dela! Pare com esse teatro! Você não consegue sofrer em silêncio pela honra da Família? — Mas eu estou muito doente… O som dos passos dela foi se afastando até desaparecer completamente. Então a escuridão me engoliu. E, no meu pulso, o bio-relógio começou a piscar um alerta crítico. ALERTA CRÍTICO: Incompatibilidade nos sinais vitais. Dados do chip pareado incompatíveis. Verifique a identidade do usuário.
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Ela Carregava o Filho Dele, Então Fugi com os Gêmeos

Ela Carregava o Filho Dele, Então Fugi com os Gêmeos

No dia em que o primeiro amor do meu marido deu à luz, o Don da família Lupo, posicionou dez homens armados do lado do meu quarto. Eles estavam em alerta máximo, apavorados com a possibilidade de eu invadir a sala de parto e atrapalhar o nascimento do primeiro herdeiro da família Lupo. Mas eu nem sequer toquei na maçaneta, nem mesmo quando o choro do recém-nascido ecoou pelo corredor. A mãe de Luca, a Donna da família, soltou um longo suspiro de alívio enquanto segurava firmemente a mão da mulher deitada na cama do hospital. — Bianca, estamos aqui. Stella não vai encostar um dedo em você nem no meu neto. Luca se inclinou e enxugou delicadamente o suor frio da testa de Bianca, com os olhos cheios de ternura. — Não se preocupe. Meu pai mandou os homens dele cercarem todo o hospital. Se ela ousar fazer um escândalo, eu mesmo vou mandar riscar o nome dela da família. Só depois de ter certeza de que eu não apareceria para causar problemas foi que ele finalmente relaxou. Ele não entendia. Do ponto de vista dele, estava apenas pagando uma dívida, dando a uma mulher à beira da morte um filho para dar continuidade ao seu nome e ajudando o seu primeiro amor a realizar um último desejo. Por que eu não podia simplesmente aceitar tudo? Por que eu não conseguia expandir minha percepção? Um sorriso satisfeito surgiu enquanto Luca observava o bebê enrolado nas mantas. Ele chegou até a pensar que, se eu apenas engolisse meu orgulho, admitisse que estava errada e tratasse Bianca com gentileza, ele perdoaria toda a minha frieza anterior. Ele iria me compensar, até me oferecer o título vazio de mãe da criança, permitindo que mantivesse minha posição como esposa do Subchefe. Mas o que ele não sabia era que eu já havia assinado os papéis do divórcio que meu advogado preparara. Dentro de uma semana, eu cortaria todos os laços com a família Lupo, levaria os gêmeos que cresciam dentro de mim e iria embora. Nunca mais nos veríamos, nem nesta vida, nem na próxima.
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O Bebê Fugitivo do Chefão da Máfia

O Bebê Fugitivo do Chefão da Máfia

Fiquei grávida de Alessio Moretti, amigo do meu irmão e o Don mais jovem de Nova York. Achei que enfim havia encontrado meu lugar ao lado dele. Alessio era frio e calculista, mas me fazia acreditar que eu não era apenas mais uma. Tudo começou a ruir quando Bianca voltou. A antiga paixão dele reapareceu como se pudesse retomar seu antigo lugar. Pensei que ele me trocaria, mas Alessio apenas sorriu com desdém: — Ela foi embora sem dizer nada. Não existe volta para isso. Gianni, meu irmão, foi ainda mais direto: — Ela não é mais uma Ricci. Minha única irmã é você. Acreditei nos dois. Por três anos, me apoiei no cuidado e na proteção que diziam me oferecer. Então, um vídeo em que meu pai adotivo, bêbado, me espancava viralizou. Em poucas horas, o mundo assistia à queda da “princesa Ricci”. Fui ridicularizada como se minha dor fosse espetáculo. Desesperada, fui atrás de Alessio e Gianni, achando que encontraria apoio. Mas parei antes de entrar no escritório ao ouvir a voz doce e íntima demais de Bianca. — Gianni, Alessio… vazar aquele vídeo não foi cruel demais? Marcella está grávida. A resposta de Gianni veio fria: — Essa era a intenção. A gravidez deveria fazer ela ceder. Marcella anda por aí como se mandasse em tudo e ainda mantém você afastada. Alessio riu, como se aquilo não pesasse nada: — Não se preocupe. Marcella não pode fazer nada contra nós. É bondosa demais para sequer pensar em machucar o nosso filho. Aquelas palavras atravessaram meu peito. Não pela mentira, mas por serem verdade. Meu bebê era tudo para mim. Eu jamais o machucaria. Para eles, isso me tornava previsível, manipulável, presa fácil num jogo que eu nem sabia estar jogando. Algo dentro de mim quebrou. Não entrei, não os confrontei, não fiz escândalo. Apenas me afastei, entorpecida. Naquele dia, reservei um voo. Não ficaria ali para ser controlada, usada ou descartada. Fui embora sem olhar para trás, levando meu bebê comigo para desaparecer do mundo deles para sempre.
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O Arrependimento de Toda a Família Depois que Eu Morri

O Arrependimento de Toda a Família Depois que Eu Morri

Na noite em que morri, toda a minha família estava ocupada comemorando o aniversário de dezoito anos da minha irmã gêmea, Elena. Todos acreditavam que Elena morreria no dia seguinte. Nós somos elfos. Meu pai era um dos guardiões do clã e, depois que minha mãe deu à luz Elena e a mim, gêmeas, ela abandonou completamente o trabalho. Deveríamos ter sido uma família feliz. Mas, desde o instante em que nascemos, Elena e eu estávamos presas à maldição de uma bruxa. Como Elena veio ao mundo um minuto antes de mim, foi ela quem carregou todo o peso da maldição. Ela jamais deveria viver além dos dezoito anos. Desde o dia em que nascemos, Elena era o tesouro da família. Mamãe e papai sempre me trataram como se eu estivesse em dívida com ela. Os brinquedos novos iam primeiro para Elena. Os vestidos novos eram sempre escolhidos por ela. Todas as noites, minha mãe passava pelo menos uma hora sentada ao lado da cama dela antes de apagar a luz. Eu sempre adormecia sozinha. Certa noite, tive um pesadelo e corri descalça para procurar minha mãe. Ela estava abraçando Elena e nem sequer levantou os olhos para mim. — Volte para a cama. Pare de fazer escândalo. Eu repetia para mim mesma: ela está morrendo, é claro que eles são gentis com ela. Mas, cada vez que eu deixava aquilo passar, era como se um pequeno estilhaço se enterrasse ainda mais fundo no meu peito. Então finalmente chegou o dia em que a maldição deveria se cumprir. E, justamente naquele dia, uma dor terrível tomou conta do meu estômago. A cólica era tão forte que eu mal conseguia ficar de pé. Mamãe e papai não hesitaram. Eles me empurraram para o porão e trancaram a porta pelo lado de fora. Encolhida sobre o chão de pedra, cercada pelo cheiro de mofo, bati na porta repetidas vezes. — Mamãe... Papai... meu estômago dói muito... eu nem consigo ficar em pé... por favor, me deixem sair... Apenas uma frase atravessou a porta. — Sua irmã vai morrer esta noite! Você não pode nos dar um único dia? Só um dia! — Mas... mamãe... eu estou com medo... Depois disso, ninguém respondeu. O porão mergulhou em um silêncio absoluto. Minhas pálpebras ficaram cada vez mais pesadas. Meu último pensamento foi: Se fosse eu quem estivesse morrendo por causa da maldição... será que eles também viriam me abraçar?
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Não Te Ver, Não Te Querer, Não Te Ter

Não Te Ver, Não Te Querer, Não Te Ter

Lívia Serafim se apaixonou por Heitor aos vinte anos. Aos vinte e dois, decidiu passar a vida com ele. Depois do casamento, passaram-se cinco anos sem filhos. Sob a pressão da família Lopes, ele nunca mudou o semblante. Apenas a envolvia nos braços e dizia que a amava. Naquela época, todos diziam que Lívia era a própria vida de Heitor. E ela acreditava nisso sem a menor dúvida. Até que veio à tona a notícia do filho fora do casamento. Naquele dia, o homem que mandava no Grupo Lopes, frio e implacável, ajoelhou-se sob a chuva o dia inteiro. Ele disse: — Aquela noite foi um acidente. Minha mãe queria um neto e me dopou. Eu confundi a Bárbara com você. Lívia, eu só amei você na vida. Por favor, não me abandone. Lívia acreditou naquele amor desesperado e aceitou a proposta da família Lopes de ficar com a criança, afastando a mãe biológica. Mas depois que Bárbara passou a morar na casa da família, grávida, tudo começou a sair do lugar. Bastava ela dizer que a criança sentia falta do pai, e Heitor largava uma reunião internacional para ir vê-la. Quando ela foi diagnosticada com tendência à depressão, ele abandonou Lívia no aeroporto e saiu com Bárbara para espairecer. E houve até a vez em que, quando já estavam a um passo de ir pra cama, Bárbara apareceu à porta dizendo que tinha medo do escuro. Heitor deixou Lívia para trás e passou a noite inteira com ela. Lívia percebeu que algo tinha mudado. Pela primeira vez, entregou a ele um pedido de divórcio. No mesmo dia, Heitor apareceu com a aliança ainda no dedo e cortou os pulsos no banheiro. Um executivo bilionário. No bilhete de despedida, havia apenas uma frase: "Se não puder envelhecer ao lado da Lívia, prefiro morrer." Na segunda vez, antes mesmo de ela terminar de falar, ele desligou o telefone de Bárbara. Levou ela por todos os lugares onde tinham se apaixonado e disse que não conseguia viver sem ela. Uma vez, duas vezes, três vezes... ele começou a se esquivar. Na nonagésima nona vez, eles tiveram uma briga violenta. Ela saiu com as malas. Ele não correu atrás como antes. Ele disse: — A Lívia é mimada demais. Já fez esse escândalo tantas vezes. Quando foi que se divorciou de verdade? Espera só. Em alguns dias ela se acalma e volta sozinha. O que ele não sabia era que Lívia morreu naquela noite chuvosa em que saiu de casa. Quando abriu os olhos novamente, estava de volta ao dia em que descobriu que Heitor tinha um filho fora do casamento...
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Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela

Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela

No dia em que a cunhada do meu marido, que morava sozinha, entrou em trabalho de parto, o meu marido me arrastou à força para o hospital para induzirem o meu parto, mesmo eu ainda estando só com sete meses de gestação. Ele me trancou na sala de parto, com a expressão tensa, e falou, desesperado: — Agatha Braga, o bebê que a Daise Diniz carrega tem uma doença raríssima. Se nascer assim, vai morrer logo que vier ao mundo. O médico disse que precisa do sangue do cordão umbilical e de células‑tronco especiais colhidas durante o parto pra salvar a vida dele! Meu irmão já morreu, eu tenho a obrigação de cuidar dela e da criança! Quando a agulha de dez centímetros para induzir o parto entrou no meu corpo, as contrações me rasgaram por dentro de um jeito que eu comecei a suar frio. No meio daquela dor, eu encarei o rosto dele e questionei, quase sem fôlego: — Eliel Paiva, a gravidez da Daise sempre correu bem. Como é que, de uma hora pra outra, o bebê dela tem uma doença tão rara? Eu é que precisei segurar a gravidez o tempo todo, e mesmo assim você quer que o nosso filho nasça antes da hora. Isso não é só acabar com a vida dele, é acabar com a minha também! Eliel franziu a testa, me segurou com força e me prendeu na cama do hospital: — Agatha, o médico já explicou. É só fazer o nosso filho nascer dois meses antes. Não vai acontecer nada com ele! Quando ele ouviu os gritos de dor da Daise na sala ao lado, pareceu se lembrar de alguma coisa. Me lançou um olhar cheio de desconfiança e disse: — Não vai me dizer que, só porque eu vivo cuidando da Daise, você quer aproveitar essa chance pra se livrar dela, né? Eu já te falei que só cuido dela por causa do meu irmão. Como é que você consegue ser tão cruel? Eu senti o sangue escorrendo por baixo de mim e comecei a chorar de desespero. Agarrei o pulso dele com o pouco de força que me restava e supliquei, com a voz quebrada, que, se ele poupasse o meu filho, eu aceitava o divórcio e deixava os dois livres pra ficarem juntos. Eliel me lançou um olhar impaciente, gelado, e respondeu: — Você está delirando. Eu sou o pai do nosso bebê. Como é que eu ia querer fazer mal pra ele? Quando o sangue do cordão umbilical do meu bebê e as minhas células‑tronco foram usados no bebê da Daise e o médico anunciou que mãe e filho estavam fora de perigo, só então o Eliel se lembrou de que também tinha uma esposa e uma criança esperando por ele em outra sala. Mas, quando ele empurrou a porta do meu quarto, não foi o choro do nosso bebê que encontrou. Sobre a cama, esperavam apenas dois pedaços de papel: as duas certidões de óbito: a minha e a do meu filho.
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