LOGINConteúdo adulto. Explícito. Provocante. Entre o prazer e o perigo, não há regras, apenas limites a serem testados. Neste segundo volume da série Tabu, o desejo veste novas formas e o corpo se torna território de entrega, dominação e segredos inconfessáveis. Cada conto mergulha em um universo diferente, luxúria à meia-luz, submissões consentidas, fantasias que queimam na pele e jogos que desafiam moral, poder e prazer. Homens e mulheres se despem não só das roupas, mas das máscaras. Amarras, vendados, ordens sussurradas e gemidos proibidos, nada aqui é inocente. Em “Amarras & Pecados”, o fetiche é rei, e o pecado, convite. Prepare-se para perder o fôlego, cruzar fronteiras e descobrir o lado mais cru e irresistível do desejo humano. Tabu: Fetiches - Volume 2 não é apenas uma leitura. É uma rendição.
View MoreElena não sabia quanto tempo havia passado.Os segundos pareciam esticados, distorcidos, como se o próprio ar da câmara tivesse se tornado espesso demais para o tempo fluir normalmente. As faixas ainda a prendiam contra a parede, mas agora não eram apenas algemas — eram carícias. Uma delas deslizava devagar pela curva da sua cintura, outra acariciava a parte interna da coxa, enquanto a língua seca e áspera de Khafren continuava a explorar sua pele como se quisesse memorizar cada centímetro.Ela estava ofegante. O corpo traía a mente a cada respiração.Khafren se ergueu lentamente diante dela. Alto. Imponente. O corpo mumificado revelava uma musculatura que o tempo não conseguira apagar completamente. As faixas rasgadas pendiam como vestígios de uma glória antiga, revelando pele escura, seca e ainda poderosa. Entre suas pernas, o pau dele — grosso, longo, envolto parcialmente por tiras finas de linho antigo — estava completamente ereto, pulsando com uma vida própria.Elena não consegui
Elena não pensou. Apenas reagiu.O instinto de fuga veio antes de qualquer pensamento coerente. Ela puxou o braço com força, tentando se livrar da faixa que apertava seu pulso, e conseguiu se soltar por meio segundo — tempo suficiente para dar dois passos cambaleantes em direção à passagem por onde havia entrado. A lanterna ainda estava no chão, iluminando a cena de baixo para cima, distorcendo as sombras.— Me solta — disse ela, a voz rouca de pânico. — Me solta, eu não quero isso, eu não—Outra faixa se enrolou ao redor do seu tornozelo e puxou. Elena caiu de joelhos com um impacto que doeu nos ossos. Antes que pudesse se levantar, duas faixas mais grossas vieram do sarcófago e se enrolaram em seus braços, puxando-os para trás e para cima, como se alguém invisível a estivesse prendendo contra uma parede imaginária.Ela gritou. Não foi um grito alto — foi curto, abafado, como se o próprio ar da câmara tivesse engolido o som.As faixas a arrastaram para trás até suas costas baterem co
Elena estava de costas para o sarcófago quando sentiu o primeiro toque.Não foi um toque humano. Foi algo seco, leve, quase hesitante — como se algo estivesse testando a textura da sua camisa suja de poeira. Ela congelou. A lanterna tremeu na sua mão.— O que…?Ela se virou devagar.As faixas que haviam estado enroladas ao redor do corpo dentro do sarcófago agora estavam se movendo. Não todas. Apenas algumas. Longas tiras de linho antigo, endurecidas pelo tempo, mas ainda flexíveis, se arrastavam pelo chão de pedra como se tivessem vida própria. Uma delas já havia chegado até ela — estava tocando a barra da sua camisa, subindo devagar pela lateral do seu corpo, como se cheirasse sua pele através do tecido.Elena deu um passo para trás. A faixa não a soltou. Pelo contrário — outra se juntou à primeira, envolvendo sua cintura com uma delicadeza que era quase pior do que se fosse violenta.— Não — sussurrou ela, a voz falhando. — Não, não, não…Ela tentou puxar a faixa com a mão livre. O
A câmara tinha seis metros por quatro metros e meio, com um teto que ela podia tocar se erguesse o braço completamente. Estava, por qualquer medida de integridade arqueológica, intacta. As paredes eram revestidas com reboco pintado que havia se conservado com uma qualidade perturbadora — ocre, azul egípcio, negro de fuligem — retratando figuras em procissão que Elena percorreu com a lanterna lentamente, com a respiração presa.As figuras não eram convencionais. Bocas abertas sem mandíbulas. Mãos com articulações em direções impossíveis. Olhos posicionados onde não havia face.Ela não se deteve nas pinturas por quanto tempo deveria. Sabia disso. O protocolo era documentar tudo sistematicamente. Mas a peça central já estava visível, e havia algo na sua forma que tornava difícil olhar para outra coisa.O sarcófago estava no centro da câmara, sobre um pódio de calcário, feito de basalto negro — incomum para o período. Maior do que qualquer sarcófago humano que ela já havia visto. E a tamp






Bem-vindo ao Goodnovel mundo de ficção. Se você gosta desta novela, ou você é um idealista que espera explorar um mundo perfeito, e também quer se tornar um autor de novela original online para aumentar a renda, você pode se juntar à nossa família para ler ou criar vários tipos de livros, como romance, leitura épica, novela de lobisomem, novela de fantasia, história e assim por diante. Se você é um leitor, novelas de alta qualidade podem ser selecionados aqui. Se você é um autor, pode obter mais inspiração de outras pessoas para criar obras mais brilhantes, além disso, suas obras em nossa plataforma chamarão mais atenção e conquistarão mais admiração dos leitores.