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Meu Marido Força Filho a Ajoelhar na Véspera

Meu Marido Força Filho a Ajoelhar na Véspera

Depois de ser usada como banco de sangue pela amante do meu marido, eu morri de doença em um apartamento alugado que ele, um bilionário, me ofereceu por caridade. Hoje era o terceiro dia desde a minha morte, e meu filho de seis anos finalmente percebeu que algo estava errado. Ele se cortou com um brinquedo, mas eu não o consolei. Ele abriu um biscoito e tentou colocá-lo em minha boca, mas eu não o impedi. Ele se deitou em meus braços, agarrando minhas roupas e sussurrando "mamãe", mas eu não respondi. Sem saber o que fazer, ele encontrou meu celular e ligou para o pai bilionário. — Papai, por que a mamãe ainda está dormindo? O homem respondeu enviando uma foto dele e de sua amante em uma farta ceia de Véspera de Natal, e disse com frieza: — Ela está apenas dormindo, não está morta. Hoje é Véspera de Natal, estou muito ocupado. Diga a essa sua mãe que só venha me procurar quando estiver disposta a admitir seu erro. A ligação foi encerrada, e Mateus ficou parado por um longo tempo. Ele pegou o último biscoito da casa que estava no lixo, partiu-o em dois e ofereceu um pedaço à minha boca. — Mamãe, vamos comer também.
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Enquanto Eu Estava Grávida, Ele Me Tornou Sua Amante Secreta

Enquanto Eu Estava Grávida, Ele Me Tornou Sua Amante Secreta

Estou grávida de oito meses. Meu marido, policial federal, finalmente conseguiu arranjar tempo para me acompanhar ao hospital pela primeira vez para uma consulta de pré-natal. Assim que entramos no hospital, o telefone via satélite criptografado dele começou a tocar de forma insistente. O nome do contato apareceu na tela por apenas um instante. Sempre tão calmo e controlado, ele claramente se desestabilizou naquele segundo. — Amor, alerta máximo. Um criminoso internacional procurado acabou de entrar no país... Preciso ir agora. Desculpa. Ele falava às pressas, com um tom firme que não admitia recusa. Antes mesmo de terminar a frase, saiu apressado. Fiquei parada, vendo sua caminhonete se afastar em alta velocidade. A guia do pré-natal em minhas mãos já estava amassada, marcada pelas unhas, até rasgada sem que eu percebesse. Com a barriga pesada, parei um táxi na beira da rua e disse rapidamente: — Senhor, siga aquele carro. "Criminoso internacional procurado? Essa desculpa era simplesmente ridícula." Nem mesmo a agência de inteligência onde meu pai trabalha havia recebido qualquer notificação. Ele não passa de um policial federal da linha de frente, responsável por dar apoio às operações. Como poderia, de repente, surgir uma missão tão urgente assim? Eu queria mesmo era saber que "superior" estava tão apressado para lhe dar essa ordem.
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Despertar Depois do Casamento

Despertar Depois do Casamento

Eu estava grávida de três meses quando o meu marido me mandou beber no lugar da assistente dele. — A Mariana Mello é uma moça ingênua, sem experiência de vida, frágil, e não sabe beber. Que mal há em você ajudá-la um pouco? — Ele disse. Eu estava prestes a dizer que já estava bêbada, mas Samuel Reis me empurrou à força uma jarra de bebida nas mãos: — Eu sei qual é o seu limite. Para de frescura. Você vai beber tudo isso! Enquanto falava, ele ainda bajulava os clientes à mesa: — A minha esposa, na época, enfrentava o campo de batalha do mundo dos negócios sozinha. O que a sustentava era essa capacidade de beber sem cair. Podem beber com ela à vontade. Encham os copos dela! Num instante, os meus ouvidos ficaram cheios de risadinhas maldosas, e, diante de mim, Mariana se encolheu atrás do meu marido, soluçando baixinho: — Chefe, isso está me assustando. Eu só quero ir para casa. Antes que eu dissesse qualquer coisa, Samuel, com cuidado, levou-a embora primeiro e deixou-me sozinha ali, em frente a um grupo de homens embriagados. Eu soltei um riso amargo e bebi todo o conteúdo do copo de uma só vez. Anos de silêncio e de engolir tudo calada só me trouxeram humilhação. Eu já não tinha mais vontade de manter este casamento.
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A Filha Abandonada

A Filha Abandonada

Bianca estava morrendo. Ela sofria de leucemia mieloide aguda em estágio três. O médico me contou tudo por telefone. Um transplante de medula óssea era a única chance, e ela precisava de uma compatibilidade perfeita. Por sorte, gêmeas idênticas compartilhavam noventa e nove por cento de compatibilidade. Amassei o laudo do diagnóstico, onde meu nome aparecia no topo da página: Gemma Blackwell. Segundo o médico, era um erro administrativo, e ele não parava de se desculpar por isso. Afinal, a gêmea doente era Bianca, e a cura era eu. Eu precisava voltar para casa. A chuva batia com força nas janelas do táxi enquanto eu imaginava a cena: meu pai deixando o charuto cair, minha mãe abafando um grito, e eu explicando toda a confusão. "O laudo saiu com meu nome, mas os exames de sangue são de Bianca. Eu posso resolver isso antes que seja tarde demais." A tela do celular se acendeu com uma notificação do grupo da família. A mensagem do meu pai era breve: [Gemma está em fase terminal. Bianca está proibida de ser doadora. Esta é uma decisão da família.] Meu sangue gelou nas veias. Eles receberam o prontuário errado. Acreditavam que eu era quem estava à beira da morte e votaram para me deixar morrer. Quando abri a porta e encontrei meu pai, a temperatura pareceu despencar de repente, congelando o mundo ao meu redor. As lágrimas queimavam meus olhos. Não consegui contê-las. — Pai — disse, mantendo a voz firme por um fio —, tenho uma pergunta. Ele desviou os olhos do charuto, irritado. — Se fosse Bianca quem estivesse morrendo, você me obrigaria a doar medula para ela? A sala mergulhou em um silêncio sepulcral. Ele apoiou o charuto sobre a mesa, e uma longa pausa se arrastou entre nós. — Não. Claro que não. Temos recursos e procuraríamos outro doador. Jamais pediríamos que você corresse um risco desses. — Disse enfim. Um leve sorriso surgiu nos meus lábios. Pequeno, triste, quase vazio. — Ótimo. Então lembre-se das suas palavras e não se arrependa depois.
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O Arrependimento do Beta: Ela Não Vai Rogar Desta Vez

O Arrependimento do Beta: Ela Não Vai Rogar Desta Vez

Por cinco anos, Gideon — o Beta do meu irmão — e eu tivemos um segredo. A gente devia anunciar o nosso acasalamento no festival de Solstício de Inverno da alcateia. Em vez disso, ele sussurrou quente no meu ouvido. — Querida, a gente tá transando há cinco anos. Enjoei de você. Arruma outro cara para a cerimônia de marcação, beleza? Eu não chorei. Só dei um aceno calmo e simples. — Beleza. Só fiz isso porque, na minha outra vida, eu tinha implorado por entre lágrimas para ele completar o laço. Depois que ele finalmente me marcou, ele ficou frio. Nunca mais me acordou esfregando aquele queixo barbudo na minha testa. Mesmo quando a gente transava, ele ficava de olhos fechados, como se estivesse com outra pessoa, só usando o meu corpo. Quando eu estava sofrendo para dar à luz o nosso filhote, lutando pela minha vida, ele me abandonou. Ele foi consolar a salvadora dele, Aveline. A ferida antiga que ela sofreu para salvar a vida dele tinha voltado a incomodar, deixando a garota surtada. Naquele momento, eu finalmente entendi. Uma marca pela qual eu tive que implorar não passava de uma maldição, uma ferida que nunca ia sarar. Dessa vez, eu me afastei com um sorriso, tirando a mão dele da minha cintura. — Você tem razão. Eu também cansei disso. Acabou.
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Na Gaiola do Don

Na Gaiola do Don

Quando Antonio percebeu que eu já fazia uma semana sem pedir dinheiro, pareceu satisfeito. O grande Don da máfia, sempre tão distante, chegou até a me mandar uma mensagem: — Cara mia, finalmente você aprendeu a ser uma esposa digna de um Don. — Já mandei entregar a medicação especial da sua mãe esta semana. Se continuar obediente e não for gananciosa, posso lhe dar tudo. Ele só não sabia de uma coisa: no exato momento em que li aquela mensagem, eu estava imprimindo os papéis do divórcio. Vestida com um vestido de três anos atrás. Ninguém acreditaria que a glamourosa esposa do Don, invejada por todos, precisava pedir dinheiro à consigliera dele, Elena, até para comprar absorventes. Até para sair de casa, eu tinha que pedir autorização com três dias de antecedência. Antonio chamava aquilo de proteção. — Lá fora é perigoso demais, cara mia. Você só precisa ficar em casa e me obedecer. Mas, uma semana antes, minha mãe estava morrendo, e eu implorei a Elena que me deixasse sair sem passar por autorização. Ela me fez esperar cinco dias inteiros. Quando finalmente me deixaram sair, minha mãe já tinha dado o último suspiro. Medicação especial? Não importava mais. Minha mãe estava morta. Sem ela, eles perderam a única arma que tinham contra mim. E eu nunca mais vou me ajoelhar.
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Minha Nova Vida Não Tem Espaço para Eles

Minha Nova Vida Não Tem Espaço para Eles

Depois de passar dez anos como a Loba Fantasma, finalmente descubro que sou, na verdade, a filha mais velha do Alfa da Alcateia Blue Moon. Ao voltar para casa desta vez, não faço o menor esforço para reconstruir os laços com os meus pais. Eles decidem passar a sucessão da família para a minha irmã mais nova, Tatiana Truss, então me voluntario para ir embora para a Universidade de Lobisomens do Norte. Eles deixam que ela roube o meu noivo, por isso eu mesma rompo o noivado e dou a eles o que tanto querem. Na minha vida anterior, passei o tempo todo implorando por amor, apenas para terminar desprezada por todo mundo. Meu companheiro guardava rancor de mim por não ter quebrado o noivado antes para deixar o caminho livre para ele e Tatiana. Até o meu próprio filhote franziu a testa para mim no meu leito de morte e disse: — Mãe, para de brigar com a tia Tatiana. Ela abriu mão de tudo por você a vida inteira. Agora que você está partindo, devolve tudo o que é dela. Morri cheia de arrependimento. Me arrependi de ter me perdido só para tentar conquistar o afeto deles. Por isso, nesta vida, eu me recuso a lutar. Vou deixar que todos tenham o seu final feliz, enquanto eu, finalmente, corro atrás de um futuro que pertence só a mim.
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CEO Fabiano, Você Foi Chutado para Fora do Jogo!

CEO Fabiano, Você Foi Chutado para Fora do Jogo!

Ivone Marques foi como tantas mulheres que só despertavam depois de serem esmagadas pelo amor: ela tentou, com todas as forças, fazer um homem como Fabiano Moraes se apaixonar por ela. Mas, depois de três anos de casamento, os dois viviam como completos estranhos. Quando Ivone ficou entre a vida e a morte, vítima de uma armadilha cruel, Fabiano, em vez de estar ao lado da esposa, acompanhava a antiga paixão da vida dele. Ivone decidiu arrancar aquele homem do coração, ainda que isso rasgasse a alma dela. Só que ela não imaginava que aquele sujeito, acostumado a mandar em tudo e em todos, não ia aceitar ser descartado tão fácil. Ele passou a rondar a vida dela como um fantasma insistente, se aproximando passo a passo, afastando qualquer outro homem que tentasse chegar perto e fechando todas as rotas de fuga dela. — Lá atrás, foi você que fez questão de se casar comigo. Enquanto eu não disser que a gente se divorciou, você não vai sair da minha vida nunca! — Declarou ele, certo de que ainda mandava nas regras do jogo. Ivone o encarou com frieza e respondeu: — Sinto muito. Sr. Fabiano, você já foi chutado pra fora do jogo por mim faz tempo. Quem decide o divórcio sou eu. Se eu digo que acabou, acabou.
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Meu Marido Escolheu a Filha Adotiva e Eu Fui Embora

Meu Marido Escolheu a Filha Adotiva e Eu Fui Embora

Damien se divorciou da ex-esposa há cinco anos e então se casou comigo. Quando nos casamos, ele tinha uma filha adotiva de treze anos chamada Lily. Depois do nosso casamento, Damien sempre me tratou excepcionalmente bem. Eu sempre tratei Lily como se fosse minha própria filha. Mesmo quando ela demonstrava certa hostilidade comigo de vez em quando, eu não me importava, isso é normal para uma adolescente. Até que meu pai foi atropelado em um acidente e ficou em estado vegetativo. Foi então que, por acaso, ouvi uma conversa entre Damien e seu assistente. — Chefe, eu não entendo. Por que bloquear a craniotomia? — o assistente perguntou, confuso. — Os médicos disseram que há uma grande chance de ele se recuperar. Por que o senhor insiste no tratamento conservador? — Ele não pode acordar — a voz de Damien saiu baixa, carregada de dor. — Ele viu o rosto da Lily. Tapei a boca com a mão, as unhas cravando na minha pele. Lily é filha adotiva de Damien e de sua falecida ex-esposa, Sarah. Sarah morreu salvando Damien, e desde então ele sempre tratou Lily com uma mistura de culpa e indulgência absoluta. Damien continuou, o tom cheio de conflito: — Mas a Lily não fez isso de propósito! Ela tem só treze anos... Se tiver uma ficha criminal, a vida dela estará acabada. O último desejo da Sarah, antes de morrer, foi que eu cuidasse da Lily e a visse crescer em segurança. Eu não posso desistir dela. O assistente ficou em silêncio por alguns segundos. — E quanto à sua esposa? — Eu vou compensá-la — a voz de Damien suavizou. — Vou dar a ela a vida mais próspera possível. Vou garantir a melhor suíte particular e os melhores cuidadores para o pai dela. Não importa quanto custe. Meu coração afundou por completo. Só porque você se sente culpado por Sarah e Lily, vai sacrificar o meu pai? Com as mãos tremendo, salvei a gravação e pedi ao meu advogado que preparasse os papéis do divórcio. Mas quando eu desapareci completamente da vida dele, o poderoso CEO enlouqueceu.
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A Secretária do Meu Marido Me Chamou de Amante

A Secretária do Meu Marido Me Chamou de Amante

No terceiro ano de casamento, finalmente engravidei. Carregando uma marmita, preparei-me para ir à empresa do meu marido e contar-lhe essa boa notícia. Mas acabei sendo confundida com uma amante pela secretária dele. Ela virou a marmita sobre minha cabeça, arrancou minhas roupas e, à força, me fez perder o bebê. — Uma empregada, ousando seduzir o Diretor Borges e ainda ficar grávida dele. — Hoje vou te mostrar o destino que espera o filho de uma amante. Depois, orgulhosa, foi contar vantagem ao meu marido: — Diretor Borges, resolvi o problema de uma empregada que queria te seduzir. Como pretende me recompensar?
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